terça-feira, 31 de maio de 2016

Sinal Wow!...

No dia 15 de agosto de 1977, o astrônomo Jerry E. Ehman, trabalhando com radiotelescópio Big Ear (Orelhão) da Universidade do Estado de Ohio (EUA), captou um sinal, sendo fortes ondas de rádio, vindo do espaço na direção da constelação de Sagitário (Sagittarius), mais precisamente no grupo de estrelas, denominado como Chi Sagittarii. Esse sinal era equivalente a uma frequência de 1.420 MHz, que é a frequência do hidrogênio, pois serve como parâmetro para medidas de ondas.

O astrônomo usou um computador para analisar esse sinal, e o resultado da análise foi uma sucessão de seis letras e números, com uma duração de 72 segundos.

Essa descoberta foi denominada de Wow! (Uau!, em português), devido Ehman ter escrito na folha onde estava o resultado dos dados decifrados (ver imagem abaixo), devido a sua surpresa.


O radiotelescópio, faz  parte do projeto do SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence), que vasculha o céu em busca de sinais de vida inteligente (extraterrestre).

O mais interessante, é que a estrela mais próxima da localização do sinal é de aproximadamente 122 anos-luz de distância, e segundo o SETI, não houve nenhuma interferência humana e nem de nenhum satélite.

Após essa ocorrência, o sinal nunca mais foi captado, tornando esse fato até então um enigma, mas devido a distância, se for um sinal de uma outra civilização, temos que esperar mais 122 anos para outro contato.


Segundo o astrofísico Antonio Pires, da Universidade de St. Petersburg (EUA), no dia em que o sinal Wow! foi captado, dois cometas, 266P/Christensen e P/2008 Y2 (Gibbs), estavam em trânsito nas proximidades da constelação de Sagitário, e as nuvens expelidas que circunda os cometas, são de hidrogênio, e isso pôde ter provocado as fortes ondas de rádio, que foi confundida como sinal de um possível contato de extraterrestre com nós terráqueos. E nos anos de 1970, esses cometas não eram conhecidos, foi por causa disso que ninguém pensou em rastreá-los.

O astrofísico, que prestava serviço como analista no departamento de defesa dos Estados Unidos, com sua experiência, resolveu equiparar as ondas de rádio do sinal Wow!, com as ondas de rádio emitidas pelas nuvens de hidrogênio, e observou que ambas as ondas, são bem parecidas, pois as duas emitem uma frequência de 1.420 MHz.

Mas essa hipótese levantada por este astrofísico, ainda vai ter que esperar um tempo para ser testada, pois os cometas com suas nuvens, que ele destacou como possíveis causadores das ondas de rádio, só vão passar naquela localidade (Chi Sagittarii), um no dia 25 de janeiro de 2017 (cometa 266P/Christensen) e o outro no dia 7 de janeiro de 2018 (cometa 335P/Gibbs).

E de acordo com o astrofísico, vai ser muito difícil de ele conseguir um radiotelescópio nestas datas, pois todos já estão reservados, ele está a procura de um financiamento para construir um.

Os especialistas estão incrédulos quanto a hipótese dos dois cometas, pois eles teriam que expelir muito hidrogênio, para que ser captada uma frequência com a proporção do sinal Wow!.

Fonte:
http://www.abril.com.br/
https://en.wikipedia.org
http://planetary-science.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Saturno e Marte em evidência...

O senhor dos anéis, melhor dizendo, o planeta Saturno, vai estar mais próximo e mais brilhante, da Terra, na noite entre os dias 2 e 3 de junho de 2016, pois estará em oposição, ou seja, estará em posição oposta do Sol, visto daqui do nosso planeta, pois a Terra passará entre o planeta Saturno e o Sol.

Saturno, vai aparecer no leste ao pôr do sol e transita no alto do céu noturno e a meia noite estará em um lugar bem mais alto, quando poderá ser bem mais observável, e será avistado durante toda a noite. No nascer do Sol, ao oeste, Saturno será "ocultado".

Você olhando para o céu, procure pela estrela Antares, que é a estrela mais brilhante da constelação de Escorpião (Scorpius) , você vai poder ver o planeta Saturno próximo dessa gigantesca estrela vermelha.

Esse evento, da oposição do planeta Saturno, vai acontecer no decorrer dos meses de junho e julho de 2016.

O planeta Marte que está em oposição, na noite entre os dias 2 e 3 de junho, juntamente com o planeta Saturno que começa sua oposição anual, vão estar em um apertado triângulo celeste com a gigantesca estrela vermelha Antares.


E a Lua...

O nosso satélite natural na noite entre os dia 2 e 3 de junho de 2016, estará na fase cheia e assim, mais brilhante, e desta forma vai conseguir esconder no céu noturno as estrelas com brilhos fracos da nossa Via Láctea. E nessa noite será uma oportunidade de ouro para uma excelente observação telescópica dos planetas.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

domingo, 29 de maio de 2016

HD 44179 - um par de estrelas...

Apelidado de retângulo vermelho, devido a sua aparência e cor, quando observado primeiramente por imagens de telescópio a partir do nosso planeta.

Esse retângulo vermelho, é uma nebulosa que envolve a estrela dupla HD 44179, e o mais instigante é que quando observada a partir do espaço, em vez de retângulo, tem aparência de degraus com linhas espaçadas com gás brilhante que formam um X.

Os pesquisadores, acreditam que esses degraus são fluxos de gás e poeira vindos da estrela central, isso significa que a estrela que está no centro é como o nosso Sol, mas ela está a caminho do estágio final de sua vida útil, e com isso expele muito gás e poeira, gerando assim a nebulosa que está envolvendo ambas as estrelas, também é pensado que pode ser uma estrela binária, que está envolvida em uma região grossa de poeira.

O retângulo vermelho, é um espécime raro de nebulosa proto-planetária, que é uma pequena fase da evolução estelar, então isso significa que são estrelas idosas e estão prestes a se tornarem uma nebulosa planetária. Quando tiver acabado de ejetar toda massa, uma estrela anã branca irá manter-se, e sua brilhante radiação ultravioleta, vai fazer com que o gás circundante brilhe.

Esse instigante retângulo vermelho, situa-se em uma distância de aproximadamente 2.300 anos-luz da Terra, na constelação de Monoceros (Unicórnio).

Esta imagem foi capturada no ano de 2007, pela câmera avançada de alta resolução do Telescópio Espacial Hubble da Nasa / ESA; para uma maior e melhor observação foi  utilizada luz de cor vermelha, em uma segunda camada para maior amplitude foi usada a luz na cor laranja-vermelho e para aumentar o contraste, a luz de cor azul, foi empregada nesta imagem.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 28 de maio de 2016

Um dos lugares mais lindo da Terra, a cachoeira Seljalandsfoss...

É a mais bela e conhecida cachoeira natural da Islândia, que está localizada na Região Sul, próximo da Rota 1 e a rodovia que leva a estrada 249.


A cachoeira Seljalandsfoss, está situada em um lindo campo, onde há também nas proximidades outra cachoeiras.

Através de uma trilha, pode caminhar atrás da queda das águas da cachoeira, onde há uma caverna. É acreditado por muitos que o jato das águas da cachoeira, está cada vez mais abrindo esse espaço na parte detrás.

