sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O fenômeno Lua Negra...

Esse fenômeno é quando ocorre duas luas novas em um mesmo período, ou seja em um mesmo mês, então a segunda lua nova é denominada Lua Negra, que mantém sua cor de sempre.

A última Lua Negra, foi no mês de março de 2014 e a próxima é esperada somente para agosto de 2019.

Hoje, dia 30 de setembro de 2016, ocorrerá esse fenômeno às 21h12' (horário de Brasília), mas não é visível, pois o seu lado iluminado, não vai estar virado para o nosso planeta, assim como é o habitual de uma lua nova.

Devido a falta da luminosidade da Lua nesse ciclo (nova ou negra) não aparecer no céu, nesse período é mais fácil de observar as estrelas.

É acreditado por muitas seitas religiosas que nesse período que acontece a Lua Negra, há muita influência de energia, como por exemplo: de cura, regeneração e descobrimentos; onde também é feito rituais de reverência a Lua, nessa fase de Lua Negra, assim nomeada.

Fonte:
https://www.google.com.br
http://fox6now.com
https://translate.google.com.br

Desenhos aparecem em plantação de trigo, mas "não é coisa de ET"...

Na noite do dia 26 de setembro de 2016 e manhã do dia 27 de setembro de 2016, apareceram em uma plantação de trigo na cidade de Prudentópolis, na região central do estado do Paraná (Brasil), desenhos.

Segundo o G1, o dono da propriedade, disse ter certeza que se trata de brincadeiras de amigos, "não é coisa de E.T", e continuou... "Eu andei investigando. Vi as câmeras de segurança da BR (estrada) e vi uma caminhonete. Reconheci a placa. São colegas meus, foi trote. Eles avisaram que iam fazer na minha plantação um dia, assim como fizeram no ano passado", e finalizou... "Parecem florzinhas. Dá para ver o rastro da caminhonete. É coisa de quem não tem o que fazer, não de ET".



Fonte:
http://g1.globo.com
https://www.facebook.com/ajgevaerd (imagem)

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Parte da Itália vista a noite...

No dia  17 de setembro de 2016, a Expedição 49 que está a bordo da Estação Espacial Internacional (EEI), fez uma captura de imagem noturna.

A imagem é do extremo Sul da Itália, e você pode conferir na parte inferior, a cidade de Nápoles toda iluminada.


A Expedição 49 que está a bordo da EEI:

- Cosmonauta  Anatoli Ivanishin (Rússia) - Comandante  (RFSA)
- Astronauta Kathleen Rubins (EUA) - engenheiro de voo 1 (NASA)
- Astronauta Takuya Onishi (Japão) - engenheiro de voo 2 ( JAXA)
- Astronauta Robert Kimbrough  (EUA) - engenheiro de voo 3 (NASA)
- Cosmonauta Andrei Borisenko (Rússia) - engenheiro de voo 4 (RFSA)
- Cosmonauta Sergei Ryzhikov (Rússia) - engenheiro de voo 5  (RFSA)

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Origem de alguns nomes de corpos celestes do nosso Sistema Solar...

O nosso Sistema Solar  é formado por nossa estrela, o Sol, e por oito planetas e suas luas e anéis, também por planetas anões, planetoides ou asteroides e cometas.

Na antiguidade os planetas mais brilhantes que eram avistados a olho nu, receberam os nomes de deuses mitológicos Gregos e Romanos, são eles Júpiter, Marte, Mercúrio, Vênus e Saturno.

Após da criação do telescópio, foi encontrado mais dois planetas, seriam eles: Urano e Netuno. Mais tarde Plutão foi descoberto como planeta, mas a União Astronômica Internacional (IAU, sigla em inglês), no ano de 2006, passou a classificar Plutão como um planeta anão, após encontrarem mais corpos celestes, parecidos em tamanho com Plutão.

União Astronômica Internacional tem como objetivo: "promover e salvaguardar a ciência da astronomia em todos os seus aspectos através da cooperação internacional". Ela é a autoridade internacionalmente reconhecida com prerrogativa de reconhecer, aceitar ou dar nomes aos corpos celestes; tendo como membro, astrônomos do mundo inteiro.

Planetas e os nomes:

Mercúrio: Veloz mensageiro dos deuses, na mitologia romana. Devido ao seu movimento rápido.

Vênus: Deusa do amor e da beleza, Por seu brilho, após o Sol e a Lua.

Saturno: Pai de Júpiter, deus romano da agricultura.

Júpiter: Deus dos deuses. Por ser o maior planeta de todos, no nosso Sistema Solar.

Marte: Deus romano da guerra. Devido a cor vermelha (sangue).

Urano: Deus do céu e das estrelas, a divindade grega  mais antiga.

Netuno: Deus do Mar. Devido sua cor azul (mar).

Planeta anão Plutão: Deus do inferno ou dos mortos. Por estar longe do Sol, na escuridão.

O nosso planeta a Terra: É o único planeta que não recebeu um nome mitológico, pois vem do latim, com muitos significados, dois deles são: solo e território, já os romanos chamavam de Gaia, a deusa da fertilidade, mas como não havia uma deusa representante parecida com Gaia na mitologia, eles utilizaram do latim a palavra Terra. (há muitas controvérsias ainda a respeito da origem do nome do nosso planeta).

O Sol já teve diversos nomes, por ser considerado uma divindade. Na antiguidade, o deus Sol era Apolo uma das divindades do Monte Olimpo (morada dos deuses); já os egípcios os chamavam de Rá. Os romanos deram o nome de Sol, mas não se sabe a origem e nem o por quê. 

A Lua, tem o seu nome de origem do latim "luna", que quer dizer “lua” mesmo;na mitologia romana, a Lua era uma divindade de representação feminina que integra ao Sol.

Planeta, vem do grego planetai, que significa errante, que vagueia, que viaja. Um corpo celeste que gira ao redor de sua estrela.

Abaixo está uma montagem do blog, que utilizou o mosaico de imagens do céu, feita pelo do Telescópio Espacial da Nasa, o Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE).

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://astro.if.ufrgs.br
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Você já ouviu falar em IceBridge?...

A Nasa está com uma missão de seis anos, onde está fazendo a maior investigação aerofísica, e essa missão é denominada IceBridge.

Para você entender melhor, aerofísica significa que dados são coletados por uma aeronave durante um voo para evidenciar a relevância de grandes áreas para exploração de regiões selecionadas, com pretensão de empregar posteriormente métodos geofísicos clássicos, expandido melhores detalhes e conhecimentos, que foram já estudados.

A missão IceBridge, fará uma enorme sondagem em gelo polar da Terra, que nunca foram avistados em voos. Irá render um olhar tridimensional do Ártico e lençóis de gelo da Antártida, as plataformas de gelo e gelo do mar, que anteriormente não tinha sido visto assim.

