domingo, 31 de julho de 2016

Microgravidade...

 A microgravidade ou ausência de peso é uma experiência (de pessoas e ou objetos) sentida durante a queda livre, aonde não se tem um peso evidente.

O espaço é o único local que possui a ausência de peso devido ao vácuo, isso se dá porque radiação de alta energia procedente do Sol e de outras procedências cósmicas, formam um ambiente com ausência de ações gravitacionais.

No espaço, ação da microgravidade, acontece em uma espaçonave e tudo que está dentro dela, porque estão está num estado chamado de queda livre.

A ausência da gravidade, serve para a observação e exploração de fenômenos de processos em experiências científicas e tecnológicas, pois no ambiente da Terra, não seria possível, pois estaria sob interferência da gravidade terrestre.

O gerenciamento de uma experiência em num ambiente de microgravidade proporciona uma melhor percepção, após aprimoramento no nosso planeta, de processos físicos, químicos e biológicos.

Simulações de microgravidade por especialistas:

Feito por cientistas da Nasa, no momento da queda livre, os objetos ficam sob a ação da microgravidade, no Tubo de Queda Livre, que fica em Cleveland, no estado de Ohio (EUA). O
veículo que pesa quase 910 kg e cai em 5.18 segundos numa câmara de vácuo de 140 metros de profundidade.


Na Universidade de Bremen,na Alemanha, a Torre de queda livre que se chama Fallturm Bremen, tem 123 metros de profundidade, o suficiente para gerar microgravidade em objetos em queda, 4.74 segundos ou por mais de 9 segundos com o auxilio de uma catapulta.


Second Drop Tower, que fica em Bookpark, em Ohio (EUA), foi criada para a destilação de petróleo, mas passou a ser utilizada pela Nasa, para o experimento em queda livre, e assim gerar a microgravidade. A torre possui 30 metros, e desta forma são feitas simulações de gravidade zero por 2.2 segundos. 


A torre Vacuum-dynamic stand, que fica na cidade de Chelyabinsk (Rússia), é realizada queda livre, e desta forma gerando a microgravidade, com um peso de 30.000 kg, sendo lançado e uma altura de 29 metros de altura em uma câmara de vácuo.


Na China, o Laboratório Nacional de Microgravidade que fica em Pequim (Key Laboratory of Microgravity da Academia Chinesa de Ciências), tem a Torre de Queda, onde é realizado estudo da gravidade zero.


A Nasa também realiza estudo da gravidade zero em Voo Parabólico, é onde um avião faz uma subida velocíssima e quando atinge uma certa altura, os motores são desligados, e aí começa cair em queda livre, e por segundos é gerado a microgravidade.


O  Laboratório de Flutuação Neutra da Nasa, que está localizado no Sonny Carter, o Centro de Treinamento Espacial Johnson da Nasa em Houston, no Texas (EUA), possui as piscinas que também fornecem experimentos de ausência de peso, simulando a microgravidade, seria o que os astronautas sentem nas suas missões. Uma pessoa com formação nessa área entra na piscina com equipamentos por intermédio de uma ponte rolante, logo depois é erguido, atingindo a flutuação neutra.


Outras formas de gerar a microgravidade e estudo:

Foguetes-Sondas, utilizados para transportes de equipamentos, atingem uma altura aproximadamente entre 50 a 1.500 km acima da superfície terrestre; esse voo sub-orbital tem um tempo de duração acerca de 30 minutos.

Satélites Recuperáveis, são utilizados em experiências que envolvem fluídos, combustão em microgravidade, pois podem passar um período em órbita e retorna a Terra, isso porque possui um formato de projétil e é sua estrutura é blindada.


Balões de Grandes Altitudes,  também são utilizados em gerar a microgravidade, isso se dá quando atingem uma determinada altura, e depois são lançados para uma queda livre.
Fonte:
http://www.msn.com
http://noticias.uol.com.br
https://pt.wikipedia.org
http://www.las.inpe.br

sábado, 30 de julho de 2016

Peixe petrificado em Marte?...

Um caçador de alienígenas Scott C. Waring, relatou em uma publicação em seu site de ter encontrado um grande peixe petrificado entre as rochas do planeta Marte, através de imagem em preto e branco capturada no dia 23 de Março de 2016, pelo rover Curiosity, da Nasa.

O local onde está o possível peixe petrificado, é precisamente a área que é acreditado pelos cientistas da Nasa, onde possivelmente poderia ter tido um enorme oceano.

No seu site, Waring escreveu entre outras coisas:

"[...] No ano passado, a NASA anunciou que havia oceanos em Marte [...] Eu acho que este peixe petrificado é prova disso. [...]  Eu colori o peixe para tornar mais fácil para os olhos. O peixe também é de cerca de meio metro de comprimento...".

Mais uma vez Marte, é citado por haver coisas ou objetos, onde indicaria que houve presença de alguma civilização e agora uma suposta evidência de que também havia vida marinha.

Bom, agora vai de cada um acreditar ou não!

Fonte:
http://www.dailymail.co.uk
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Chuva de meteoros Delta Aquirídeas...

É uma chuva anual de meteoros que ocorre entre os dias 14 de julho e 18 de agosto, mas para melhor ser avistada, será o dia 29 de julho, pela madrugada, entre a meia-noite e antes do amanhecer, pois nesse período acontece o maior número de meteoros, e sendo assim poderá ser avistada essa chuva a olho nu, sem a necessidade do uso de telescópio ou binóculos.

A lua vai estar na fase minguante, e assim com menos claridade, a observação será bem melhor, segundo especialistas, o número de meteoros será de 20 meteoros por hora.


Fonte:
https://pt.wikipedia.org
https://noticias.terra.com.br

Imagem da baía de Chesapeake partir da EEI...

Imagem do brilho do Sol iluminando as águas da Baía de Chesapeake (ver imagem abaixo\), foi capturada a partir da Estação Espacial Internacional (EEI) pelo comandante Jeff Williams da Nasa (Expedição 48), no dia 21 de julho de 2016. A imagem foi compartilhada por ele com os seguintes dizeres:

 "Morning passing over the Chesapeake Bay heading across the Atlantic.", em inglês.

"Manhã que passa sobre a Baía de Chesapeake atravessando o Atlântico.", em português.


A Baía de Chesapeake:

Chesapeake Bay, em inglês;  é o maior Foz nos Estados Unidos, deságua no oceano Atlântico, e é circundada pelos estados de Maryland e Virgínia (EUA).

A Baía de Chesapeake, possui uma área aproximadamente de 166.534 km² no Distrito de Columbia, Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware, Maryland, Virgínia e Virgínia Ocidental (EUA).