Seljalandsfoss, tem uma queda a cerca de 60 metros (197 pés) de altura, sobre uma rocha à beira-mar esculpida devido a erosão marinha (falésia).


Islândia:

É um país nórdico independente europeu, localizado no oceano Atlântico Norte, e sua extensão integra a ilha homônima e algumas pequenas ilhas no oceano Atlântico, situadas entre a Europa continental e a Groenlândia, e cuja sua população é estimada em aproximadamente 320 mil habitantes em um território a cerca de 103 mil km² (64 mil mi²). A sua capital é Reiquiavique, que também é a sua maior cidade.

Curiosidade:

Esta cachoeira, já serviu de cenário para o programa americano, Reality Show The Amazing Race.

Fonte:
https://en.wikipedia.org
http://www.south.is
http://www.visiticeland.com
https://translate.google.com.br
https://www.google.com.br

Olhando para o céu...(fotos)

Imagens enviadas por leitores e seguidores do Blog ZM.. É a forma de como eles olham para o céu e admiram as belezas do universo.

1. Olhando o céu na estrada...


2. O sorriso da Lua...


3. Pôr do sol na praia...


4. A Lua e o dia...


5. Viagem ao pôr do sol...


6. O brilho da Lua...


7. O espetáculo da superlua...


8. Olho do Sol...(reflexo na câmera fez um formato de olho, ao redor do Sol).


*Nomes meramente dados, apenas para dar chamada às imagens.

Se você tiver alguma imagem, mas que você mesmo tenha capturado e queira postá-la aqui no blog, envie para o e-mail:
www.postagenszm@gmail.com

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A nebulosa da bolha...

Denominada NGC 7635, está localizada a 7.100 anos-luz de distancia da Terra, na constelação de Cassiopeia. Sua dimensão é de aproximadamente 10 anos-luz de diâmetro, em comparação: é uma vez e meia de distância do nosso Sol ao seu vizinho, o sistema estelar Alpha Centauri.

O Telescópio Espacial Hubble, capturou a imagem dessa intrigante nebulosa em nossa Via Láctea, e apontou uma proteção em expansão do gás brilhante, circundando uma estrela brilhante e quente.


A proteção é esculpida por ventos estelares fortes de material e radiação criados pela estrela brilhante. Essa estrela chega ser de 10 a 20 vezes mais massiva que nosso astro rei, o Sol.

Os fortes ventos moldam a matéria ao redor, que tem como composição, gás e poeira em um formato arqueado, que foi apelidada pelos astrônomos de nebulosa da bolha.

A estrela fica tão quente, que o gás escapa para o espaço como um "vento estelar" e o seu movimento chega a ser mais de 6.437 milhões km/h (4 milhões milhas/h). Essa escapada, empurra o gás interestelar frio na frente dela, moldando a borda de fora em uma bolha.

Como o plano da bolha se infla para fora, ele esbarra em locais concentrados de gás frio de um lado da bolha. Esse desequilíbrio faz com que a estrela esteja aparentemente fora do centro da bolha.

Na nebulosa, a sua estrela apesar de ser excessivamente brilhante e massiva, vai ter uma vida curta, pois já perdeu a maior parte de seu hidrogênio exterior e está agora com interação de gás hélio com elementos mais pesados.

A idade dessa estrela é de aproximadamente 4 milhões de anos, e em 10 a 20 milhões de anos, é acreditado que possivelmente ela explodirá em uma supernova.

Esta nebulosa NGC 7635 ou nebulosa da bolha, foi descoberta no anos de 1787, pelo o astrônomo britânico William Herschel.

Os astrônomos lançaram essa imagem no dia 21 de abril de 2016, em comemoração ao 26º aniversário do Telescópio Espacial Hubble.

            Crédito de imagem: Nasa / ESA e a equipe da herança de Hubble (STScI / AURA)

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://www.nytimes.com
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Missão Osiris-Rex e o Asteroide Bennu...

No final de semana passado, a nave espacial Osiris-Rex (Origins Spectral Interpretation Resource Identification Security - Regolith Explorer) da Nasa, foi transportada para o Centro Espacial Kennedy da agência na Flórida (EUA), para testes finais e ser abastecida antes do lançamento que está previsto para o dia 8 de setembro de 2016.

"Esta equipe tem feito um trabalho fenomenal de montagem e teste da nave espacial", falou Dante Lauretta, da Universidade do Arizona, Tucson (EUA), um dos investigadores principais da OSIRIS-Rex, e continuou... "À medida que começamos os preparativos finais para o lançamento, estou confiante de que esta nave espacial está pronta para executar suas operações científicas no Bennu. E eu não posso esperar para fazer isso".


Missão (entenda):

É parte de um projeto da Nasa, denominado Programa Novas Fronteiras (Program New Frontiers, em inglês) da Nasa.

A missão OSIRIS-REx, é a exploração do asteroide 101955 Bennu, onde a nave espacial irá recolher material e retornará para a Terra, para análises. Esta missão, foi escolhida como parte do Programa Novas Fronteiras da Nasa, no dia 25 de maio de 2011.

Depois do lançamento, a nave espacial OSIRIS-Rex terá aproximadamente uma jornada de dois anos para chegar ao asteroide Bennu (2018). Depois de sua chegada, OSIRIS-Rex, vai ficar mais dois anos realizando procedimentos de mapeamento de superfície e reconhecimento local, antes de concretizar a operação de amostragem, prevista para o ano 2020, E no ano de 2023, OSIRIS-Rex estará de volta no nosso planeta com amostra do asteroide para análises.

O objetivo da missão, é o estudo do material que será recolhido do asteroide em torno de 60 gramas (2,1 onças), pois esse um material, pode vir a explicar a origem do nosso Sistema Solar, por ser um material provavelmente inalterado, ou seja,  pode conter matérias orgânicas do Sistema Solar ainda jovem.

É esperado pelos cientistas, encontrar evidências, não só da origem do Sistema Solar, mas também, fontes de água e moléculas orgânicas que possam ter contribuído para o desenvolvimento da vida no nosso planeta.

"Estamos indo para Bennu, porque queremos saber o que tem testemunhado ao longo de sua evolução", falou Edward Beshore da Universidade do Arizona, que é investigador principal adjunto da missão da Nasa OSIRIS-Rex (retorno).

 Essa missão, também irá dar sua contribuição para o projeto Asteroid Redirect Missão (ARM) da Nasa,  que irá identificar, capturar e redirecionar o asteroide 101955 Bennu, para a órbita lunar estável, e depois em uma outra missão, astronautas serão enviados para futuras explorações, que está previsto para a década de 2020, retornando ao nosso planeta com mais amostras.

ARM, é parte de um projeto da Nasa, para adiantar novas e necessárias experiências para futuras missões com seres humanos ao planeta Marte. Assim a missão OSIRIS-Rex, também  ajudará a Nasa, no entendimento de objetos próximos da Terra, potencialmente perigosos e assim evidenciando e adequando para futuras missões de exploração ao asteroide.


Asteroide 101955 Bennu:

Sua origem foi de restos de alguma colisão violenta, e foi lançado ao espaço por milhões de anos luz, e desintegrado devido a gravidades de planetas.

O asteroide Bennu, na sua origem, estava em uma região violenta de colisões entre asteroides, a cerca de 4.100 a 3.800 milhões de anos atrás, na formação do Sistema Solar; e criação do asteroide, é estimada em aproximadamente em 4.5 bilhões de anos atrás.