Os voos com multi-instrumentos, vão propiciar uma visão anual para o comportamento das características que mudam rapidamente da Groenlândia e gelo da Antártida, ou seja, os instrumentos a bordo da aeronave, vão mapear zonas árcticas e antárcticas uma vez por ano, assim como os satélites: Cloud and Land Elevation Satellite (ICESat), que está em órbita desde 2003 (parou de registrar dados científicos em 2009) e o ICESat-2, que está programado para lançamento em 2018.

Os voos IceBridge, foram feitos entre os meses de março e maio sobre a Groenlândia, em 27 de agosto de 2016, foi feito o mesmo percurso na maioria das vezes, onde foi notado mudanças na elevação de gelo entre a primavera e o verão (atrasado). Nessa missão, os pesquisadores da IceBridge, voaram a bordo da aeronave Guardian HU-25A, a partir da NASA's Langley Research Center em Hampton, na Virginia (EUA).

A missão IceBridge, também tem como propósito, realizar investigações menores ao redor do mundo.


No dia  11 de setembro de 2016, foi feita uma captura de imagem quando sobrevoava a Groenlândia, no estreito da Dinamarca, que é  a porção oceânica localizada entre a Gronelândia e a Islândia, unindo o Mar da Groenlândia ao Mar de Irminger. (observe a imagem acima).

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://wikileaks.org
http://www.iag.usp.br
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Extraterrestre já foi visto na Rússia...

No dia  09 de outubro de 1989, a agência de imprensa russa TASS, soltou uma notícia de que um óvni havia pousado no dia  27 de setembro de 1989, em um parque na cidade de Voronezh, que fica aproximadamente 300 km (186 milhas) ao sudoeste de Moscou (Rússia).

Segundo a agência TASS, foi avistado por uma menina e dois meninos que estavam brincando no parque, e conforme relato deles, apareceu uma cor rosa brilhante no céu, e logo em seguida uma bola de fogo de cor vermelha profunda de aproximadamente 9 metros (10 jardas) de diâmetro pousando no parque, nessa altura houve um aglomerado de pessoas, que puderam avistar uma escotilha se abrir na parte de baixo da bola (nave) e um humanoide aparecer na abertura.

De acordo com os relatos o visitante da nave, era um ser bem alto e que tinha por volta de 2 a 3 metros, de cabeça bem pequena e possuía 3 olhos; estava trajando macacão prateado e botas de bronze e com um disco em seu peito, com ele havia um pequeno robô, onde os dois foram dar uma volta no parque ao redor da nave, logo em seguida entraram na nave e desapareceram.

Conforme Genrikh Silanov, que é chefe do Laboratório de Geofísica Voronezhuma, falou para a TASS, que havia uma depressão de 18,2 metros (20 jardas), com 4 marcas de algo que foi cravado e dois pedaços de rochas que não puderam ser identificadas, e que exames primários indicaram que não pertencia ao nosso planeta.

Na matéria da agência TASS, foi também incluído que moradores alegaram que já houve outros avistamentos.

Fonte:
http://time.com
http://seuhistory.com
http://www.nytimes.com
https://translate.google.com.br

domingo, 25 de setembro de 2016

A sonda Hinode e um Eclipse solar anular...

No dia  12 de Maio de 2012, houve um eclipse solar anular visível em regiões no oeste dos Estados Unidos e Sudeste Asiático.

A imagem que você pode você pode observar abaixo, foi obtida através do Telescópio Óptico Solar a bordo da sonda Hinode.


Hinode, é uma missão que conta com a parceria entre as agências espaciais do Japão, Estados Unidos, Reino Unido e Europa. A NASA colaborou com a criação, financiamento e montagem de três instrumentos científicos da sonda.

Três equipamentos a bordo da sonda Hinode:

Telescópio Óptico Solar (SOT): telescópio medidor para a luz visível

Telescópio de Raios-X (XRT): estuda os componentes mais quentes da coroa solar

Espectrômetro de Imagem no Ultravioleta Extremo (EIS): identifica os processos responsáveis para o aquecimento da coroa.

A missão e seu objetivo:

Estudos sobre o fluxo de gás principalmente do gás hidrogênio, pois esse gás é expelido pelo Sol em todas as direções, em uma velocidade de aproximadamente 1,6 milhões km/hora, que é denominado vento solar.

Tornar mais claro as diferenças de temperatura entre a superfície solar e a corona, devido estarem ligados diretamente com danos que podem vir a ser causados em nossas telecomunicações, sistemas de navegação e redes de energia no nosso planeta.

"O Sol é aterrorizante e lindo, e é também o melhor laboratório de física do nosso sistema solar", disse Sabrina Savage, cientista do projeto  Hinode da NASA Marshall Space Flight Center, em Huntsville, no Alabama (EUA) e continuou... "Nos últimos 10 anos, Hinode centrou-se na compreensão do nosso Sol como uma estrela variável".

O lançamento da sonda Hinode, foi no dia 22 de setembro de 2006, a partir do Centro Espacial Uchinoura, no Japão. O foguete lançador foi MV (foi seu último lançamento).

Os créditos da animação (abaixo) são da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço ou NASA e Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial ou JAXA .

                                                        Eclipse solar anular
Fonte:
https://www.nasa.gov
https://es.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 24 de setembro de 2016

O medo do escuro sendo superado...(livro)

O astronauta Chris Hadfield, agora no mês de setembro lançou um livro infantil chamado The Dark Darkest (sem tradução para o português), que diz a respeito de sua vida quando era criança e como superou o medo do escuro.


O livro:

Retrata a história de um menino chamado Chris, que ama foguetes e planetas, e em sua imaginação ele sonha ser um astronauta muito importante e muito ocupado, explorando o universo e salvando o planeta dos alienígenas, e que isso é muito mais importante do que ir tomar banho ou ir para a cama; porém Chris esbarra apenas em um problema, a noite! Ele não se sente tão valente, pois ele tem medo do escuro.

Mas quando ele assiste pela TV o pouso da Apollo 11 e do homem na Lua, ele se dá conta que o espaço é escuro, o mais escuro que possa existir, e que o desconhecido possa ser emocionante, principalmente quando você tem grandes sonhos para ser realizados. 

"caminhando para fora e olhando para a lua, através das folhas, no mesmo local, e percebendo que é tudo a mesma coisa. E que eu possa talvez ser parte disso".

Fonte:
https://books.google.com.br
http://blog.icpl.org
http://www.theglobeandmail.com
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Um jato que passou a se chamar Carlos Gomes...

A empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras, em homenagem ao imortal e renomado maestro brasileiro e campineiro Carlos Gomes, batizou um jato Embraer 195 com o seu nome. Lembrando os seus 180 anos de nascimento e 120 anos de sua morte.

 Essa homenagem ao maestro aconteceu na tarde de ontem dia 22 de setembro de 2016 no Aeroporto Internacional de Viracopos, na cidade de Campinas, no estado de São Paulo (Brasil), com apresentação dos Meninos Cantores de Campinas (MECCA) do Conservatório Carlos Gomes e cantores líricos.

Na pista com um grupo distinto, o jato Embraer 195 cuja a matrícula é PR-AYH, pousou na pista e foi recebido com jatos d'água do Corpo de Bombeiros.


Essa celebração é devido ao Mês Carlos Gomes, onde acontece diversas festividades, mas essa é a primeira etapa do batismo, pois a segunda etapa será no dia 26 de setembro de 2016, na cidade de Belém, do estado do Pará (Brasil), na cidade onde o maestro veio a falecer.

O jato Embraer 195:

Possui uma capacidade de 118 passageiros e 5 tripulantes a bordo. O jato, está em atividades na empresa aérea Azul, há 5 anos.

Claudia Fernandes, diretora de comunicação e marketing da empresa aérea Azul, disse " [...] Carlos Gomes estará no céu do Brasil à altura da sua grandiosidade".


O maestro:

Antônio Carlos Gomes, nasceu na cidade de Campinas no dia 11 de julho de 1836; ele foi um grande compositor de óperas.

No mês de março do ano de 1870, estreou na Itália a sua grande ópera, O Guarani.

Ele foi o primeiro compositor brasileiro a ter suas obras apresentadas no Teatro alla Scala (ou La Scala), que é considerada uma das mais famosas casas de ópera do mundo, na cidade de Milão, na Itália.

Carlos Gomes, morreu na cidade de Belém no dia 16 de setembro de 1896, vítima de câncer.

O corpo do maestro após a sua morte foi embalsamado, e levado para receber homenagens no Rio de Janeiro e em São Paulo; depois dessas homenagens, o corpo foi transferido para a sua cidade natal, Campinas.

Sua principais obras:

- A Noite do Castelo (Rio de Janeiro - ano 1861)
- Joana de Flandres (Rio de Janeiro - ano 1863)
- O Guarani (Milão - ano 1870)
- Fosca (Milão - ano 1873)
- Salvador Rosa (Gênova - ano 1874)
- Maria Tudor (Milão - ano 1879)
- O Escravo (Rio de Janeiro - ano 1889)
- Condor (Milão - ano 1891)
- Colombo (Rio de Janeiro - ano 1892)
- Minha Campinas (não encontrado ano)


Fonte:
Jornal Correio Popular
https://carlosgomes.campinas.sp.gov.br
https://pt.wikipedia.org

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

As nebulosas que lembram a nave Enterprise...

Com o infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer da Nasa, pôde ser feito a comparação que nos faz lembrar da nave USS Enterprise e Next Generation da série Star Trek.

As nebulosas que serviram de comparação, tem seus nomes oficiais, somente pela numeração do catálogo: IRAS 19340 + 2016 e IRAS19343 + 2026.

Elas são duas regiões de berçário estelar, que ficam escondidas, e só puderam ser observadas através de luz visível. Devido a eficiência do Spitzer, pôde ser avistado mais ao fundo nas nuvens de poeira, e assim foi descoberto que lá possuir um grande número de localidades de geração estelar.

Repare nas imagens e observe:

À direita na imagem, nos faz recordar a nave USS Enterprise cujo seu capitão era James T. Kirk; seria como a nave estivesse saindo de uma nebulosa escura.

Na imagem, à esquerda nos faz lembrar a nave da Next Generation, que tem como capitão Jean-Luc Picard; seria como a nave estivesse voando em direção oposta.


Essa foi uma homenagem da Nasa, ao 50º aniversário da série "Star Trek" (seriado de TV), que foi pela primeira vez ao ar no dia 08 de setembro de 1966.

Curiosidade:

Há um fenômeno psicológico chamado de pareidolia, seria uma estímulo aleatório que faz com que nós avistássemos objetos, nuvens e etc, em outras formas conhecidas. É como se olhássemos para uma nuvem e avistássemos um elefante, ou um biscoito tem parece com um palhaço, e assim por diante.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://wikileaks.org
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Credencial para um novo lançamento...

A Nasa abriu inscrição para o credenciamento da mídia para o lançamento da nave espacial não tripulada Cygnus, que será lançada através do foguete Antares, no centro de lançamento comercial de foguetes, o Mid-Atlantic Regional Spaceport, que se localiza na Wallops Flight Facility Pad-0A da Nasa, em Wallops Island, na Virgínia (EUA).

A empresa Orbital ATK, que produziu o foguete Antares, prevê que o lançamento da nave Antares provavelmente será no dia 09 ou no dia 13 de outubro de 2016. A data correta do lançamento será definida após a conclusão das etapas operacionais finais e revisões técnicas.

Se ocorrer o lançamento no dia 09 de outubro de 2016 (domingo), provavelmente o horário será às 22h47' EDT, ou no dia 13 de outubro às 21h13' (quinta feira).

A mídia internacional (sem cidadania), deverá ter registros anteriores de credenciais. O prazo para se credenciar será até o dia 30 de setembro de 2016, tanto para a mídia com cidadania ou para a mídia internacional (sem cidadania).

Em geral, a mídia poderá mandar seu pedido de credencial, ou obter maiores informações, através de Keith Koehler, no e-mail: keith.a.koehler@nasa.gov. 

Para maiores informações ligue para o telefone: 757-824-1579.

A nave espacial não tripulada Cygnus, tem por objetivo levar carga de reabastecimento para a Estação Espacial Internacional (EII).

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ondas de choque produzidas por um projétil...

Após um disparo de um projétil (bala), no decorrer de seu trajeto pelo ar, ele faz aproximadamente 1,5 vezes a velocidade do som; ou seja, seria um "voo" supersônico, pois foi em uma velocidade que ultrapassou a do som, que é disseminado no ar.

Quando a barreira do som é rompida por um objeto em movimento, é produzido uma onda de choque, e na maioria das vezes turbulências são geradas.

Observe na imagem logo abaixo, que uma onda de choque foi produzida, repare no arqueamento na ponta do projétil. Também pode ser avistado ao lado do projétil outras ondas de choque, e uma série de rastros turbulentos atrás do projétil.

A imagem foi feita através de um equipamento denominado shadowgraph, em inglês (radiografia); uma imagem formada pela sombra de um objeto; ou seja, um sistema visual apropriado para a observação, que mostra as alterações que um objeto em movimento, tem ou faz quando segue o seu curso.