Mais de 150 rios deságuam na Baía de Chesapeake.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://www.google.com.br/maps
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Rover e um selfie...

No dia  11 de maio de 2016, o rover Curiosity fez um selfie em uma área de perfuração denominada "Okoruso" no inferior do Monte Sharp do "Naukluft Plateau."(Platô Naukluft) no planeta vermelho.

No mês de setembro do ano de 2014, o rover Curiosity chegou no inferior da montanha denominada Monte Sharp, que sai do centro da cratera Gale. O Monte Sharp possui aproximadamente 5 km de altura.

O rover analisa as rochas, para saber sobre a história e também entender de como Marte chegou a ficar um planeta inóspito. O robô está em solo marciano desde o ano de 2012.

Curiosidade:

Para esse selfie, foram tiradas diversas imagens, feito um mosaico e montagem, através da câmera Mars Hand Lens Imager - MAHLI (Mali), que se encontra no braço robótico do rover.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A volta dos planetas em torno do Sol...

No nosso Sistema Solar tem oito planetas, que orbitam em torno de sua estrela, que no caso é o Sol, esses oito planetas levam tempos diferentes para dar uma volta completa.

Abaixo os planetas estão na ordem a partir do Sol, quanto mais longe o planeta for do Sol, mais tempo ele leva para dar a volta completa no nosso astro rei, ou seja, há um maior período de translação.

Mercúrio, leva 88 dias para uma volta completa.

Vênus, leva 224 dias para uma volta completa.

Terra leva 365 dias, mais exatamente 365,2564 dias para dar a volta completa.

Marte, leva 697 dias para uma volta completa.

Júpiter, leva 11.9 anos (anos da Terra) para uma volta completa.

Saturno, leva 29.5 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Urano, leva 84 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Netuno, leva 164 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Os planetas anões do Sistema Solar:

Ceres: leva 4.6 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Plutão, leva 248.6 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Haumea: leva 283 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Makemake: leva aproximadamente 310 anos (anos da Terra) para dar a volta completa.

Éris, leva 557 anos  (anos da Terra) para dar a volta completa.



terça-feira, 26 de julho de 2016

Halo de gás quente que envolve a Via Láctea...

A nossa Via Láctea é envolvida em um enorme halo de gás quente que é composto de plasma ionizado, que se prolonga por centenas de milhares de anos-luz, diz um novo estudo.

Em um estudo feito por especialistas entre os anos de 2000 até 2012, sobre o halo de gás quente, chegaram a uma estimativa que a massa do halo é passível de comparação à massa de todas as estrelas na Via Láctea. Nesse estudo foram utilizado: o Observatório de Raios-X Chandra da Nasa, o XMM-Newton, que é um telescópio da Agência Espacial Europeia (ESA), e o Suzaku satélite do Japão.

Em um estudo recente publicado no Astrophysical Journal, diz que astrônomos da Universidade da Faculdade de Literatura, Ciência de Michigan, e as Artes (LSA, sigla em inglês), nos Estados Unidos, constataram que o gás quente do halo da galáxia Via Láctea que engloba a nossa estrela, planetas, gás e poeira, está girando na mesma direção e na velocidade similar do disco da galáxia.

Essa nova compreensão pode vir dar uma luz, a respeito de que forma os átomos individuais se juntam em estrelas, planetas e galáxias como a nossa, e qual o futuro pode ser esperado em relação as galáxias.

Há muito tempo os cientistas vinham curiosos a respeito das galáxias incluindo a Via Láctea, pois é acreditado que aproximadamente 80% da matéria no universo é a "matéria escura" misteriosa e, até nesse momento só pode ser identificada por sua força gravitacional. Entretanto até mesmo a maioria do que resta dos 20% da matéria "normal" está em falta a partir dos discos das galáxias, porém há pouco tempo, alguma matéria "em falta", foi encontrada no halo.

Os pesquisadores da Universidade de Michigan (UM) dizem que aprender a respeito da direção e velocidade do halo girando, pode auxiliar no conhecimento de como o material chegou lá, e como se estabeleceu na galáxia.

"Agora que sabemos sobre a rotação, os teóricos vão começar a usar isso para aprender como a nossa Via Láctea foi formada, e seu destino final", falou Joel Bregman, professor da UM de astronomia.


Esse estudo foi financiado pela Nasa, e foram usados dados de arquivo do estudo anterior, do Observatório de Raios-X Chandra da Nasa, do XMM-Newton, da ESA e do Suzaku satélite do Japão

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://chandra.harvard.edu
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Uma linda imagem do planeta vermelho...

Foi publicado essa matéria pela Nasa no dia 10 de julho de 2001, onde o Telescópio Espacial Hubble, capturou a imagem que está logo abaixo.

Observe a imagem e segue a descrição:

Um cortina de nuvens de gelo de água observada acima, giro de duas tempestades de poeira observáveis, uma elevada acima da calota polar do norte, e a outra que se espalha fora da bacia de impacto Hellas no canto inferior direito do disco.


Os especialistas querem entender a história e os processos que transformam e moldam o ambiente do planeta Marte.

Fonte:
http://epod.usra.edu
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

domingo, 24 de julho de 2016

Bacia de impacto Hellas...

É uma imensa bacia de impacto circular localizada no hemisfério sul do planeta vermelho.

É pensado que a bacia de impacto Hellas, foi originada há 3.9 bilhões de anos passados, devido a uma enorme colisão de um gigantesco asteroide ter atingido a superfície do planeta Marte.

Hellas, possui um diâmetro aproximado de 2,300 km, é considerada a segunda maior bacia do Sistema Solar, pois a maior é a bacia Aitken no pólo sul da Lua.

Através de observações, as bordas dessa bacia de impacto está abarrotada de sedimentos, é acreditado que esses sedimentos foram acumulados, ou melhor dizendo, depositado por um rio, pois a borda é cortada por uma vala. E tudo leva a ser acreditado que possa haver diversos minerais existentes.

No ano de 2010, através da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, a Nasa divulgou a imagem que está logo abaixo, da bacia de impacto Hellas, as rochas dessa bacia, sendo modificada por ventos, com o passar do tempo.

Fonte:
http://g1.globo.com
http://epod.usra.edu
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 23 de julho de 2016

A estrela Proxima Centauri...

No ano de 1915, o astrônomo britânico-sul-africano Robert Thorburn Ayton Innes, descobriu a estrela Proxima Centauri.