De acordo com Ed Beshore, um dos investigadores principais da missão OSIRIS-Rex, o asteroide Bennu,  é denominado como "pilha de escombros", que significa um conjunto fraco e unido de pedras, rochas e poeira.

O asteroide possui aproximadamente 493 metros de diâmetro, com diâmetro equatorial de 50 mm, diâmetro polar de 510 metros, velocidade média de 63.000 mph, período de rotação de 4.3 horas, período orbital de 1.2 anos e inclinação orbital de 6 graus.

Bennu, é bastante escuro e quente, pois ele retém uma grande parte da luz solar que o atinge, e depois ele irradia essa energia para longe em forma de calor. Assim essa radiação (energia), dá um impulso, denominado de efeito Yarkovsky, que muda progressivamente sua órbita no decorrer do tempo. Ele vem sendo empurrado para o interior do Sistema Solar, onde ele tem repetidas aproximações com os planetas Vênus e Terra.

Esse asteroide, é um forte candidato a colidir com o nosso planeta, pois tem um "PEQUENA CHANCE" de colisão a cerca de 1 em 2.500, com a previsão de até o final do século 22, segundo o investigador Ed Beshore.

 "Nós vamos obter medições precisas do efeito Yarkovsky em Bennu, rastreando precisamente. OSIRIS-Rex, enquanto orbita o asteroide", falou o investigador Beshore, e continuou... "Além disso, o conjunto de instrumentos que a nave espacial está carregando é perfeitamente adequado para medir todas as coisas que contribuem para o efeito Yarkovsky, como a composição, o transporte de energia através da superfície, temperatura e topografia do Bennu. Se os astrônomos, um dia identificar um asteroide que apresenta um risco de impacto significativo com a Terra, o primeiro passo será de reunir mais informações sobre o que o asteroide. Felizmente, a missão OSIRIS-Rex vai nos dar a experiência e as ferramentas necessárias para fazer o trabalho".

O asteroide Bennu, a cada 6 anos ele passa próximo da Terra, mas é observado ostensivamente, 24 horas por dia, pelo Near-Earth Objects -NEO, da Nasa, e também pelo radar planetário do Arecibo Observatory, e  pelo Deep Space Network, que é uma rede de antenas internacionais com o objetivo de efetuar comunicações e monitoramento com as diversas naves espaciais no espaço e próximas da Terra.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://www.as.arizona.edu
https://pt.wikipedia.org
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://www.youtube.com
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Visão do universo...(frase)

"Quem nesse esplêndido templo colocaria a luz em lugar diferente ou melhor do que aquele onde ela pudesse iluminar ao mesmo tempo todo o templo?". (Nicolau Copérnico  -  nova visão do Universo)


Nicolau Copérnico (19/02/1473 a 24/05/1543), astrônomo e matemático polonês que desenvolveu a teoria do heliocentrismo do Sistema Solar. Foi também cônego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista e médico.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Criatura misteriosa...

Em 21 de outubro de 2015, uma estranha criatura foi localizada nas águas da orla marítima da cidade de Carmen Del Paraná, no Paraguai.

Funcionários do Departamento de Itapúa,  foram os primeiros a encontrarem essa enigmática criatura, e assim, entraram em contatos com os bombeiros.

Javier Medina, comandantes dos bombeiros, em uma entrevista com a mídia local, ele disse que parece ser restos mortais de uma espécie de macaco ou bugio, pois devido ao estado avançado e putrefação, a confirmação seria difícil.

Moradores locais ficaram assustados, pois não é o primeiro corpo de uma criatura desconhecida, encontradas nessas redondezas.

Na internet, as imagens dessa criatura bombou na época, e houve muito comentários a respeito e também muitas indagações.

Muitos deram como certo, ser um extraterrestre, outros já falaram sobre ser um chupa-cabras (uma suposta criatura, culpada por ataques contínuos a animais das áreas rurais em regiões da América).

As imagens dessa misteriosa criatura, você pode ver logo abaixo.




Fonte:
https://www.youtube.com
http://noticias.bol.uol.com.br

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Hipótese de Iris...

O  professor Richard Lindzen, da Universidade Harvard, na cidade de Cambridge, Massachusetts (EUA), propôs essa teoria no ano de 2001.

Segundo essa teoria, o aumento da temperatura da superfície das águas mar nos trópicos, irá diminuir as nuvens chamadas cirrus, isso acontecendo, o resultado será de maior infiltração de radiação solar, ou seja, mais infravermelho na atmosfera do nosso planeta, e assim é presumido de que depois iria ter um resfriamento em todo planeta

O estudo que o professor Lindze fez, foi através de análises das mudanças das cobertura de nuvens e dos movimentos observados da radiação infravermelha lançada no espaço, sendo assim, a teoria passar a ter um fundamento.

Outros especialistas, em cima deste resultado do estudo, colocaram uma outra hipótese de que essa radiação que é lançada para o espaço, pode vir a ter um efeito retroativo negativo, mas constataram que a consequência, vai ser uma resposta positiva, ou seja, o aumento da temperatura da superfície das águas do mar nos trópicos, teria como resultado, a elevação de nuvens cirrus, e consequentemente a infiltração da radiação infravermelha iria diminuir uma queda de temperatura global; essa teoria é um consenso entre a maioria dos cientistas.

Já alguns especialistas, acreditam que não há fundamento para a Hipótese de Iris,

Outros especialistas, acharam indicações que sugerem que a elevação da temperatura da superfície do mar nos trópicos, com certeza irá diminuir as nuvens cirrus, mas não encontraram respostas se seria algo positivo ou negativo.

Um estudo realizado posteriormente no ano de 2007, pelo meteorologista Roy Warren Spencer, utilizando dados de satélite atualizados potencialmente, apoiou a hipótese de Lindzen.

Richard Lindzen no ano de 2011, publicou uma contestação as principais críticas, que recebeu.

No ano de 2015, em um artigo publicado na revista Nature Geoscience, foi proposto a possibilidade de um Efeito Iris (Iris Effect), e também foi sugerido uma análise, que foi denominada de um "mecanismo físico plausível para um Efeito Iris". Seus autores foram: Mauritsen T., Stevens B.

"Efeito íris, faltando como uma possível causa da mudança hidrológica silenciada e alta sensibilidade climática em modelos" (escrito no artigo publicado).

Fonte:
https://courses.seas.harvard.edu
https://en.wikipedia.org
http://www.mpimet.mpg.de
https://translate.google.com.br

domingo, 22 de maio de 2016

As sondas e os cinturões de Van Allen...

No mês de agosto de 2012, a Nasa, lançou duas sondas espaciais, denominadas de Van Allen, anteriormente chamadas como Radiation Belt Storm Probes - RBSP (Sondas da Radiação do Anel de Tempestade, livre tradução). São duas naves robóticas, utilizadas para analisar os cinturões de radiação de Van Allen.

Cinturões de radiação de Van Allen:

 São duas áreas de radiação de alta energia, onde acontecem diversos eventos atmosféricos em virtude das concentrações de partículas no campo magnético terrestre.