Para saber a respeito de voo supersônico, clique no link abaixo:
http://postagenszm.blogspot.com.br/2016/04/estudo-sobre-voos-supersonicos.html

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

19P/Borrelly - um cometa desvendado...

A nave espacial Deep Space 1 (Espaço Profundo 1) da Nasa, teve seu lançamento no dia 24 de outubro de 1998 da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, por um foguete Delta II.

Deep Space 1, faz parte de um programa da Nasa, denominado New Millennium (Novo Milênio), que tem por objetivo testar novas tecnologias no espaço.

No dia 22 de setembro de 2001, Deep Space 1 fez uma aproximação ao cometa Borrelly, que foi de aproximadamente 4.800 km  (3.000 milhas). Foi constatado que o núcleo do cometa tem por volta de 8 km (5 milhas) de uma extremidade à outra e assim foi calculado que ele possui cerca de 40 km (25 milhas) de diâmetro.


Foi evidenciado a respeito do cometa através de imagens capturadas, que jatos de poeiras são expelidos do núcleo e do coma, nuvens semelhantes de poeiras e gás circundam o seu núcleo.

A imagem:

Na parte inferior observe que é mostrado o brilho do Sol; também é notado que o principal jato de poeira se alonga rumo ao canto inferior esquerdo, e segue para longe do cometa em uma trajetória por volta de 30 graus do cometa em linha reta rumo ao Sol.  Cores falsas foram utilizadas para demonstrar com mais detalhes os jatos expelidos pelo cometa.

Em relação aos brilhos dos jatos, a cor vermelha indica cerca de um décimo do brilho, segundo o brilho do núcleo, a cor azul, um centésimo de brilho e a cor púrpura um centésimo de brilho. A dilatação da cor vermelha perto do núcleo, indica o local de onde os jatos foram expelidos, que possivelmente são oriundos de ponto discreto na superfície.


Missão de Deep Space 1:

A primeira missão realizada foi o teste com a sua propulsão iônica, no ano de 1999, outras tecnologias de alto risco foram também testadas e concretizadas. E foi aproveitado da propulsão iônica e outros sistemas para o encontro com o cometa.


Mais sobre o Cometa  Borrelly:

É denominado oficialmente de 19P/Borrelly, é um cometa periódico, e descoberto pelo astrônomo francês Alphonse Borrelly, no dia 28 de dezembro de 1904.
Sua evaporização é morosa devido sua órbita não possuir um ponto significativo de maior aproximação com o Sol.

Fonte:
https://www.nasa.gov
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domingo, 18 de setembro de 2016

Um novo foguete ...

Jeff Bezos, fundador e presidente da empresa Amazon, revelou o seu novo foguete denominado New Glenn, que levará cargas e pessoas para o espaço.

New Glenn, é uma lançador reutilizável, que foi desenvolvido pela empresa Blue Origin, e segundo o empresário Jeff Bezos, até o final da década o foguete estará pronto para seu voo, assim que passar pelos estágios programados.

Seus motores teriam cada um 3,85 milhões de libras de empuxo ao nível do mar cada um deles.

"Nossa visão é milhões de pessoas que vivem e trabalham no espaço, e  New Glenn é um passo muito importante", disse Jeff  Bezos, que também é proprietário do jornal The Washington Post.

O foguete foi batizado de New Glenn, em homenagem ao primeiro americano a entrar em órbita da Terra, o astronauta John Glenn.

Para saber a matéria na íntegra clique no link abaixo:
https://www.washingtonpost.com/news/the-switch/wp/2016/09/12/jeff-bezos-just-unveiled-his-new-rocket-and-its-a-monster/

Fonte:
https://www.washingtonpost.com
http://www.dailymail.co.uk
https://translate.google.com.br
https://www.blueorigin.com

sábado, 17 de setembro de 2016

Interação de galáxias e Anel de buracos negros supermassivos ...

A interação de galáxias se de trata Arp 147, também é conhecida como CI 298, onde duas galáxias estão se interagindo, em uma distância aproximada de 430 milhões de anos luz do nosso planeta, na constelação de Cetus, que por sua vez está localizado no hemisfério celestial sul, onde contém outras constelações como por exemplo Eridanus.

Foi possível essa imagem que você pode observar logo abaixo, através dos raios-x, do Observatório de raio-X Chandra da Nasa (cor rosa)  e também pelos dados de ópticas do Telescópio Espacial Hubble (nas cores vermelha, verde e azul), e sendo executada pelo Instituto de Ciência do Telescópio Espacial (Space Telescope Science Institut), ou STScI, sigla em inglês.

Nessa interação das duas galáxias, se preferir Arp 147, gerou um violento crescimento de formação estelar, que é notado como um anel azul, estando repleto de estrelas jovens e massivas. é acreditado que essas estrelas no decorrer do tempo irão evoluir, e em alguns milhões de anos ou em até menos, vão explodir como supernovas e ocasionando estrelas de nêutrons e buracos negros.

Uma parcela das estrelas de nêutrons e buracos negros terão estrelas companheiras, e provavelmente se tornaram fontes de raios-x brilhantes, e como nessa imagem, irão se interagir.

As noves fontes de raios-x espalhados ao redor do anel em Arp 147, são tão brilhantes que possivelmente devem ser buracos negros supermassivos, possuindo massa aproximadamente de 10 a 20 vezes a do nosso Sol.

Foi detectada também, uma fonte de raio-x dentro do núcleo da galáxia, que pode ser observado em vermelho do lado esquerdo, e assim promover energia ao supermassivo buraco negro que não está suprido. Essa fonte não é evidente em uma imagem composta, mas pela imagem de raios-X, é avistada com facilidade.

São também visíveis na Arp 147 outros objetos, repare ma imagem, uma estrela que está na frente, no canto inferior esquerdo e um quasar ao fundo como fonte na cor rosa, acima e à esquerda da galáxia em cor vermelha.

Só foi possível ser estimado uma taxa de formação estelar no anel, através de observações do infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer da Nasa e também observações com ultravioleta do Galaxy Evolution Explorer (GALEX), da Nasa.

Então essas estimativas foram ajustadas com modelos usados para evolução de estrelas binárias, e assim dando aos especialistas uma conclusão da formação estelar mais abundante, que pode ter acabado por volta de 15 milhões de anos (período de tempo da Terra).

Essas conclusões foram publicadas no dia 1 de outubro de 2010, no The Astrophysical Journal, por seus autores: Saul Rappaport e Alan Levine, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), David Pooley de Eureka Científico e Benjamin Steinhorn, que também é do MIT.


Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Nebulosa NGC 7129...

É uma nebulosa de reflexão, sua localização está na direção da constelação do hemisfério celestial norte denominada Cepheus, e possui uma distância em relação à Terra de aproximadamente 3.330 anos-luz.