Essa estrela é a mais próxima da Terra depois do Sol, ela faz parte do sistema estelar Alpha Centauri, e a sua luz leva 4.24 anos para chegar até nós, e tem apenas aproximadamente 40 trilhões Km de distância; para se ter uma ideia, o nosso Sol, está distante da Terra acerca de 150 milhões km, e a sua luz leva 8 minutos para chegar aqui no nosso planeta.

A estrela Proxima Centauri, é uma anã vermelha, e está localizada na constelação do Centauro, ela é bem pequena e difícil de ser visualizada, e a olho nu não é possível encontrá-la. Ela é tão fraca que o seu brilho é  aproximadamente 10 mil vezes menor que o nosso Sol, apenas por telescópio com uma abertura de pelo menos 8 cm, ela poderá ser observada, e o sistema Alpha Centauri, pode ser avistado especialmente a partir do Hemisfério sul.

O Telescópio Espacial Hubble, capturou uma imagem da estrela Proxima Cantauri, que você pode observar na imagem abaixo; a estrela está no centro da imagem, e o formato de X, foi gerado pelo telescópio ao redor da estrela por causa do pico de difração. No fundo da imagem, nota que há várias estrela da Via Láctea.


O Observatório Europeu do Sul - ESO (European Southern Observatory 's), iniciou um estudo a respeito das pequenas variações na Proxima Centauri, para ver se é um planeta orbitando ao seu redor, e se for, provavelmente o seu tamanho pode ser igual o da Terra. Apesar de ser incerto, uma civilização moderna poderia estar habitando o planeta, e pelo fato de ser uma distância razoável, nós terráqueos poderíamos fazer contato com eles.


O sistema estelar Alpha Centauri:

É constituído pelas estrelas, Alfa Centauri A, Alfa Centauri B e Alfa Centauri C. Esse é sistema solar mais próximo de nós.

A estrela Alfa Centauri A e Alfa Centauri B, são as mais brilhantes, e orbitam um centro de gravidade comum e formam um sistema binário do qual a separação é somente de 23 vezes a distância entre o Sol e o nosso planeta, podem ser avistadas com telescópio comum.

A terceira estrela, a Alfa Centauri C, que é um pequenina massiva estrela anã vermelha, ela é uma das menores estrela até então conhecidas, ele é muito difícil de ser localizada, e é acreditado que ela leva pouco milhões de anos para realizar sua volta completa ao redor das duas estrelas anteriores, sendo essa a Proxima Centauri.

Fonte:
http://apod.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Novamente o alinhamento dos planetas...

Se por acaso você não pode ver esse evento no começo do ano, você vai ter uma nova chance de ver, pois no mês de agosto os planetas  Júpiter, Marte, Saturno, Vênus e Mercúrio, vão estar em visíveis no céu, outra vez!

O alinhamento desses cinco planetas voltará a aparecer, entre os dias 13 a 19 de agosto de 2016, mas dessa vez, os planetas Mercúrio e Vênus, não serão observados facilmente, devido suas posições estarem mais abaixo ao oeste no entardecer, de acordo o site earthsky.org.

No céu, os cinco planetas vão estar em uma reta que se prolongará do horizonte oeste ao leste, sendo observada no começo da noite (depois do pôr do sol).

Para uma observação melhor, procurar lugares longe das luzes, para a claridade não atrapalhar, e torcer para o céu não estar nublado. .

Um evento como esse, irá se repetir apenas em meados do ano de 2040, quando os cinco planetas, estarão a 9.3 graus no céu.

Fonte:
http://earthsky.org
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Um grande animal... (frase)

"Um dragão de pano oscilou em mastros por cima de uma multidão exultante. De uma torre fumegante, um grande animal de pedra levantou voo, exalando fogo de sombras…" (série Game of Thrones).


Série de televisão norte-americana criada por David Benioff e D. B. Weiss para a Emissora de Televisão HBO.

Fonte:
http://www.gameofthronesbr.com

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Locais de lançamentos de foguetes...

Centros ou bases de lançamentos espaciais, são locais particularmente organizados e preparados para o lançamento de foguetes e ônibus para fora da órbita terrestres.

Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) : 

Também conhecida como Barreira do Inferno, é uma base da Força Aérea Brasileira para lançamentos de foguetes. Foi criada no ano de 1965, e foi a primeira base aérea de foguetes da América do Sul. Sua localização fica na Rota do Sol, na cidade de Parnamirim, acerca de 12 km de Natal que é a capital do estado do Rio Grande do Norte (Brasil).


Centro de Lançamento de Alcântara (CLA):

É a segunda base de lançamento de foguetes da Força Aérea Brasileira, e possui uma área de aproximadamente 620 km², e está situada na cidade de Alcântara, a 32 km aproximadamente de São Luís, que é a capital do estado do Maranhão (Brasil).


Centro Espacial John F. Kennedy (KSC) - Cabo Canaveral:

É o local de lançamento de veículos espaciais da Nasa. Ele dispõe aproximadamente 55 km de comprimento e perto de 10 km de largura, ocupando uma área por volta de 567 km², e fica situado no Cabo Canaveral, na Ilha Merritt, entre Miami e Jacksonville (EUA).


Cosmódromo de Baikonur:

É a primeira e a maior base de lançamentos de foguetes do mundo, possui uma área de aproximadamente 6.717 km², pertence a República do Cazaquistão (Caza), e fica localizada próxima de um povoado que se chama Tyuratam.  Está em exercício, a partir da década de 1950.


Centro de Lançamento de Satélite de Jiuquan (JSLC):

É um centro de lançamento de veículos espaciais (portoespacial) da República Popular da China, localizado no deserto de Gobi, aproximadamente 1.600 km de Pequim. Foi criada no ano de 1958.


Centro Espacial de Kourou (em francês Centre spatial guyanais, "Centro espacial guianense"):

É o porto espacial de lançamentos da Agência Espacial Européia (ESA), está situado na Guiana Francesa, e localizado no município de Kourou . Ele está em operação desde o ano de 1968, e por estar perto da  Linha do Equador é um local favorável, pois os lançamentos estão em uma direção sobre a água.


Na América do Norte (EUA):
- Base da Força Aérea de Vandenberg, Califórnia
- Complexo de Lançamentos de Kodiak, Kodiak Island Borough, Alasca
- Aeroporto de Meadows, Bakersfield, Califórnia (Faz estudo e testes orbitais dos foguetes Pegasus).
- Base de Lançamentos Espaciais de Mojave, Mojave, Califórnia
- Base de Lançamentos Espaciais de Oklahoma, Burns Flat, Oklahoma
- Base de Lançamentos Espaciais Regional de Southwest, Upham, Novo México

Na Ásia:
- Cosmódromo de Plesetsk, Rússia
- Centro de Lançamento de Satélite de Wenchang, China
- Centro de Lançamento de Taiyuan, China
- Centro Espacial de Xichang, China
- Centro Espacial de Tanegashima, Ilhas Tanegashima, Japão
- Centro Espacial de Uchinoura, Japão
- Centro Espacial de Satish Dhawan, Índia

Na Europa:
- Centro de Lançamento de Esrange, Kiruna, Suécia
- Centro de Lançamento de Andøya, Andøy, Noruega

Na Oceania: 
-  Base de Lançamentos Espaciais das Ilhas Christmas, Austrália.