Os cinturões, são constituídos por dois anéis de plasma (partículas carregadas eletricamente) que circundamo o nosso planeta. Foi encontrados por James Van Allen, no ano de 1958:

 - O anel mais interno, abrange entre as altitudes de 1.000 a 5 mil km (621 a 3.107 milhas).

- O segundo anel, está localizado entre as altitude de 15.000 a 25.000 km (9.320 a 15.534 milhas).

Os anéis,  podem aumentar e diminuir devido a energia recebida do Sol, isso pode as vezes chegar causar danos em satélites que estão em baixa órbita da Terra.

 Há uma esfera chamada de plasmasphera, que é uma nuvem de material mais frio, e uma nova pesquisa mostra que a plasmasphera, auxilia a preservar os elétrons rápidos dos cinturões de radiação distantes da Terra.

A plasmasphera, ocupa a região mais externa da atmosfera da Terra, começando aproximadamente 965 km (600 milhas acima) e alongando-se parcialmente para dentro do cinturão de Van Allen exterior.


As sondas Van Allen, encontraram um terceiro cinturão de radiação ao redor da Terra ainda não conhecido. O que indica é que esse cinturão aparenta ser passageiro, porque corresponde a inquietação da atividade solar.

Observação feita pela Nasa:
Uma gigantesca saliência no Sol, entrou em erupção no dia 31 de Agosto de 2012, lançando partículas e gerando uma onda de choque que parece estar relacionada com o surgimento e o desaparecimento do terceiro anel de Van Allen.

As sondas Van Allen, receberam esse nome em homenagem ao astrofísico James Van Allen, da Nasa.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 21 de maio de 2016

A corrente do anel...

É uma corrente elétrica conduzida por partículas de íons energéticos que está ao redor da Terra.

Sua localização é aproximadamente entre 10.000 a 60.000 km (6.200 a 37.000 milhas) circundando o nosso planeta.

Foi levantada como uma hipótese no começo do século XX, para explicar as diminuições de partículas em todo globo terrestre, que pôde ser observado no campo magnético da superfície da Terra.

Tais diminuição de partículas, assim como aumento, podem ser medidos por magnetômetros terrestres. Essas modificações do campo magnético da superfície são relatados pelo que é denominado de índice de Sym-H.

A corrente do anel, é uma proteção das latitudes baixas da Terra de correntes elétricas da magnetosfera, ocasionando um grande efeito nas cargas elétricas em movimento de tempestades geomagnéticas (desajuste temporário da magnetosfera terrestre, causado por um vento solar); essa proteção é importante, pois durante intensos movimentos de cargas elétricas, podem acarretar grandes prejuízos nos sistemas relacionados a tecnologia.

"Estudamos a corrente do anel, porque, por um lado, ele dirige um sistema global de correntes elétricas, tanto no espaço e na superfície da Terra, que durante intensas tempestades geomagnéticas podem causar graves danos aos nossos sistemas tecnológicos", falou a principal autora do estudo Matina Gkioulidou, uma física Senior, da Universidade Johns Hopkins. Laboratório de Física Aplicada, em Laurel, Maryland (EUA).

As sondas Van Allen, lançadas no ano de 2012, observaram a corrente do anel, e  revelaram um comportamento  muito diferente do que se pensava. Por diversos anos, foi acreditado que a corrente do anel, aumenta e diminui no decorrer do tempo, mas recentes análises, demonstraram que isso é real somente para algumas das partículas, pois outras partículas estão presentes constantemente.

"Depois de olhar para um ano de dados de íons contínuo, tornou-se claro para nós que há uma corrente do anel persistente e substancial em torno da Terra, mesmo durante tempos de não tempestade, é realizado por prótons de alta energia. Durante tempestades geomagnéticas, o reforço da corrente do anel é devido a novos prótons com baixo consumo de energia que entram em região próximo à Terra. Então, tentando prever o reforço da corrente do anel em tempo de tempestade, e ignorando a corrente substancial pré-existente, é como tentar descrever um elefante, vendo apenas seus pés ", disse a física Gkioulidou.

Essas informações podem auxiliar no entendimento do modo da corrente do anel, que é uma parte relevante do âmbito espacial ao redor da Terra, que pode vir causar danos aos satélites.

Esse estudo, assim como os resultados, foram publicados na revista Geophysical Research Letters.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Descoberta de um grande conjunto de planetas...

Em uma conferência com a imprensa, no dia 10 de maio de 2016, a Nasa, divulgou, que especialistas que operam o Telescópio Espacial Kepler, encontraram 1.284 novos exoplaneta, isto fez com que entrassem para o rol de mundos conhecidos, que cujas as sua órbitas, são em torno de suas estrelas, como os planetas em volta do nosso Sol. Estes números são além de 984 outros exoplanetas já constatados, mas outros 1.327 que são considerados prováveis, mas ainda não são confirmados.

"Este anúncio mais do que duplica o número de planetas confirmados de Kepler", disse Ellen Stofan, cientista-chefe na sede da Nasa em Washington (EUA). "Isso nos dá esperança de que em algum lugar lá fora, em torno de uma estrela muito parecida com a nossa, podemos, eventualmente, descobrir um outro planeta".

Da nova remessa de planetas encontrados e validados, aproximadamente 550 podem ser rochosos como a Terra, baseados em seus tamanhos. Nove planetas são os mais qualificados, pois orbitam suas estrelas em uma zona habitável, e podem ter as temperaturas de superfície que comportam água líquida. Somado esses nove planetas, 21 exoplanetas já são conhecidos por serem membros deste grupo exclusivo

 Natalie Batalha, cientista da missão Kepler do Centro de Pesquisa Ames da Nasa, em Moffett Field, nas Califórnia (EUA) disse, "Estamos à procura da galáxia para ver o quão longe nós temos que olhar para encontrar planetas potencialmente habitáveis".

Muitos planetas, podem ser considerados não habitáveis, devido o ângulo que o Telescópio Espacial Kepler os localiza, exemplo: um planeta que está orbitando sua estrela, é localizado pelo Kepler, mas o ângulo está diferente, pode dar uma leitura errada. Muitos outros planetas são perdidos, porque o trânsito não está na eclíptica em relação ao nosso planeta, ou seja, podem ser ocultados.


Aproximadamente 5.000 no total são candidatos a planetas encontrados até o momento, mais de 3.200 já foram investigados, e 2.325 deles, foram encontrados pelo Telescópio Espacial  Kepler.

No ano de 2018, O Transiting Exoplanet Survey Satellite, sigla: TESS (em português: Exoplaneta Levantamento por Satélite), fará um estudo de dois anos na vizinhança do Sistema Solar, onde o TESS irá monitorar mais de 200.000 estrelas brilhantes próximas e as que tem o brilho apagado momentaneamente devido aos trânsitos planetários. Esta primeira pesquisa de trânsito irá identificar planetas que vão desde do tamanho da Terra, até planeta gigante de gás, e uma vasta série de objetos estelares e suas distâncias orbitais.

Fonte:
http://time.com
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

Meteoro cai na Argentina...

Moradores de diversas regiões da província de Buenos Aires, foram surpreendidos por um clarão no céu e um estampido muito forte, no dia 18 de maio de 2016, de acordo com as declarações das autoridades locais.

Esse evento aconteceu por volta das 21h15' horário local, e pôde ser assistido particularmente por habitantes das cidades de Pinamar, Cariló e Villa Gesell, que ficam localizadas no litoral atlântico.