Ela abriga o lar de pelo menos 130 estrelas ainda jovens, com idade abaixo de 1 milhão de anos, são consideradas muito novas nos parâmetros astronômicos; para se ter uma comparação de ildade, o nosso Sol possivelmente foi gerado em um berçário semelhante, em aproximadamente 4,5 bilhões de anos atrás.

As nebulosas de reflexão, são nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma estrela e geralmente na cor azul; que é notado na imagem, a cor azulada na poeira cósmica que estão circundando as jovens estrelas, onde são refletidas as luzes das mesmas.

A aparência em vermelho crescente, que você pode observar na imagem, na parte superior e inferior da nebulosa NGC 7129, são os denominados objetos de Herbig-Haro (HH), que por sua vez, é gás de hidrogênio ionizado comprimido pelas ondas de choque dos jatos de fluxo contínuo lançados pelas estrelas recém-nascidas.

Fonte:
https://www.nasa.gov
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Hubble expiou dentro da Grande Nuvem de Magalhães...

A Grande Nuvem de Magalhães (em inglês: Large Magellanic Cloud, com a sigla LMC), é uma galáxia anã satélite que tem sua órbita ao redor da Via Láctea, o Telescópio Espacial Hubble com sua câmera avançada de campo largo (Wide Field and Planetary Camera 2), capturou a imagem onde mostra uma agitação de gás brilhante e poeira escura dentro dessa galáxia (ver imagem abaixo).


Você vai observar na imagem que está acima de que se trata de um berçário de estrelas, que é denominado N159, uma região HII. Esse berçário de estrela, está localizado a mais de 160.000 anos-luz de distância do nosso planeta, situado ao sul da Nebulosa da Tarântula - heic 1402
(ver imagem abaixo), sendo outro grande complexo de formação estelar, na Grande Nuvem de Magalhães.

A N159 possui mais de 150 anos-luz de diâmetro, onde ocorre a formação de jovens e quentes estrelas azuis, que emitem grande quantidade de luz ultravioleta, ionizando a nebulosa circundante. Nessa nuvem cósmica, está situada na parte central, a Nebulosa de Papillon
(ver imagem abaixo), que é uma região onde a nebulosidade tem um formato de borboleta,
possui aproximadamente 2 anos-luz de diâmetro. Esse objeto pequeno e intenso, é classificado como High-Excitation Blob (De Alta Excitação Blob, em português), é pensado que está relacionado e de modo convicto, aos primeiros estágios do desenvolvimento das estrelas massivas. O Hubble foi quem solucionou pela primeira vez, a Nebulosa de Papillon.


Grande Nuvem de Magalhães:

É uma galáxia anã satélite que orbita ao redor da Via Láctea, possui um diâmetro que é 20 vezes menor do que o da Via Láctea, e também possui um número de estrelas 10 vezes menor. A LMC (ver imagem abaixo) está a uma distância da Terra acerca de 158.200 anos-luz.

Fonte:
https://www.nasa.gov
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Eclipse lunar penumbral - 16 de setembro...

Um eclipse lunar penumbral, é o eclipse mais difícil de ser avistado, pois ocorre quando a Lua passa pela penumbra da Terra, sendo assim, faz um leve escurecimento na luz da Lua; não há um completo escurecimento da Lua, devido a penumbra não ser escura o suficiente para bloquear a luz solar.


No dia 16 de setembro de 2016, irá acontecer o terceiro eclipse lunar penumbral desse ano, que poderá ser avistado em algumas partes do mundo, a partir das 18H54' UTC  (Tempo Universal Coordenado)

As localidades que vão poder avistar esse eclipse são:

Europa, África, Ásia, Oceano Índico, Oceania, parte do Pacífico, parte do Atlântico e regiões ao leste do Brasil.

Fonte:
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Estrela massiva pode ser fatal para sua vizinhança...

Na imagem capturada pelo Telescópio Espacial da Nasa, mostra uma visão de como uma estrela maciça pode causar destruição na sua vizinhança.

Observe na imagem que está abaixo, que a estrela brilhante no centro da nebulosa é a Eta Carinae, uma das mais massivas estrela da galáxia. Sua luminosidade suntuosa, modela e destrói a nebulosa ao seu redor.


Eta Carinae, é uma estrela gigante,com aproximadamente 100 vezes a massa do nosso astro rei, o Sol, e está queimando com uma grande rapidez o seu combustível nuclear, sendo esse no mínimo 1 milhão de vezes mais brilhante que o nosso Sol. Com o decorrer do tempo sua luminosidade vai desaparecer gradualmente; alguns especialistas acreditam que em um futuro não muito longínquo, irá explodir como uma supernova.

É tão intensa a energia desprendida que a nebulosa ao seu redor paga um preço caro, pois a luz infravermelha da estrela destrói as partículas de poeira, moldando cavidades e assim ficam pilhas de matérias mais densas que indicam que a causa vem da estrela.

Através da observação infravermelha do telescópio Spitzers, é apresentado a poeira em vermelho, e as nuvens de gás quente e brilhante, é mostrado em verde.

O  telescópio Spitzers, expôs imagem de uma parte pequena dessa nebulosa no ano de 2005; em
observações posteriores de toda a região muito mais ampliada em nossa perspectiva, os registros foram conciliado e reprocessados como parte do projeto Galactic Legacy Infrared Mid-Plane Survey Extraordinaire, a sigla: GLIMPSE (Galáctico Legado Infravermelho Médio-Plano Pesquisa Extraordinária, tradução livre).

As imagens infravermelhas foram tomadas com câmera infravermelha a bordo do telescópio Spitzer; sendo as imagens compostas de três canais, revelando projeção de comprimentos de onda de 3,6 mícrons (em azul), 4,5 mícrons (em verde), e 8,0 mícrons (em vermelho).


Eta Carinae:

Está localizada em aproximadamente 10.000 anos-luz de distância do nosso planeta. Essa estrela pode ser avistada a partir do hemisfério sul na constelação da Carina, também designada de constelação da Quilha.  É uma das maiores e mais brilhantes estrelas em nossa galáxia. Há indicação que se trata de um sistema binário, sendo as estrelas bem próximas uma da outra.

Eta Carinae, está chegando ao fim de sua vida, e em curto período de tempo, irá ter uma explosão de uma supernova.

Fonte:
https://www.nasa.gov
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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Os condenados... (trecho)


"São as pessoas que prendem você ao Paraíso ou ao Inferno, ou seja lá qual for o seu destino. Elas são as âncoras. E isso se aplica ao mundo dos vivos também. 
As pessoas são a razão para querer ficar ou nem ligar se chegou a hora de partir" -  Livro : Os condenados de Andrew Pyper.