Abaixo vídeo de um lançamento:

Fonte:
http://www.fab.mil.br
https://pt.wikipedia.org
https://en.wikipedia.org
https://www.kennedyspacecenter.com
https://www.youtube.com
https://translate.google.com.br
https://www.google.com.br

terça-feira, 19 de julho de 2016

Falcon 9 lançou a Dragon rumo a EEI com sucesso....

SpaceX lançou o foguete Falcon 9, rumo a Estação Espacial Internacional (EEI), na madrugada do dia 18 de julho de 2016 à 1h45' (horário de de Brasilia).

O lançamento foi a partir do complexo de lançamento 40 na Estação Cabo Canaveral Air Force (CCAFS) na Flórida (EUA).

A bordo da nave espacial Dragon, há aproximadamente 2 mil quilos (2 toneladas) de provisões, equipamentos para experiências científicas e também um sequenciador de DNA em miniatura, sendo o primeiro a ir ao espaço, pois amostras de DNA serão testadas na microgravidade.

No cume do foguete, está a nave espacial Dragon, e é dentro dela que estão armazenados as provisões, os equipamentos e o sequenciador.

No interior da nave espacial Dragon, há também um anel de atracamento com 2.4 metros de diâmetro, que terá como finalidade de proporcionar as naves comerciais transportem astronautas para a EEI, ou seja, o anel será fixado no porto onde as naves atracam na EEI, e ele terá a serventia para as naves espaciais comerciais tripuladas desenvolvidas pela SpaceX e pela Boeing, atracarem. Os testes desse tipo de jornada, estão previstos para se iniciarem no próximo ano (2017).


Depois do lançamento em aproximadamente 10 minutos, a nave espacial Dragon alcançou a órbita desejada, se desprendeu, introduziu os painéis solares e começou uma sucessão de tiros de propulsão, para seguir ruma a EEI em uma viagem de dois dias, com previsão de chegada no dia 20 de julho de 2016.

Assim que a Dragon seguiu seu rumo, a parte principal do foguete Falcon 9, se desacoplou e retornou à Terra, e fez seu pouso bem sucedido em terra firme no Cabo Canaveral, acerca de alguns quilômetros do seu lançamento, no local já previsto.


Se você quiser ver a chegada da Dragon na EEI, no dia 20 de julho, a Nasa fará a cobertura ao vivo, que vai ter seu início às 5h30' am EDT, através da TV Nasa, veja o link abaixo.

Link TV Nasa: http://www.nasa.gov/multimedia/nasatv/#public 

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://www.msn.com
https://www.youtube.com

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Um crânio na superfície de Marte?...

Através das imagens capturadas pelo Rover Curiosity da Nasa no planeta vermelho, caçadores de alienígenas publicaram no YouTube, um vídeo muito interessante, onde é mostrado um objeto semelhante a um crânio de grande proporção, que poderia ser de uma criatura alienígena do planeta vermelho.

E ese objeto enigmático que lembra um crânio, também poderia ser do mitológico pé-grande (Sasquatch), devido a sua proporção de tamanho, assim como foi indagado no vídeo pelo Paranormal Crucible.

Observe na imagem abaixo, e tirem as suas conclusões.


No vídeo os caçados de alienígenas do Paranormal Crucible escreveram:

"Estranho artefato encontrado pelo rover, parece assemelhar-se um grande crânio, obviamente alienígena da natureza, poderia ser os restos de um Sasquatch ou uma criatura marciana bizarra?"

Assista o vídeo

Fonte:
https://www.youtube.com
https://translate.google.com.br

domingo, 17 de julho de 2016

Pequeno aglomerado estelar...

No dia 2 em abril de 2002, o Telescópio Espacial Hubble, capturou uma imagem de um pequeno aglomerado estelar aberto, denominado Pismis 24, que está situado no centro da nebulosa NGC 6357, que fica está localizada na direção da constelação de Scorpius, que está aproximadamente 8.000 anos-luz de distância do nosso planeta. A nebulosa NGC 6357, foi encontrada no ano de 1837 pelo astrônomo John Herschel.

Observando a imagem abaixo, o objeto mais brilhante é o Pismis 24-1, que tinha sido acreditado que o seu peso era entre  200 a 300 massas solares, e então seria a estrela mais massiva da galáxia, bem acima do limite da massa atual que é pensado em aproximadamente 150 massas solares para estrelas individuais.

Todavia, o Telescópio Espacial Hubble da Nasa, com seu poder de câmeras de alta resolução, capturou a imagem e nela pôde ser esclarecido esse fato, de que se tratava de duas estrelas que estão orbitado uma ao lado da outra, e cada uma delas pesam a cerca de 100 massas solares.

Também foi utilizado espectroscópicas em telescópios terrestres para melhores observações, e desta forma, foi mostrado que se trata mesmo de duas estrela, aliás, um delas é uma binária (sistema binário) estreita e compacta, e é bem complicado até mesmo para o Hubble, esclarecer mais este fato.

Sendo assim, a massa considerada para Pismis 24-1, foi dividida entre as três estrelas, embora elas estejam entre as massas mais pesadas até então conhecidas, não houve a possibilidade de saber o peso de cada uma, devido à multiplicidade do sistema.

As imagens da nebulosa NGC 6357, foram capturadas através do campo largo de Hubble, e a também pela câmera planetária 2.
Fonte:
http://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 16 de julho de 2016

Você conhece o círculo das fadas?...

Conhecido também como anel das fadas, é um desenvolvimento de cogumelos em forma circular que ocorre espontaneamente; eles surgem normalmente em florestas, campos, gramados e pastagens.

Uma das teorias na ciência:

É causado pelo micélio, que é um organismo subterrâneo que gera a constituição física de um fruto (corpo frutífero) que se reproduz, é o conhecido cogumelo (denominação comum aos fungos que produzem tais estruturas).

Há também os círculos de área necrótica (grama morta) ou um anel de grama verde escura, onde o micélio também está presente.