O prefeito da cidade de Pinamar, Martín Yeza, na sua página no Twitter, se manisfestou diversas vezes sobre o ocorrido e uma das frases foi: "...O tremor foi sentido em toda a cidade. Estamos verificando".

Martín Yeza, disse que não houve nenhum dano a cidade e seus moradores, e que segundo especialistas argentinos, se trata de um meteoro e não um meteorito. E também comentou que fez alguns contatos, para saber se tem como rastrear a região, para tentar recuperar o objeto em questão.

Segundo a notícia no site TN, do dia 19 de maio de 2016, "O objeto não identificado, caiu nas águas, entre Pinamar e Villa Gesell, foi registrado com as imagens de uma câmera de segurança".

Fonte:
http://www.canal3pinamar.com
https://twitter.com
http://noticias.terra.com.br
http://tn.com.ar
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Dia do Físico... (Da Vinci)

19 de maio é o dia do físico, dentre tantos nomes de homens e mulheres da física, escolhi Leonardo da Vinci, para homenagear a todos.

Frase de Da Vinci:
"Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes.
É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o Céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe." (Leonardo da Vinci).


Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou apenas Leonardo da Vinci (18/04/1452 - 02/05/1519,  foi um dos grandes polímatas (uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área), revelando-se como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.

Fonte:
http://www.estudopratico.com.br
http://www.citador.pt

A oposição de Marte...

É fenômeno astronômico que ocorre a cada 26 meses, onde e o planeta Terra trafega entre o planeta Marte e o Sol.

Dia 22 de maio de 2016, o planeta Marte poderá ser apreciado no céu, pois estará em oposição (lado oposto) com o Sol, isso quer dizer que a Terra vai estar precisamente entre Marte e o Sol, e se você tiver um telescópio de médio alcance, possivelmente poderá observar com uma "certa minuciosidade" a superfície laranja do planeta Marte, também o planeta vermelho poderá ser avistado a olho nu, pois olhando para cima será um ponto laranja no céu.

Quando o planeta vermelho se encontrar em uma distância menor ao Sol, é chamado de periélio, e é denominado oposição periélica, quando Marte está particularmente próximo à Terra, então essa será a oportunidade bem mais propícia de observação quando ocorrer essa oposição.


No dia 30 de maio de 2016, será quando o planeta vermelho ficará com uma distância mínima do nosso planeta, e essa distancia será a menor registrada dos últimos 11 anos.


A distancia entre os planetas Terra e Marte, será de aproximadamente 75,3 milhões de km 
(47 milhões de milhas), olhando assim os números parece que a distancia é bem grandiosa, 
mas se compararmos com uma distancia que pode vir a ser de aproximadamente 
400 milhões de km (248 milhões de milhas), você nota que é bem mais perto do que se pode imaginar.

No ano de 2003 houve a marca da menor distancia registrada entre a Terra e Marte, que foi a cerca de 55,7 milhões de km (35 milhões de milhas), ocorrendo no dia 27 de setembro de 2003. Segundo as informações que colhi nas pesquisas, foi a menor distancia dos últimos 60 mil anos.

O mais impressionante que no ano de 2003, com exceção da Lua, o planeta vermelho, foi o que mais brilhava nas noites por algumas semanas.


Está previsto que ocorra 15 oposições periélicas até o ano 3000. No ano de 2729, é previsto que a distância será ainda menor entre Terra e Marte, do que foi no ano de 2003, segundo os cálculos, a marca certamente chegará em aproximadamente 55,6 milhões de km (34,6 milhões de milhas).

A próxima oposição periélica, está prevista para ser no mês de julho de 2018, e segundo os cálculos, ocorrerá uma distancia em torno de 57,6 milhões de km (35,7 milhões de milhas), entre o nosso planeta e o planeta vermelho.

Fonte:
http://www.ebc.com.br
http://noticias.uol.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2016

36 anos da imensa erupção do Monte Santa Helena...

No dia 18 de maio de 1980, o vulcão entrou em erupção, e foi considerada a maior erupção da história já registrada nos Estados Unidos. 

O Monte Santa Helena, tem a sua localização ao sudoeste de Washington (Capital do país), aproximadamente 890 km (50 milhas) ao nordeste da cidade de Portland, no estado de Oregon (EUA).

Após a cerca de 150 anos de inatividade, o Monte Santa Helena (Mount St. Helens, em inglês), começou a ter atividades sísmicas no dia 20 de março de 1980, e por consequência uma nova cratera se abriu, no lado norte da montanha o seu seu exterior estava se curvando a cerca de 1 metro por dia, e o magma no seu interior estava se elevando, e isso fez com que houvesse tremores no solo no dia 1 de abril de 1980, indicando que ocorreria erupção.


Na manhã, do 18 de maio de 1980, na lateral da montanha houve um intenso desmoronamento, onde ocorreu uma das maiores erupções da história.

Uma grande avalanche de rochas, desceu a 22 km (13 milhas) pela encosta do vulcão, uma nuvem de resíduos foi lançado a 25 km (15 milhas) acima chegando na estratosfera. 

Devido a esse evento vulcânico, ocorreram prejuízos ambientais em uma região de 550 km²  
(212 mi²), houve 57 pessoas mortas, que estavam nas proximidades do vulcão, queixas de pessoas com sintomas de transtornos respiratórios devido as cinzas, foram registrados a cerca de 1.550 km (963 milhas) de distância do vulcão e as cinzas chegaram a cobrir em uma camada, 10 estados.

No lugar da montanha, ficou uma cratera de 1 km ou milha de profundidade e no lado norte ficaram destroços de uma montanha. Uma montanha que perdeu seu topo e cuja sua altura foi diminuída em 400 metros, passando de 2.950 metros (9.678 pés) para 2.549 metros (8.362 pés).

O Monte Santa Helena, já havia perdido o seu topo em aproximadamente 2.500 anos atrás, em uma grande atividade sísmica nos moldes de 1980, mas se reestruturou com o passar dos anos.


No mês de setembro de 2004, o magma que tinha ficado no subterrâneo a contar do ano de 1980, entrou em erupção na formação de um novo topo no interior da cratera da montanha. As novas erupções de formação do topo, prosseguiu até o mês de Janeiro de 2008, reestruturando aproximadamente 7% do que foi destruído no ano de 1980. Possivelmente uma série de pequenas erupções continuaram até um novo topo for criado, nas próximas décadas.
De acordo com especialistas, poderá haver alguma atividade ou explosão na lateral do vulcão, até que o topo seja refeito. 

Fonte:
http://www.nature.com
http://www.mountsthelens.com
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 17 de maio de 2016

"Missão Centenário" e o primeiro astronauta brasileiro...

No dia 29 de março de 2006, às 23h30' (horário de Brasilia), a partir do Centro de Lançamento de Baikonur, no Cazaquistão, a nave tripulada russa Soyuz TMA-8, decolou levando a bordo, o tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Marcos Cesar Pontes, o primeiro astronauta brasileiro a ir à Estação Espacial Internacional (EEI).

Essa primeira missão espacial brasileira, ocorreu devido a um acordo entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos), em comemoração aos cem anos do voo de Santos Dumont, e assim, essa missão foi denominada de "Missão Centenário".