Andrew Pyper, é um escritor premiado, que nasceu no dia 4 de janeiro de 1968, na cidade de Stratford, que está localizada no Condado de Perth, no sul da província de Ontário, no Canadá.

O livro  - Os condenados:
O autor, explora as conexões de amor e ódio entre irmãos gêmeos, numa história sobrenatural.

Fonte:
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domingo, 11 de setembro de 2016

Formação rochosa no planeta Marte...

No dia 9 de setembro de 2016, o rover Curiosity da Nasa, chegou perto de uma formação rochosa visível na superfície do planeta Marte, mostrando rochas finas em camadas.

O local dessas rochas. é uma região denominada "Murray Buttes" que está situada no nível mais baixo do Monte Afiado (Mount Sharp). onde o rover está fazendo sua exploração.

É acreditado pelos os especialista, que as finas camadas de rochas sobrepostas (uma sobre a outra), é devido aos ventos fortes que sobraram areias das dunas marcianas.

As imagens capturadas são da câmera Mast (Mastcam), que está no rover Curiosity, onde mostra o passado geológico marciano. A equipe do rover, pretende fazer um mosaico com a variedade de imagens capturadas nesse local.


Os pequenos montes (montículos)  e mesas (camada plana com erosão de rochas sedimentares) apareceram na superfície do planeta vermelho, por remanescentes de arenitos antigos corroídos, que teve a origem através de ventos que depositavam areia na parte inferior do Monte afiado, após sua formação.

"Estudar estes montículos de perto nos deu uma melhor compreensão das dunas de areia antigas que se formaram e foram enterrados, quimicamente alterado por águas subterrâneas, exumado e erodido para formar a paisagem que vemos hoje", falou Ashwin Vasavada, projetista do Curiosity no Jet Propulsion Laboratory  (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia (EUA)..

Depois de mais de um mês, e após perfurar o último pequeno monte, o rover seguirá para o sul, ao alto do Monte Afiado.

O rover Curiosity, fez seu pouso no Monte afiado, no ano de 2012, e chegou na parte inferior da montanha no ano de 2014, após ter achado com sucesso e dando veracidade as planícies que circundavam antigos lagos, que forneciam capacidade de vidas para micróbios marcianos, quando em alguma vez do passado se fez presente; e camadas de rochas sedimentares que fez formação para a base do Monte Afiado, que foram empilhadas com sedimentos de antigos lagos de bilhões de anos anteriores.

O Curiosity, está analisando no Monte Afiado, como e quando as antigas condições habitáveis, se transformaram nas condições atuais de seca e de pequenos favorecimentos à vida.

As imagens capturadas pelo Curiosity, que você pode observar no vídeo, mostra o quando as imagens podem ser comparadas com fotos já tomadas dos Parques Nacionais dos EUA, devido as semelhanças.

Fonte:
http://www.jpl.nasa.gov
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Você já ouviu falar em estrelas guia artificiais?...

É uma técnica que utiliza laser, que serve para corrigir problema de desfoque no campo de visão dos astrônomos.

Os lasers, fazem parte de um sistema de óptica adaptativa instalado no Very Large Telescope (VLT), que fica no Observatório Paranal que está localizado na extremidade do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile, que é mantido pelo Observatório Europeu do Sul, em inglês: European Southern Observatory (ESO).

Esse sistema é designado de Four Laser Guide Star Facility (4LGSF) em inglês, no português:
Quatro Estrelas Guia Laser, que dispara quatro raios laser para o céu, com 29,9 centímetros de largura e com 22 Watts de potência cada um, e assim provocam brilho dos átomos de sódio que se situam na camada superior da atmosfera, e desta forma, geram estrelas guia artificiais com aparência de estrelas verdadeiras.

 As estrelas artificiais possibilitam ao sistema de óptica adaptativa, a redução drástica da distorção causada pela atmosfera terrestre, e assim, gerando aos telescópio imagens limpas e nítidas.

Quando se utiliza mais de um raio laser, os astrônomos podem mapear a atmosfera com sutileza de detalhes, de modo chega a beneficiar consideravelmente a qualidade da imagem num campo de visão muito mais amplo.


A imagem acima foi publicada no dia 2 de setembro de 216, e você pode observar feixes de lasers disparados para o céu com muitas nuvens ao pôr do sol, a partir do VLT,  no Observatório Paranal, no Chile.

Fonte:
http://www.eso.org
https://www.nasa.gov
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sábado, 10 de setembro de 2016

Um asteroide chamado Freddie Mercury...

No dia 5  de setembro de 2016, o asteroide 17473, passou a ser chamado de asteroide 17473 Freddiemercury.


Essa é uma homenagem honrosa dada pela União Astronômica Internacional ao célebre e imortal vocalista da banda Queen, que nesse mesmo dia, ou seja, no dia 05 de setembro faria 70 anos de idade.

O anúncio foi feito na comemoração do Freddie For a Day, no Cassino Montreux, nos EUA, pelo amigo pessoal do cantor Freddie Mercury, o guitarrista da banda Queen, Brian May, que falou através de um vídeo para os 1.250 fãs que estavam na festa.

 Brian May:

"Estou feliz em poder anunciar que Minor Planet Center da União Astronômica Internacional, tem hoje o asteroide 17473, descoberto em 1991, e hoje foi designado com o nome de Freddie, honrando o seu 70º aniversário," [...] "É apenas um ponto de luz", continuou..."mas é um ponto muito especial de luz".

        Certificado fornecido pela União Astronômica Internacional e do Minor Planet Center.


Sobre o asteroide 17473 Freddiemercury:

O asteroide, foi encontrado no ano de 1991, possui aproximadamente 3,5 km de diâmetro
(2 milhas) e leva acerca de 3,69 anos para dar uma volta ao redor do Sol, viajando em uma velocidade próxima de 20 km / segundo.

O asteroide, está situado entre os planetas Marte e Júpiter, em um grande cinturão de asteroides e está aproximadamente 320 milhões km (199 milhões milhas) de distância da Terra; ele reflete somente por volta de 30% da luz do Sol que recai sobre ele, sendo complicado de observá-lo com telescópio comum, e sem possibilidade de ser avistado a olho nu, e somente com um telescópio muito potente que ele pode ser observado.

                                             Reprodução de animação: Mirror

Sobre Freddie Mercury:

Com o nome de batismo de Farrokh Bulsara, mas conhecido mundialmente pelo seu nome artístico de Freddie Mercury, foi cantor, pianista, compositor, fundador e vocalista de umas maiores bandas do planeta, a banda britânica de rock Queen.

Freddie Mercury, nasceu no dia 5 de setembro de 1946, na Cidade de Pedra, na Tanzânia e seu falecimento foi no dia  24 de novembro de 1991, em Kensington, Londres, no Reino Unido.