O micélio, tem origem em um único local e vai se desenvolvendo em uma forma circular, e a medida que os nutrientes no centro do círculo se esgotam, ela vai se expandido à procura de nutrientes e assim aumentando o círculo cada vez mais.

Diversas causas provocam esta forma de desenvolvimento circular, onde envolve o tipo e condições do solo: sua composição e quantidade de nutrientes para os fungos se alimentarem.

Um círculo pode atingir 10 metros de diâmetro ou até mais, mas também pode ficar estacionado em qualquer tamanho, devido a quantidade de alimento que há no subterrâneo do solo.

Na crença:

Esse fenômeno natural é acreditado por algumas crenças ao redor do mundo de ser algo místico, como:

- Um local onde fadas, gnomo, duendes e elfos se divertem com danças e jogos,

- Um local perigoso, pois não se deve ficar no centro do círculo, devido ser uma passagem de para outro mundo,

- Um local de boa sorte.

 Na ciência, ainda não se sabe ao certo o que ocasiona esse fenômeno natural, ou seja, o círculo das fadas, não foi totalmente desvendado, ainda há diversas teorias; a que está sendo apresentada nessa matéria, é uma das teorias e é a mais aceita, pelo que eu pude observar nas pesquisas que fiz.

Quanto a crença, cada um é livre e tem todo o direito de acreditar ou não.


Fonte:
https://en.wikipedia.org
http://www.mushroom-appreciation.com
https://apps.google.com
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2016

O Sol sendo observado...

Engenheiros especializados da Nasa, no dia 06 de julho de 2016, fizeram capturas de imagens do Sol, em movimentos com giro rápido, foi em um período de 7 horas, sendo 12 segundos a cada tomada, utilizando o Solar Dynamics Observatory - SDO (sonda não-tripulada da Nasa, que analisa os processos do Sol), girando 360 graus sobre um eixo; com isso apresentou filamentos do Sol presos como um cata-vento.


O vídeo que você pode ver abaixo, foi realizado pelo Assembleia Imagem atmosférica (AIA) instrumento da SDO, em comprimento de onda ultravioleta extrema, que geralmente é observável aos nossos olhos, mas foi colorizado em ouro para ajudar na observação.

Esse movimento que acontece no nosso astro rei, duas vezes ao ano, teve a ajuda do Helioseismic e Imager magnética (HMI), que é uma dos três instrumentos do SDO. O HMI, foi criado para estudar as oscilações ocasionais e o campo magnético na superfície solar, capturando imagens em todo o âmbito do Sol, em vasto comprimento de onda, e assim auxiliando o mapeamento do formato de nosso astro rei, com muito mais exatidão.

Com um ciclo solar a cada 11 anos, o Sol passa por um período de extrema agitação, o HMI, monitora oscilações dos elementos da energia solar por um período longo. E sendo assim, dá para saber mais a respeito sobre o que dá impulso a essa agitação, incluindo enormes erupções de material solar e radiação, que são capazes de gerar danos aos satélites e perigo aos astronautas. E com isso, um dia poderá até conseguir antecipar o seu surgimento.

                    Créditos do vídeo: Nasa Goddard Space Flight Center / SDO / Joy Ng
               
Fonte:
https://www.nasa.gov
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Primeira imagem enviada por Juno...

A imagem que você pode observar abaixo, foi capturada no dia 5 de julho de 2016 (UTC), pela câmera JunoCam que está a bordo da nave espacial Juno, essa câmera é de luz visível que só foi ligada depois de seis semanas, quando Juno já estava em órbita do Gigante gasoso.

Observando a imagem, é nítido as camadas atmosféricas do planeta Júpiter, a enorme macha vermelha é bem evidente (uma tempestade de tamanho gigantesco, que há centenas de anos acontece no maior planeta do nosso Sistema Solar).

A imagem foi capturada pela câmera da nave, quando estava aproximadamente 4.3 milhões/km de distância do planeta Júpiter. Você pode ver que três da quatros luas do gigante gasoso, está presente nessa imagem, da esquerda para direita: Io, Europa e Ganimedes.

Scott Bolton, investigador principal do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em San Antonio, no Texas (EUA) disse: "Esta cena de JunoCam indica que ele sobreviveu a sua primeira passagem pelo ambiente de radiação extrema de Júpiter sem qualquer degradação e está pronta para tomadas em Júpiter".

Os cientistas estão ansiosos para ver novas imagens que Juno enviará, ."Nós não podemos esperar para ver a primeira visão dos pólos de Júpiter.", comentou Scot Bolton.

Candy Hansen,co-investigadora do Instituto de Ciência Planetária, em Tucson, no Arizona (EUA), falou: "JunoCam continuará a captar imagens à medida que avançamos em torno desta primeira órbita", e continuou... "As primeiras imagens de alta resolução do planeta será tomada no dia 27 de agosto, quando Juno faz sua próxima passagem perto de Júpiter.".

Fonte: 
http://www.jpl.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Um lançamento e uma jornada bem sucedida...

Astronautas e cosmonauta da expedição 48 / 49, foram lançados a bordo da nave espacial Soyuz MS-01, em direção à Estação Espacial Internacional (EEI), a partir de Baikonur, no Cazaquistão, no dia 7 de julho de 2016, no tempo do Cazaquistão, às 01h36' UTC.

Estavam a bordo da nave espacial Soyuz MS-01, a astronauta Kathleen Hallisey Rubins da Nasa, o cosmonauta Anatoli Aleixeievich Ivanichin da Roscosmos e o astronauta Takuya Onishi da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA).

Os três mais novos tripulantes da EEI da expedição 48 / 49:

- Kate Rubins, é uma biomédica norte-americana, nasceu no dia 14 de outubro de 1978, (primeira missão).
Segunda engenheira de voo da nave Soyuz MS-01 e engenheira de voo da expedição 48 / 49.

- Anatoly Ivanishin, piloto russo, nasceu no dia 15 de janeiro de 1969, já participou de missões como cosmonauta: Soyuz TMA-22, expedição 29 e expedição 30, (segunda missão).
Comandante da nave Soyuz MS-01 e engenheiro de voo da expedição 48 e comandante da expedição 49.

- Takuya Onishi, piloto japonês, nasceu no dia 22 de dezembro de 1975, (primeira missão).
Primeiro engenheiro de voo da nave da Soyuz MS-01 e engenheiro de voo da expedição 48 / 49.

Os três integrantes da expedição 48 / 49, irão passar aproximadamente 4 meses a bordo da EEI, e com a volta programada à Terra, no mês de outubro de 2016.

No complexo orbital, eles irão realizar um roteiro de funções, onde abrange a manutenção da plataforma e a execução de 39 experimentos, em variados campos científicos.