A bordo da nave que levou o astronauta brasileiro Marcos Pontes, estavam: o astronauta da Nasa Jeffrey Williams e o cosmonauta russo Pavel Vinogradov (comandante da missão).

Além da tripulação, a nave espacial, levou para EEI, 15 quilos de carga da AEB, incluindo oito experimentos científicos para realização de trabalhos e análises em ambiente de microgravidade, desenvolvidos por centro de pesquisas e universidades e brasileiras.

Essa missão, foi considerada um sucesso, e teve um período com duração de 10 dias, sendo 8 dias a bordo da EEI, e 2 dias a bordo da nave espacial Soyuz.

A Nave espacial Soyuz TMA-8, chegou a EEI, no dia 30 de março de 2006 e o retorno foi no dia 8 de abril de 2006, a bordo de outra nave espacial russa Soyuz TMA-7.

Fonte:
http://noticias.terra.com.br
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Estação Espacial Internacional supera mais uma marca...

Hoje, dia 16 de maio de 2016, a Estação Espacial Internacional (EEI), chegou a marca de 100.000 órbitas.

Essa marca alcançada foi a partir do lançamento no dia 20 de novembro de 1998, onde foi levado o seu primeiro componente.

A EEI, faz sua jornada a 8 km/segundo (5 milhas/segundo), que chega no montante de 28.162 km/h (17.500 milhas/h), orbitando nosso planeta a cada 90 minutos. Assim com uma jornada ao redor da Terra de 4.254.046.973,891/ km (2.643.342.240 milhas), ou a cerca da distancia do nosso planeta e o planeta Netuno, proporcionalmente em torno de 10 viagens de ida e volta entre a Terra e o planeta Marte (na distancia média entre os dois planetas), e com isso a sua jornada rende 16 amanheceres e entardeceres diariamente.

Nesses 17 anos de órbita, na EEI, foram realizadas 1.922 análises investigatórias, e como resultado, foram mais de 1.200 publicações científicas.

Experimentos importantes:

- VEGGIE , cultivar plantas em microgravidade, pensando na sobrevivência dos astronautas em futura missão à Marte.

-  Estudo de gêmeos, impactos da microgravidade sobre o corpo humano, também pensando em uma jornada até Marte.
                      A Estação Espacial Internacional está em órbita por mais de 17 anos
                                                          (animação Nasa)

Até o momento a Estação recebeu vistas de 222 pessoas diferentes, já incluindo os tripulantes, que são seis astronautas, que estão morando e trabalhando na EEI,

Os astronautas que fazem parte da Expedição 41, são: cosmonauta russo e comandante Maxim Suraev, astronauta da Nasa Barry Wilmore, astronauta da Nasa Reid Wiseman, astronauta da ESA Alexander Gerst, cosmonautas russos e engenheiros de voos Alexander Samokutyaev e Elena Serova.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

domingo, 15 de maio de 2016

Sonda experimental é lançada à estratosfera...

No dia 14 de maio de 2016, uma sonda experimental foi lançada a partir da área de Engenharia Aeroespacial, da Universidade de São Paulo (USP), na cidade de São Carlos, no estado de São Paulo (Brasil), por um grupo denominado Zenith, formado por alunos do curso de graduação da Escola de Engenharia da USP (EESC-USP), que também foram os autores desse projeto.

O grupo teve a orientação do Professor do Departamento de Engenharia Mecânica da EESC-USP Daniel Varela Magalhães, que falou da importância desse projeto, pelo fato de mostrar que existe a capacidade de construção e recuperação do módulo.


Componentes da sonda:

Um balão meteorológico com gás hélio, equipamento conta com três sensores de radiação ultravioleta e contadores de radiação ionizante como sensores ordinários, barômetro, termômetro, acelerômetro e paraquedas.

A missão da sonda:

O balão meteorológico com gás hélio, vai alcançar aproximadamente 32 km (20 milhas) de altitude, atingindo a estratosfera, à baixa pressão nessa altitude, o balão com gás hélio explodirá quando atingir o local esperado, e a sonda retornará com segurança por meio de paraquedas.

Objetivo da missão:

Expôr microrganismos extremófilos em condições extremas para avaliação da sua capacidade de sobrevivência e os danos moleculares sofridos, ou seja, testar os limites físicos da vida nessas condições.

O pesquisador do laboratório Nacional de Luz Sincrotron no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Matérias (CNPEM) Douglas Galante, explicou para o G1: “Mandamos uma série de microrganismos extremamente resistentes a fatores de estresse, baixa pressão, baixa temperatura, alta incidência de radiação e pouca disponibilidade de água. Basicamente um ambiente extremamente agressivo á vida e nenhum organismo normal iria sobreviver nessas condições, mas eles são capazes de sobreviver”.

O retorno:

Quando a sonda atingiu a cerca de 30 km (19 milhas) de altitude, o balão com gás hélio estourou, e a sonda começou a cair, os paraquedas que estavam acoplados na sonda abriram, e o resultado foi de sucesso total desse experimento.

A sonda experimental, foi resgatada 2h30 após ser lançada, em aproximadamente 150 km (93 milhas) de distancia do local do lançamento, no município de São Sebastião da Grama, mais precisamente, em uma mata perto da cidade.


Quanto ao objetivo dos estudos em relação ao microrganismo, agora serão estudados e analisados.

Os alunos tem também como objetivo, desenvolver e difundir tecnologias aplicadas ao setor aeroespacial para estimular e ampliar a visibilidade dessa área do Brasil.

O custo desse projeto foi de R$ 5 mil, que foi obtido através de doações.

Fonte:
http://g1.globo.com

A teoria da Terra plana...

É um conceito primitivo criado de que a superfície do nosso planeta é plano, o oposto do esférico ou do arcado:

- Em torno do século 16 a.C.,  A astronomia antiga da Mesopotâmia e do Egito, acreditavam em uma Terra plana e circular, como um disco, cercada por um oceano cósmico.

- Por volta do século 8 a.C.: O poeta da Grécia antiga Homero, narra a Terra como um disco plano.

-O mapa-múndi babilônico, tinha uma concepção, onde mostrava o mundo na forma de um disco .

- Na Índia antiga, acreditava-se na Terra como um disco com quatro continentes ao redor de uma montanha.

- Nas religiões abraâmicas (três principais: judaísmo, o cristianismo e o islamismo), tinham o conceito de que o firmamento (hemisfério celeste visível), era quem separava a Terra do horizonte.


Idade Média:

- A teoria do geocentrismo, não tinha nada a ver com a ideia da Terra plana, é um mito essa informação de que na Idade Média os estudiosos consideravam que a Terra era achatada, nenhum cosmógrafo ou filósofo famoso na Europa questionou a esfericidade.


Idade Moderna:

- No ano de 1849, o inventor e escritor inglês Samuel Rowbotham, escreveu panfletos de 16 páginas defendendo essa teoria, e assim conseguiu seguidores, e no ano de de 1881 escreveu um livro intitulado por ele de "Zetetic Astronomy: Terra Não é um globo".

O livro Zetetic Astronomy:
Refere que o verdadeiro formato da Terra, é um disco plano fechado, centrado no Pólo Norte,delimitado ao longo de sua borda exterior por um muro de gelo em torno de todo o disco, que serve de barreira natural para demarcar o fim do disco.