Curiosidades:

O asteroide tinha o nome anteriormente de 1991 FM3, quando foi descoberto, depois passou a ser chamado de asteroide 17473 e agora possui o nome oficial de asteroide 17473 Freddiemercury.

O asteroide coincidentemente, foi descoberto no ano da morte de Freddie Mercury, em 1991.

O guitarrista da banda Brian May, além de ser músico é também doutorado em Astrofísica pelo conceituado Imperial College London.

A banda Queen, esteve no Brasil nos dias 27 e 28 de março de 1981, e fez suas apresentações no Estádio do Morumbi, na cidade de São Paulo. No mês de janeiro de 1985, a banda Queen voltou ao Brasil, onde participou do Rock in Rio I.

Fonte:
http://rollingstone.uol.com.br
http://brianmay.com
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https://www.youtube.com
http://www.mirror.co.uk

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Rumo ao encontro do asteroide Bennu ...

A nave espacial OSIRIS-Rex da Nasa, foi lançada ao espaço com a missão de transportar amostras do asteroide Bennu, para a Terra.

No dia 08 de setembro de 2016, a partir do Complexo de Lançamento 41 na Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), a nave espacial OSIRIS-Rex, foi levada para o espaço pelo foguete Atlas V, às 19h05 (horário local).

Charles Bolden, administrador da Nasa falou, "Hoje, nós celebramos um grande marco para esta missão notável, e por esta equipe da missão" e continuou... "Estamos muito animados sobre o que esta missão pode nos dizer a respeito da origem do nosso Sistema Solar, e nós celebramos o quadro maior da ciência que está nos ajudando a fazer descobertas e cumprir metas que poderiam ter sido ficção científica ontem, mas são fatos científicos hoje."


Dante Lauretta, diretor da OSIRIS-Rex e investigador da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA) disse, "Com o lançamento bem sucedido de hoje, a sonda Osiris-Rex embarca em uma viagem de exploração para Bennu" e continuou... "Eu não poderia estar mais orgulhoso da equipe que fez esta missão uma realidade, e eu não posso esperar para ver o que vamos descobrir no Bennu".

Trajetória:

A nave espacial OSIRIS-Rex terá aproximadamente uma jornada de dois anos para chegar ao asteroide Bennu (2018). Depois de sua chegada, OSIRIS-Rex, vai ficar mais dois anos realizando procedimentos de mapeamento de superfície e reconhecimento local, antes de concretizar a operação de amostragem, prevista para o ano 2020, E no ano de 2023, OSIRIS-Rex estará de volta no nosso planeta com amostra do asteroide para análises.


A Missão:

É a exploração do asteroide 101955 Bennu, onde a nave espacial OSIRIS-REx irá recolher material e retornará para a Terra, para análises.

Essa missão tem por objetivo, o estudo do material que será recolhido do asteroide em torno de 60 gramas (2,1 onças), pois esse material, pode vir a explicar a origem do nosso Sistema Solar, por ser um material provavelmente inalterado, ou seja,  pode conter matérias orgânicas do Sistema Solar ainda jovem.

O que se espera:

Os cientistas, esperam encontrar evidências, não só da origem do Sistema Solar, mas também, fontes de água e moléculas orgânicas que possam ter contribuído para o desenvolvimento da vida no nosso planeta.

Mike Donnelly, gerente de projeto OSIRIS-Rex na Nasa Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Maryland (EUA) disse, "É gratificante ver o culminar anos de esforços a partir desta excelente equipe" e continuou... "Nós fomos capazes de entregar OSIRIS-Rex no prazo e dentro orçamento para o local de lançamento, e em breve fazer algo que nenhuma outra sonda da Nasa tinha feito; trazer de volta uma amostra de um asteroide "

Fonte:
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Bela imagem do eclipse solar anular...

No dia 1 de setembro de 2016, ocorreu o eclipse solar anular, e a imagem que você pode ver abaixo, foi capturada por Stephane Moser, que é um fotografo artístico e profissional da Ilha da Reunião.

Na imagem é observado que a silhueta do nosso satélite natural, a Lua, não chegou a encobrir o Sol por completo, onde se deu o eclipse solar anular.


O eclipse se formando:

O trajeto da Lua, fez com que a sua sombra cobrisse apenas a parte central com uma largura de aproximadamente 100 km (62 milhas) no ápice do eclipse, que teve uma duração de poucos minutos.

Trajetória:

A rota em que pôde ser observado o eclipse, teve seu início no Atlântico Sul, prosseguiu para o leste em toda a África, e teve seu término no Oceano Índico.

Observadores que estavam a postos no lado norte da Ilha Reunião (Reunion Island*) no oceano Índico, puderam avistar o eclipse prontamente quando a sombra da Lua se projetava na parte central, ou seja, no momento do eclipse, em sua fase anular. Esse fenômeno, como já foi dito anteriormente, teve uma duração de poucos minutos.

No céu também haviam nuvens, que ameaçavam ocultar o Sol, que estava quase eclipsado, e desta forma, as nuvens fizeram com que o céu ficasse surpreendente, e assim foi capturado na fotografia, no lado norte da grande ilha de aproximadamente 2.510 km²

A ilha*:

Ilha da Reunião ou Réunion (em francês), é um departamento (província) da França, ficando próxima à África, no oceano Índico; tem como capital a cidade de Saint-Denis. Reunião, possui uma população de 850.000 habitantes (dados de 2014) que compartilham a ilha por uma extensão acerca de 2.520 km².
Réunion, fica localizada aproximadamente 680 km (422 milhas) a leste de Madagascar, que é uma grande ilha que está situada ao largo da costa sudeste da África.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
http://www.3dev.re (Stephane Moser)
http://escola.britannica.com.br
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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Cratera de impacto: simples e complexa...

A Terra, habitualmente, ou seja, diariamente é bombardeada por mais de 100 toneladas de pó e fragmentos do tamanho de um grão de areia.

Anualmente, um asteroide do tamanho de um carro, colidi com a atmosfera da Terra, onde gera uma bola de fogo (bólido), que é desintegrada antes de atingir a superfície do planeta.

Através de pesquisas realizadas a respeito da história do nosso planeta, a cada 5 mil anos ou mais, um objeto do tamanho de um campo de futebol, colidi com a superfície da Terra, e desta forma causa danos incalculáveis.

Agora um objeto grande o suficiente para causar um impacto catastrófico, quanto chega a atingir a superfície do nosso planeta; pode vir a ameaçar uma região, ou até mesmo a civilização terráquea; através de estudos realizados, é estimado que pode vir a ocorrer a cada poucos milhões de anos.