Chegada na Estação Espacial Internacional:

No dia 09 de julho de 2016, A nave russa Soyuz MS-01, acoplou com sucesso na EEI, às 7h06 horário de Moscou e 1h06' do horário de Brasília, de acordo com o Centro de Controle de Voos Espacial da Rússia.


Curiosidade:

A nave espacial  russa Soyuz MS-01, é a primeira de sua geração e nessa jornada foram realizados vários testes dos novos sistemas integrados na nave.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
http://g1.globo.com
https://translate.google.com.br

terça-feira, 12 de julho de 2016

O dirigível Zeppelin...

O dirigível  LZ 129 Hindenburg ou somente Hindenburg, conhecido também como o dirigível Zeppelin, foi criado pela industria Luftschiffbau-Zeppelin GmbH, na Alemanha, e teve seu primeiro voo no dia 4 de março de 1936.

Naquela época houve muita dificuldade em se adquirir o gás hélio, então os construtores não tiveram outra alternativa, a não ser de utilizar o gás de hidrogênio, por ser mais leve que o ar, e assim deixando o Zeppelin suspenso no ar.


O Dirigível:

- Possuía um tamanho de 245 metros de comprimento e um diâmetro de 41,18 metros,

- Sua tripulação era entre 40 a 61, e passageiros entre  50 a 72,

- Era alimentado em voo, com 200 mil m³ de gás de hidrogênio,

- Tinha o recorde de ser o maior meio de transporte aéreo, até nos dias atuais ainda o mantém,

- Possuía quatro motores Mercedes-Benz de 1200 HP, que davam impulsos, aos  movimentos das hélices, que tinha mais de 6 metros de altura aproximadamente,

- Sua autonomia de voo era 16.000 km (abastecimento completo),

- Tinha uma velocidade máxima de 135 km/h, sendo o meio de transporte mais rápido de viagens,

- Fez  63 voos em um período de 01 ano e 2 meses,

- 17 vezes sobrevoou ao oceano Atlântico, sendo 10 viagens para os Estados Unidos, 7 viagens para o Brasil.

Acidente trágico:

No dia 6 de maio de 1937, a partir da cidade de Hamburgo na Alemanha, Zeppelin, partiu para a sua última viagem com destino a base naval de Lakehurst (Lakehurst Naval Air Station), em Nova Jersey (EUA).

Na aeronave, havia a bordo 61 tripulantes, 36 passageiros, dois cachorros, as bagagens e correspondências.

Quando Zeppelin, já fazia as manobras de pouso, à uma altura de 60 metros do solo, isso às 19h30', começou um incêndio em sua traseira, se alastrando por toda aeronave em questão de 30 segundos.

Esse trágico acidente resultou em 36 pessoas mortas, sendo 13 passageiros, 22 tripulantes e um técnico de manobras que estava em solo.

Causas da tragédia:

Na época, foram levantadas duas hipóteses, sendo a primeira: o gás de hidrogênio, que é altamente inflamável, que mantinha a aeronave no ar. E a segunda, sabotagem com a aeronave.

Após investigações no decorrer dos anos, as duas hipóteses levantadas na época, foram descartadas, pois os investigadores e especialistas, concluíram que o dirigível passou por uma tempestade e ficou carregado estaticamente (eletricidade estática), como se não bastasse, houve um defeito na válvula de gás do hidrogênio, então o fogo que estava na traseira, se espalhou rapidamente para outras áreas do Zeppelin, devido essa válvula que estava defeituosa.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://www.globo.com
http://www.huffingtonpost.com
http://www.lindahall.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uma bela tradicional galáxia...

A galáxia M51, recebeu esse nome por estar classificada por sua entrada 51 no catálogo do astrônomo francês Charles Messier, mas é conhecida também por Galaxy Whirlpool (inglês, sem tradução) tem a reputação de ser o melhor exemplo de uma tradicional galáxia espiral.

Sua distância em relação a Terra, é de aproximadamente 30 milhões de anos luz, e no céu noturno ela é uma das mais brilhantes, pois sua luminosidade é cerca de 10 bilhões de sóis, e tem aproximadamente  65.000 anos-luz de diâmetro.

Observe na imagem ao lado, a Galaxy Whirlpool, demonstra a imponência de sua estrutura,  por meio de diversos observatórios da Nasa que estão em órbita.

Registros de raios-x da sonda espacial Chandra, indica tipo de pontos localizados na cor roxa, que são buracos negros e estrelas de nêutrons em sistemas de estrelas binárias. A sonda Chandra também identificou uma luminosidade propagada de gás quente que ocorre no espaço entre as estrelas.

Observe também na acima, as extensas faixas no braços espirais, onde residem estrela e gases presos com poeira, que puderam ser reveladas através dos registros ópticos do Telescópio Espacial Hubble, na cor verde, e também pela projeção de infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer, na cor vermelha.

Através do Telescópio Espacial GALEX, revela estrelas jovens e quentes, que geram muita energia de ultravioleta, na cor azul.

É pensado que a estrutura espiral, possa ser possivelmente uma ocorrência de uma comunicação da M51 com seu vizinho galáctico NGC 5195 (acima da imagem), ou seja, a interação gravitacional entre a M51 com NGC 5195, está estimulando uma aumento na formação de estrelas, na Galaxy Whirlpool.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

domingo, 10 de julho de 2016

Dunas escuras em Marte...

As dunas escuras, foram originadas devido a interferência de acidentes naturais na região.  A imagem que você pode observar logo abaixo, foi capturada pela câmera de alta resolução da sonda espacial da Nasa (High Resolution Imaging Science Experiment), no dia 06 de fevereiro de 2016, às 15h16' (horário local do planeta vermelho).

Normalmente, a origem e a forma em que as dunas foram feitas, podem esclarecer sobre a direção dos ventos, mas devido a formação complexas das dunas, é complicado entender a respeito do direcionamento dos ventos, porém há uma depressão circular, que possivelmente foi através de um impacto antigo que originou uma cratera, dando origem a essa depressão.

Nessa depressão, não há muita areia disponível, para que houvesse interferência dos ventos na constituição das dunas.

É pensado que nas dunas, os pontos característicos e as riscas, se originaram dos ventos bidirecionais, dando o formato as dunas lineares, pois esses ventos, não fazem seus trajetos do lado das dunas, no entanto, uma ação ordenada dos ventos em duas direções perpendiculares, trazem material como funis sequenciais, e dando essa forma linear as dunas.

Os menores pontos, são denominados de "dunas barchanoid", acontecem quando há qualquer descontinuação no processo de origem das dunas lineares. Esse processo ainda não é bem entendido na atualidade, mas com o decorrer de novas imagens feitas no local pela (High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE), poderá logo ser entendido.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

sábado, 9 de julho de 2016

Links de páginas e canal do Blog ZM....

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           Vai ser muito bom ter você em todos os lugares, venha!!!



Maior radiotelescópio do mundo está pronto...

A China agora possui o maior radiotelescópio do mundo, com um tamanho de 500 metros de diâmetro, e ele poderá ser utilizado a partir do mês de setembro de 2016.

O radiotelescópio, é denominado de Five Hundred Meter Aperture Spherical Telescope (FAST) em inglês, e em português: Radio Telescópio Esférico de Quinhentos metros de Abertura.

Para se ter uma ideia de tamanho, o Observatório de Arecibo em Porto Rico, até o presente momento, é o maior radiotelescópio em exercício do mundo, e possui 305 metros de diâmetro.

A localidade desse gigantesco radiotelescópio, o FAST, fica em uma região rural da província de Guizhou, ao sudoeste da China.

Os 9.110 habitantes que residiam nessa área, foram remanejados para outros lugares e indenizados, e alguns mudaram nas proximidades, mas com uma distância mínima de 5 km do radiotelescópio, para que não haja interferência alguma nesse equipamento, ou seja, sem perturbações para captar os comprimentos de ondas.

A construção do radiotelescópio (FAST), teve seu início no ano de 2011 com um emprego de aproximadamente R$ 600 milhões (US$ 180 milhões).

Sobre a manipulação do radiotelescópio:

Um conjunto de motores complementam os 4.600 painéis que darão possibilidades aos pesquisadores, mudarem sua configuração esférica para uma paraboloide (superfície quádrica), facilitando assim, o movimento e posicionamento ao alvo no telescópio. Dessa forma, proporcionará, que o telescópio seja direcionado para o local a ser pesquisado, dando uma cobertura maior de uma vasta área do céu, sendo de até 40 graus desde do seu zênite (ponto (imaginário) interceptado por um eixo vertical); para ser ter uma ideia de cobertura, o Observatório de Arecibo em Porto Rico, cobre uma área de 20 graus.

O esperado:

Detectamento de galáxias que possa ter presença de matérias químicas que concedam indicação de vida além do nosso planeta, e pulsares (estrelas de nêutrons imensamente magnetizadas) à uma distância nunca vista anteriormente. Devido ao seu enorme tamanho, esse radiotelescópio, é dotado de capacidade para identificar, ondas gravitacionais de baixa frequência.

Fonte:
http://g1.globo.com
https://www.terra.com.br
http://www.abril.com.br

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Outubro e as auroras...

O astrônomo Malcolm Park, no dia 24 de outubro de 2011, registrou uma bela imagem de aurora boreal, próximo de Whitby, em Ontário, no Canadá.

Nesse dia, uma ejeção de massa coronal colidiu com a magnetosfera do nosso planeta, e assim provocou variedades de auroras. Na imagem que está logo abaixo, repare na silhueta da árvore, tendo ao fundo, véus verdes vermelhos e uma admirável luz cintilante.

Observando a imagem, lá em acima em aproximadamente 100 km (62 milhas) na mais alta altitude, propagada pelo brilho auroral, a cor vermelha acontece devido a agitação dos átomos de oxigênio.

Nesse dia, também houve relatos de auroras mais para o sul, nos estados do Alabama, Kansas e Oklahoma (EUA), em latitudes que ocasionalmente são avistadas pelo brilho do norte.

No mês de outubro no hemisfério Norte, é um bom mês para localizar auroras, ou até mesmo outros fenômenos, após o anoitecer.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Ejeção de massa coronal...

A nave espacial SOHO, capturou imagem do Sol no ano de 2002, quando estava havendo uma ejeção de massa coronal (CME - coronal mass ejection, em inglês).

Diversos filamentos saem da superfície solar que está em atividade de erupção e expelem enormes bolhas de plasmas magnético ao espaço.

Na imagem abaixo, a luz solar foi bloqueada na parte interna da imagem, mas uma outra imagem em luz ultravioleta do Sol, substituiu simultaneamente. O campo visual, se estende por mais de 2 milhões km (1 milhão de milhas) da superfície solar.

Fenômenos desses eventos explosivos, denominados de ejeções de massas coronal ou CMEs, foram evidenciados pela sonda no começo dos anos de 1970, esta imagem é parte de uma arquivo detalhado do crescimento da ejeção de massa coronal, pela nave espacial SOHO.

O tempo mínimo dos ciclos dessas ejeções de massas coronal, acontecem uma vez a cada semana, e levando em consideração as taxas solares, podem ocorrer de duas ou mais vezes por dia, isso já é característico.

As ejeções de massas coronal, podem ter influencia profunda no clima espacial, e os que são emitidos na direção da Terra, podem causar graves danos.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Energia e explosões do nosso astro rei...

O Sol, é a estrela central do Sistema Solar e a mais próxima do nosso planeta Terra, assim como a mais conhecida por nós. É nossa fonte de luz e de energia. O nosso astro rei é formado de plasma, que é um estado de gás ionizado da matéria no qual os elétrons e íons, estão separados, gerando um mesclado de partículas super-quente e carregadas, quando entram em movimentos geram erupções solares.

Entenda:

As erupções solares, são explosões que ocorrem na superfície do Sol, devido oscilações súbitas no seu campo magnético, onde liberal enorme quantidade de energia. Quando há explosões intensas, isso pode acarretar no nosso planeta, sérias interferências nos sinais de GPS e outros meios de comunicações.

Há três classes de erupções solares:

1) classe X: são enormes grandes erupções que podem acarretar a interrupção de variadas operações eletromagnéticas, interrupção nas transmissões das emissoras de rádio em todo o nosso planeta e gerar tempestades de radiação por um período extenso.

2) classe M: são erupções de proporções medianas, que podem afetar as localidades dos polos e podem causar uma momentânea interrupção das transmissões em aparelhos transmissores ou receptadores de sinais radiofônicos, na Terra.

3) classe C: são erupções menores que não abrangem o planeta Terra.

Dos diversos tipos de erupções solares, uma delas é a ejeção de massa coronal (CME - coronal mass ejection, em inglês), que são enormes erupções de gás ionizado em alta temperatura, oriundo da coroa solar. O gás ejetado, integra uma porcentagem no vento solar e quando acontece o impacto com o campo magnético da Terra, é capaz de provocar tempestades geomagnéticas, causando danos nos meios de comunicações e estações elétricas.

O plasma no Sol, é definido como um complicado sistema de causa e efeito, na qual esse plasma que é procedente dentro dele, se agita pelo imenso calor gerado pela fusão nuclear no centro do nosso astro rei, e assim, são criados os campos magnéticos, que é um sistema conhecido como o dínamo solar.

O campo magnético do Sol, só pode ser observado por comprimentos de onda, pois é invisível aos nossos olhos; ele é o responsável por tudo, a partir das explosões solares.

Fonte:
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https://en.wikipedia.org
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terça-feira, 5 de julho de 2016

Juno chegou ao gigante gasoso...

A nave espacial Juno da Nasa, entrou na órbita de Júpiter no decurso da queima do motor principal, às 0h54' nessa terça feira no horário de Brasília ou nessa segunda feira às 20h53' PDT (23h53' EDT) dia 04 de julho de 2016.


Depois de 5 anos de viagem em aproximadamente 2.800 milhões km (1.700 milhões de milhas), a sonda Juno, chegou no gigante gasoso.

Tudo ocorreu dentro do esperado, a queima do motor principal durou os 35 minutos, às 20h18' PDT (23:18 EDT), onde houve a diminuição da velocidade da nave espacial para 542 metros por segundo (1.212 milhas por hora) e assim Juno foi sendo capturado pela gravidade de Júpiter. Como a nave espacial é movida de energia solar, ela se virou de um jeito que os raios solares pudessem alcançar as 18.698 células solares, pois assim Juno é carregado de energia.

O investigador principal da nave espacial Juno, do Southwest Research Institute, na cidade de Santo Antonio, no Texas (EUA), Scott Bolton falou: "A equipe da missão fez grande. A nave espacial fez grande. Estamos à uma procura grande. É um grande dia".

Dados da situação de cada uma das manobras de Juno, está sendo enviado dentro do esperado, e o sucesso foi tão grande que até mesmo o tempo da queima do motor, foi dentro do programado.

"Nós preparamos um procedimento de comunicação de contingência, e adivinhem?", falou Rick Nybakken, gerente de projeto da nave Juno, rasgando os papéis que estavam em suas mãos, e continuou... "Nós não precisamos mais disso".

Essa missão, irá proporcionar respostas sobre o misterioso núcleo do planeta Júpiter, a composição do planeta e também sobre o campo magnético do gigante gasoso. Além disso, também poderá fornecer informações a respeito da formação do Sistema Solar.

"Nossa fase oficial de coleção científica começa em outubro, mas nós descobrimos uma maneira de coletar dados muito mais cedo do que isso", falou Bolton, e continuou... "Que quando você está falando sobre o maior corpo planetário único no Sistema Solar é uma coisa muito boa. Há muito para ver e fazer aqui".

Fonte:
https://www.nasa.gov
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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Um coração marciano...

A Câmera a bordo da nave espacia  Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da Nasa, no dia 23 de maio de 2010, capturou uma imagem um tanto quanto diferente, ou melhor dizendo, capturou um certo romantismo do planeta vermelho.
Trata-se de um coração formado por um "processo natural", devido a um impacto na superfície de Marte, onde originou uma pequena cratera, que pode ser vista na ponta do coração. Então quando aconteceu o impacto, o material mais escuro que está na superfície foi assoprado, e o material mais brilhante que estava embaixo apareceu; uma parte deste material aparenta ter corrido em curva descendente, dando assim um aspecto em formato de coração. O pequeno impacto, aconteceu em uma área coberta de material expelido por uma cratera de impacto bem maior.

Esse formato de coração, possui aproximadamente 1 km (0,6 milhas) de comprimento, e está localizado na região de Arabia Terra do hemisfério norte do planeta Marte.

Fonte:
http://www.nasa.gov
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domingo, 3 de julho de 2016

Amanhã é a chegada de Juno...

Na noite do dia 04 de julho de 2016, está programado a chegada ao planeta Júpiter, a nave espacial Juno, após 5 anos de jornada em torno de 2.800 milhões km (1.700 milhões de milhas).

Quando chegar em Júpiter, a sonda Juno, irá fazer uma manobra denominada inserção orbital, onde irá realizar a queima de seu motor principal por 35 minutos, para que a velocidade seja reduzida em torno de 542 metros por segundo (1.212 milhas por hora), e assim, Juno será puxado pelo gigante gasoso devido sua gravidade.

Estando em órbita do planeta Júpiter, a sonda espacial Juno, irá dar 37 voltas ao redor do planeta, percorrendo os pólos Norte e Sul em um período de 20 meses, e assim, Juno irá passando para dentro até chegar em uma altitude aproximada de 5.000 km (3.100 milhas) acima das extremidades das nuvens.


Os sinais de rádios, vão levar um prazo de 48 minutos para chegar à Terra, ou seja, irá percorrer uma distância entre Júpiter e a Terra, a cerca de 869 milhões km (540 milhões de milhas), na velocidade da luz. As Câmeras que irão proporcionar as imagens, só serão ligadas dois dias após a sua chegada, elas foram desligadas no dia 29 de junho de 2016 (cinco dias anteriores da chegada ao planeta).

O gigante gasoso, é o maior planeta do Sistema Solar, ele é o quinto planeta mais perto do nosso astro rei, o Sol. E possui 1.300 vezes o volume da Terra, mas somente 318 vezes sua massa, por não possuir uma superfície sólida, ele é composto por gases, principalmente por hidrogênio e hélio.

A Nasa irá transmitir ao vivo através da NASA TV, a inserção orbital que tem seu início às 10h30' EDT, ou no horário de Brasília 0h18' da madrugada dessa segunda para terça.

Link :http://www.ustream.tv/nasa

Essa missão, irá proporcionar respostas sobre o misterioso núcleo do planeta Júpiter, a composição do planeta e também sobre o campo magnético do gigante gasoso. Além disso, também poderá fornecer informações a respeito da formação do Sistema Solar.

Curiosidade:

Além de instrumentos e câmeras de alta tecnologia a bordo da nave espacial Juno, está também a bordo da nave, três bonecos da Lego (imagem abaixo), representando: Júpiter, o rei dos deuses romanos, Juno, esposa e irmã de Júpiter na mitologia romana e o astrônomo italiano Galileo Galilei, que descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, através de um telescópio construído por ele mesmo. Os bonecos da Lego, foram feitos com material de alumínio e estão na grade da nave espacial Juno.

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://www.nytimes.com
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sábado, 2 de julho de 2016

Em defesa a vida...(frase)

O mal do ser humano é se julgar superior em relação as outras espécies. E desta forma, se torna a pior espécie entre todas!!!