O Sol e Lua  possui uma distância da Terra de aproximadamente de 4.800 km (3.000 milhas) e o cosmo 5.000 km (3.100 milhas) acima da Terra. Os planetas e as estrelas apenas algumas centenas de quilômetros ou milhas acima da superfície da terra.

- No ano de 1884, a inglesa Lady Elizabeth Blount, criou a Universal Zetetic Sociedade depois da morte de Rowbotham, havia uma certa inclinação religiosa, acreditando que a Bíblia falou da Terra ser plana.

- No ano de 1956, o signwriter (design de sinais) inglês Samuel Shenton, fundou o Internacional Flat Earth Society Research (IFERS), chamado de Sociedade da Terra plana, Shenton também foi o inventor da "Nave estacionária", no fim da década de 1920, mas não deu em nada.

Nave estacionária:
A nave ficaria elevada no ar e flutuando, e o movimento (giro) da Terra, seria o necessário para que chegasse em outro local na mesma latitude.

Segundo Samuel Shenton:
Os movimentos circulares do Sol e da Lua, nos dão o dia e a noite, e estão mais perto, a cerca de 4.800 km (3.000 milhas) e 4.100 km (2.500 milhas) respectivamente. e os dois possuem uma dimensão de aproximadamente 51 km (32 milhas) de diâmetro apenas, e ficam pairando acima do nosso planeta.


*Esse conceito de que a Terra é plana, segue acreditado por diversas pessoas, que defendem essa ideia.

http://noticias.uol.com.br
https://en.wikipedia.org
http://www.amazon.com
https://psmag.com
https://translate.google.com.br

sábado, 14 de maio de 2016

Geocentrismo e Heliocentrismo...

No decorrer da história, o Sistema Solar, foi muito estudado e debatido a respeito do movimento dos objetos celestes, surgiram dois tipos de modelos, um foi a teoria do Geocentrismo (primeiro modelo cosmológico desenvolvido na antiguidade), e o outro é a teoria do Heliocentrismo (modelo oposto ao geocentrismo).

A teoria do Geocentrismo, foi elaborada por Aristóteles por volta de 350 anos a.C., e em torno de 90-168 d.C., ela foi complementada pelo filósofo e astrônomo alexandrino Cláudio Ptolomeu.

A teoria do Heliocentrismo, já tinha sido levantada anteriormente pelo astrônomo e matemático grego Aristarco de Samos (310 a.C – 230 a.C.), mas foi esquecida. Com o decorrer do tempo, o astrônomo e matemático polonês Nicolau Copérnico (1473 – 1543), propôs um modelo matemático com base em informações de previsões testáveis, depois de aproximadamente 30 anos de observações.

Teoria Geocentrismo:

Também denominada de Sistema Ptolomaico, explicava que o  planeta Terra, estaria fixo no centro do Universo, com os corpos celestes, girando ao seu redor.

Nesta ordem em céu observável, Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, giravam em torno na Terra, e que cada um dos planetas giravam ao longo de um círculo menor, denominado epiciclo (descrição dos movimentos dos corpos celestes), e sendo assim, os planetas tinham o seu epiciclo próprio, e o centro de cada epiciclo se moveria em uma esfera celeste maior, a qual ficaria um pouco afastada da Terra.

A esfera das estrelas fixas dá uma volta ao redor da Terra, indo de leste para oeste em um dia.

O Sol, teria os mesmos movimentos, mas em relação à esfera celeste, ele se atrasaria a cada dia. Assim ele daria uma volta em torno da Terra em um dia e uma volta em relação à esfera das estrelas em um ano.

A Lua teria um comportamento similar ao do Sol.

Essa teoria, era respeitada por muitos cientistas da época, e apreciada pela Igreja Católica Romana, pois apresentava aspectos bíblicos, essa teoria persistiu por aproximadamente 1.400 anos.


Heliocentrismo:

Essa teoria coloca o Sol no lugar da Terra, ou seja,  próximo ao centro do Universo, a esfera das estrelas, nesta teoria passou a ser fixa e não mais móvel, como na teoria do Geocentrismo.

Nesta ordem em céu observável, Mercúrio, Vênus, Terra, Lua, Marte, Júpiter e Saturno (apenas posteriormente, foram encontrados Urano, Netuno e Plutão), se movem ao redor do Sol; e a sequência de dias e noites, é um efeito do movimento de rotação da Terra sobre seu próprio eixo.

Somente no século XVI, que essa teoria voltou a ser discutida. Devido aos dogmas religiosos, não era bem vista pela Igreja Católica Romana, e foi muito complicado a concordância com essa teoria.

Copérnico, guardou essa teoria, por ir contra a igreja e também por suas convicções religiosas, mas deixou escrito que só após sua morte que poderia ser divulgado seus estudos e dados matemáticos.

E após a morte de Nicolau Copérnico, foi publicado o seu livro Revolutionibus Orbium Coelestium (Das revoluções das órbitas celestes), que logo a igreja pôs no rol dos livros proibidos pela Santa Inquisição.

"No meio de todos os assentos, o Sol está no trono. Neste belíssimo templo poderíamos nós colocar esta luminária em outra posição melhor de onde ela iluminasse tudo ao mesmo tempo? Chamaram-lhe corretamente a Lâmpada, a Mente, o Governador do Universo; Hermes Trimegisto chama-lhe o Deus Visível, a Electra de Sófocles, chama-lhe O que vê tudo. Assim, o Sol senta-se como num trono real governando os seus filhos, os planetas que giram à volta dele". Copérnico (1543)

Galileu Galilei (1564 – 1642) , defendeu essa teoria, mas foi obrigado a negar o Heliocentrismo, para não ser queimado na fogueira, pela Santa Inquisição, mas ficou em prisão domiciliar, mas não deixou de acreditar e passou estudando essa teoria.

O teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano Giordano Bruno (1548 - 1600), apoiou a teoria de Copérnico, e também contribui com a proposta de que o universo não é finito, mas sim infinito. A igreja não gostou dessa atitude, e ele foi morto na fogueira pela Santa Inquisição.


Abertura para astronomia moderna:

A teoria exposta por Nicolau Copérnico, foi uma enorme alavanca para astronomia, pois assim grandes nomes da ciência, como do matemático e astrônomo alemão Johannes Kepler (1571 – 1630), um adepto da teoria do Heliocentrismo, que aprimorou a teoria de Copérnico, e assim apresentou as três leis do movimento dos planetas, hoje denominadas de Leis de Kepler.

Leis de Kepler:

1ª) Lei das Órbitas: Os planetas descrevem órbitas elipticas em torno do Sol, que ocupa um dos focos da elipse.

2ª) Lei das Áreas: O segmento que une o Sol a um planeta, descreve áreas iguais em intervalos de tempo iguais.

3ª)  Lei dos Períodos: O quociente dos quadrados dos períodos e o cubo de suas distâncias médias do Sol é igual a uma constante k, igual a todos os planetas.

O cientista, físico e matemático inglês Isaac Newton (1643 – 1727), através da teoria de Copérnico e o aprimoramento realizado por Kepler, criou a Lei da Gravitação Universal.

Lei da Gravitação Universal:

Dois corpos se atraem gravitacionalmente com força cuja intensidade é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre seus centros de massa.

"Duas partículas se atraem com forças cuja intensidade é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que as separa". (Isaac Newton).

A Lei de Newton em relação ao planeta:

A força gravitacional exercida pelo planeta é o próprio peso do corpo na posição em que se encontra dentro do campo gravitacional.

O físico, matemático, astrônomo e filósofo italiano Galileu Galilei, através da luneta inventada nessa época por ele, veio contribuir com suas observações planetárias.

A igreja:

A Igreja católica Romana, apenas aceitou a teoria no modelo do Sistema Solar, e foi a partir do ano de 1922.

Na atualidade:

Nos dias atuais, a teoria aperfeiçoada do Heliocentrismo, é a teoria mais aceita pela comunidade científica.


Quando se fala a respeito do desenvolvimento inicial do Universo, a teoria cosmológica predominante é a do Big Bang, que também só foi aceita a partir do ano de 1965.

Fonte:
http://www.ghtc.usp.br
http://www.sofisica.com.br
http://www.coladaweb.com
https://pt.wikipedia.org

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Origem da forma dos planetas...

Tudo está relacionado com a formação de Nebulosa e a força da gravidade.

O nosso Sistema Solar, como tantos outros Sistemas Estelares, se originaram de uma Nebulosa, que é uma enorme nuvem de poeira cósmica e gases, conhecido como ISM ou Meio Interestelar.

Criação de uma Nebulosa:

Quando a poeira cósmica e os gases espalhados pelo espaço se juntam o necessário, obtém gravidade capaz de criar um campo gravitacional. Este aglomerado gera uma nebulosa, assim dando início ao seguimento de formação de estrelas.

Giros na Nebulosa:

A matéria é absorvida e estruturada pela nebulosa, crescendo assim o campo gravitacional, e estabelecendo o Momento angular (um corpo rodando em torno de um eixo, acaba por relacionar sua distribuição da massa com sua velocidade angular), iniciando assim giros.
Devido ao campo gravitacional, a matéria é puxada para o centro de massa da Nebulosa e com o giro mais rápido, a matéria é atraída para o centro com mais facilidade.
Este fenômeno ocorre com a gravidade crescente nos gases, que desenvolvem a fusão nuclear, e assim há o nascimento de uma estrela.

Dois campos de gravidades:

Um dos campos de gravidade, é da estrela que nasceu e o outro é o campo gravitacional da Nebulosa.
As forças de maré desses dois campos de gravidades, unem os gases e as poeiras remanescentes, sendo que as matérias mais sólidas são agrupadas mais drasticamente, dando origem assim aos planetas rochosos.

Planetas rochosos:

Escaparam de se tornar uma estrela, pois não tiveram a quantidade mínima essencial para formar e manter uma reação de fusão; mesmo esses planetas se formando, o momento angular continua ativo e o movimento de rotação (giro que o planeta realiza ao redor do seu próprio eixo), atraindo mais matérias.

No nosso Sistema Solar, os planetas constituídos principalmente de matéria sólida são: Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.

Um planeta e a sua forma:

Ao longo do tempo, o planeta vai esfriando, e assim vai tendo a sua forma moldada devido o movimento de rotação e o seu campo gravitacional.

O campo gravitacional do planeta, puxa as matérias para o centro de massa; quanto mais massa um planeta possuir, maior será seu campo gravitacional e o seu formato poderá ser mais arredondado, pois todas as matérias são abruptamente atraídas para o seu centro.

Os planetas não são completamente redondos, eles são levemente achatados perto dos pólos, devido o movimento de rotação.

Fonte:
http://noticias.terra.com.br
http://www.abril.com.br
http://noticias.uol.com.br
https://pt.wikipedia.org

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Satélite Aqua e uma imagem diferente...

No dia 09 de maio de 2016, o satélite Aqua da Nasa, capturou imagem das nuvens no céu do Canadá.

A imagem que você pode ver logo abaixo, é um trançado de fumaça no meio das nuvens; essa fumaça tem um movimento sinuoso no alto dos incêndios florestais que estão em chamas, que acontecem no momento atual no Canadá, assolando uma grande área do país.

Explicação do trançado de fumaça com as nuvens:

A fumaça é levada para o meio das nuvens, fazendo com que ela gire dentro do deslocamento circular das nuvens, causado pelo vento.


O satélite Aqua e sua missão:

É um programa de parceria com os Estados Unidos, Japão e Brasil. Ficando a gerência geral da missão do satélite Aqua, situada na Nasa, no complexo do Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, Maryland (EUA).

O satélite, teve seu lançamento no dia 4 de maio de 2002, na Base da Força Aérea de Vandenberg, a bordo de um Boeing, acoplado a um Delta II.

Sua órbita fica a cerca de 705km (438 milhas), e a bordo do Aqua, há seis instrumentos de ponta, sendo:

- AIRS (Sondador Infravermelho Atmosférico) - Atmospheric Infrared Sounder.

- AMSR-E (Explorador Radiômetro de Microondas Avançado - EOS) - Advanced Microwave Scanning Radiometer-EOS.

- AMSU-A (Unidade de Som Microondas Avançado) - Advanced Microwave Sounding Unit.

- CERES (Nuvens e Sistema de Energia Radiante da Terra) - Clouds and Radiant Energy System Earth.

- HSB (Sondador de Umidade para o Brasil) - Humidity Sounder for Brazil. 

- MODIS (Moderador de Resolução e Imagiologia Espectrorradiômetro) - Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer.

Missão do satélite Aqua:

Estudar a Terra, em um conjunto global, observando os oceanos, terra, gelo, atmosfera, cobrimento de neve e vegetação, ou seja, tem por objetivo de analisar a precipitação, evaporação e o ciclo da água.

Proporcionando, informações sobre o vapor de água e nuvens na atmosfera, a precipitação da atmosfera, umidade do solo sobre a terra, gelo glacial na terra, o gelo do mar nos oceanos, a cobertura de neve tanto na terra como no mar, e águas de superfície em todos oceanos, baías e lagos do nosso planeta. 

E com todas essas informações, auxilia os especialistas, a determinar a quantidade do ciclo global da água e efetuar uma investigação mais minuciosa a respeito de indagações: como, e se o ciclo da água pode estar acelerando.

O nome do satélite:

A palavra Aqua, vem do latim, e seu significado é água, o satélite foi denominado assim, devido ao grande ciclo de água no nosso planeta, e pelas observações e informações que ele fornecerá.

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://earthobservatory.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Imagens de eclipse solar total...

As imagens do eclipse solar total, que você pode observar logo abaixo, foram capturadas no dia 29 de junho de 2001, em Kamilonga a 40 km ao norte da capital Lusaka, da República da Zâmbia, da África austral.






Curiosidade:

O Eclipse solar, é um fenômeno que ocorre sempre que a Lua sobrepõe ao Sol, ou seja, a Lua fica entre a Terra e o Sol.

Quando a Lua encobre todo o Sol, é quando há o eclipse solar total.

Como acontece pelo menos dois eclipse solar por ano, os cientistas aproveitam esse evento e analisam melhor o nosso astro rei; pois com a parte interna do disco solar encoberto por alguns instantes, os especialistas utilizam essa oportunidade para medir a composição dos gases e a intensidade dos raios solares emitidos pela camada externa do Sol (cromosfera).

Fonte:
https://www.nasa.gov (imagens)
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://www.google.com.br
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br