Um dos exemplos de um grande impacto ocorrido no nosso planeta e que até hoje é bem visível, apesar das condições climáticas (vento forte, temporal, seca, calor tórrido, nevasca etc.) e processos geológicos, é a Cratera de Barringer, conhecida também como Cratera do Meteoro ou Meteor Crater, em inglês.

A Cratera de Barringer, está localizada próxima de Winslow, no Arizona (EUA), sendo a primeira cratera de impacto reconhecida pelos cientistas.

É pensado que ela se originou por um asteroide com um tamanho de aproximadamente 50 metros, colidiu com superfície causando uma cicatriz de 1,2 km (quase uma milha) de diâmetro e 170 metros de profundidade; isso por volta de 50.000 anos atrás.

A Meteor Crater, foi nomeada Cratera de Barringer, em homenagem ao  geólogo americano Daniel Barringer, por ser o primeiro a evidenciar  a existência de uma cratera de impacto no nosso planeta.

A partir da Cratera de Barringer, até o momento, foram reconhecidas no nosso planeta, através de investigações com base no espaço aéreo, no subsolo e escavações, 188 crateras de impactos.

Na imagem abaixo, veja a Cratera do Meteoro, que foi fotografada a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), quando estava a Expedição 44. Você pode observar que a aparência da cratera é similar a uma caixa, vista de cima, isso pode ser resultante das características geológica da região do impacto.


Estudo da forma de uma cratera de impacto:

A morfologia das crateras geradas por impacto, se diferencia baseado no seu tamanho.

Uma cratera de impacto de até 4 km de diâmetro tem seu formato, em forma de tigela, como é o caso da Cratera de Barringer, que recebe a classificação pelos cientistas de estrutura simples.


Agora uma cratera de impacto que possui 4 km ou mais de diâmetro, é classificada de estrutura complexa, que possuem por características no seu centro um pico ou anel erguido, e a borda interna ruida.


Um exemplo de cratera com estrutura complexa, é a Cratera Gosses Bluff, que foi gerada através de um grande impacto por um cometa ou meteorito, em aproximadamente 142 milhões de anos atrás.

A Cratera Gosses Bluff, fica localizada na parte sul do Território do Norte da Austrália, ela possui cerca de 3 km de diâmetro, que é a sobra do círculo mais interno da cicatriz original. A borda externa da cratera, foi consumido devido ao processo de erosão do solo, mas é pensado que tinha aproximadamente 20 km de diâmetro.

Essa cratera foi batizada com o nome de  Gosses Bluff, no ano de 1872,  pelo explorador australiano Ernest Giles, em homenagem ao seu irmão William Gosse, também explorador australiano.

Na imagem abaixo, você pode ver a Cratera Gosses Bluff, que foi fotografada a partir da EEI, com a Expedição 44, no ano de 2015.


Esses dois modelos relevantes das formas de crateras, foram avistadas ao longo do Sistema Solar, tais como no nosso planeta.

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://www.jpl.nasa.gov
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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Júpiter e sua lua Io...

No ano de 1979, a sonda espacial Voyager 1, trafegou pelo planeta Júpiter e suas luas, e foram capturadas imagens que foram registradas pela câmera que está a bordo da sonda espacial.

A lua Io, está sobre Júpiter, e ao fundo nuvens generalizadas circundando o gigante de gás, a Voyager 1 fez o registro de imagem, a uma distância de aproximadamente 8,3 milhões km
(5,2 milhões mi).

Io, que está no centro dessa imagem, demostra formas redondas com características intrigantes sobre a sua superfície, com centros escuros e beiras brilhantes possuindo mais de 60 km
(37 milhas) de diâmetros, o que é sabido agora, que se trata de origem vulcânica. Devido aos recursos que haviam, era acreditado em crateras de impactos, tinham origem por corpos rochosos que são habituais no nosso Sistema Solar.

No entanto, a sonda espacial Voyager 1 continuou a se aproximar da lua Io, e em imagem vista mais de perto foi revelado que nesse estranho mundo, não havia cratera de impacto, e o que foi visto anteriormente, surgiram devido as atividades vulcânicas.

Nesse começo de ano a nave espacial Juno da Nasa, começou a orbitar o planeta Júpiter e na semana que se passou, Juno foi mais adentro em torno de 5 mil km (3 mil milhas) da nuvens do gigante gasoso.

E nos próximo dois anos, é esperado que Juno forneça mais informações e trazendo novidades a repeito de Júpiter, e revelando por exemplo, o que está no núcleo desse planeta.


Fonte:
https://www.nasa.gov
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Aurora no pólo sul do gigante planeta gasoso...

No dia 27 de agosto de 2016, a sonda espacial Juno, capturou imagens em infravermelho, que ainda não havia outra igual. São de três imagens, que foram constituídas em um mosaico, pois foram capturadas instantaneamente, ou seja, foram capturadas uma a poucos minutos da outra, em um ponto da órbita em que a nave estava mais próxima do planeta.

A Câmera Jovian Infrared Aurora Mapper (JIRAM) que está a bordo da nave espacial Juno, obteve um avistamento em comprimentos de onda variando de 3,3 a 3,6 mícrons-os em comprimentos em onda de luz mandados por íons de hidrogênio, nas regiões polares.

A imagem que você pode ver abaixo, é a Aurora no pólo sul do planeta Júpiter, pois a partir do nosso planeta é praticamente impossível de ser avistada, pelo fato da posição da Terra em relação ao pólo sul do gigante gasoso.

Fonte:
https://www.nasa.gov
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domingo, 4 de setembro de 2016

Neblina na cidade de Campinas...

A cidade de Campinas que fica localizada no interior do estado de São Paulo, localizada aproximadamente a 99 km a noroeste da cidade de São Paulo (Brasil), no dia 1 de setembro de 2016, amanheceu coberta por uma intensa neblina, que permaneceu até às 7 horas e 30 minutos (horário de Brasília) aproximadamente.

Neblina:

É um fenômeno atmosférico causado pela condensação da umidade presente no ar em forma de vapor, é quando a visibilidade é maior que 1 km, se fosse menor a visibilidade, seria nevoeiro. No decorrer das horas a neblina vai se dissipar, mas para isso o dia tem que esquentar, para haver o aquecimento do ar. Essa dissipação da neblina, pode acontecer rápido ou demorado, vai depender muito do dia.

Esse fenômeno atmosférico ocorre geralmente devido as chuvas. A umidade local tende a aumentar por causa da evaporação da água. Na madrugada e no período da manhã, quando as temperaturas são as mais baixas, essa água tem a tendência de evaporar, conforme o dia vai esquentando, gerando aquela aparência de fumaça branca causando uma certa dificuldade de visualização do que está a nossa frente ou ao nosso redor.

Veja as imagens abaixo: