sábado, 30 de abril de 2016

Anéis de Saturno...

O planeta Saturno, é o sexto planeta a partir do nosso astro rei, sua órbita está localizada entre as órbitas de Júpiter e Urano. Ele é o segundo maior planeta de todos os planetas do Sistema Solar, perdendo de tamanho só para o planeta Júpiter.

O planeta Saturno, possui um sistema de anéis, que não podem ser vistos a olho nu. Só se vê o planeta a olho nu, como um brilho comparável ao das estrelas mais brilhantes no céu.


Descoberta dos anéis ao longo da história:

No ano de 1610, Galileu Galilei observou os anéis de Saturno pela primeira vez, mas como seu telescópio era bem simples (qualidade restrita), apenas notou "algo parecido como orelhas" uma de cada lado, e deduziu que poderiam ser dois satélite orbitando o planeta.

Com o passar dos anos, em 1655, com um telescópio mais apropriado, Christiaan Huygens, preconizou em sua interpretação, que Saturno era rodeado por um único disco sólido.

Giovanni Cassini, no ano de 1675, descobriu que havia um espaço escuro que separava o disco em dois anéis homocêntricos (divisão dada com o nome de Cassini).

O francês físico, matemático e astrônomo Pierre Simon Laplace, no século XVIII, em análises teóricas, através da matemática e da física, chegou a conclusão, de que se tratava de diversos anéis grandes, sólidos e de espessuras bem finas.

O físico e matemático escocês James Clerk Maxwell, no ano de 1849, concluiu que os anéis não poderiam ser sólidos. E na sua teoria, os anéis eram formados por diversas massas pequenas, que permanecem em órbitas independentes.

No ano de 1895, os astrônomos norte-americanos James E. Keeler e William W. Campbell, constataram que o anel gira em torno de Saturno em uma velocidade diferente da atmosfera planetária. Além de que, as partes internas do anel giravam em uma velocidade maior do que externas, de acordo estabeleciam as leis da física para partículas em órbitas independentes.

Com o decorrer do tempo, já na perspectiva moderna, no ano de 1945, foi dado o Prêmio Adams da Universidade de Cambridg, a James Clerk Maxwel, por sua teoria.

Nos dias atuais já se sabe que, o planeta Saturno, possui um sistema de anéis, que são constituídos por uma mistura de gelo, poeira e material rochoso.

Os anéis são designado por letras: A, B, C, D, E e F, mas não estão em ordem alfabética, e sim seguem uma ordem, na qual foram descobertos, a ordem é a partir do planeta Saturno, ficando assim: D, C, B, A, F, G e E.

Anéis e suas letras:

- Os anéis A e B, são os anéis mais brilhantes.
- O anel A, com suas lacunas Encke e Keeler, conhecido como a Divisão Cassini
- O anel B, com a diferença intermediária de Huygens, ele é o mais interno e as partículas parecem orbitar ao redor de Saturno em pequenos grupos em formato de cunha. Ele é o mais largo e mais espesso
- O anel C, por muitas vezes, é chamado de anel crepe, devido ele ser muito transparente. Com suas lacunas Colombo e Maxwell, possui um significativo aumento de luminosidade, sendo formado por poucas partículas.
- O anel D, é apenas visível.
- O anel F, é muito estreito e condicionado por duas luas, a Pandora e Prometeu, que tem seus posicionamentos em cada lado do anel. Elas são denominadas de luas pastoras, isso porque elas governam os movimentos das partículas no anel, fica na extrema direita, uma estrutura complexa constituída por dois anéis estreitos, trançados e brilhantes.

A criação dos anéis de Saturno, ainda é uma incógnita, mas há diversas teorias da origem deles. A dúvida maior, é a respeito de saber, se eles se formaram junto com o planeta Saturno, ou se foram gerados através da destruição de alguma lua que existia anteriormente.


São quatro grandes grupos de anéis, mas deve ressaltar que há  milhares de divisões entre eles.

As divisões entre os diferentes grupos de anéis não são espaços totalmente vazios. Na real, correspondem as zonas de menor densidade, por este fato, a luz do solar é menos refletida, dando a  percepção de serem vazias.

A União Astronômica Internacional, determinou os nomes para os anéis de Saturno e para as divisões entre eles, as dimensões são dados informados pela Nasa. Confira abaixo:  

Anel D, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente  67.000 a 74.500 km, e sua largura é a cerca  de 7.500 km. 

Anel C, tem uma distância do centro de Saturno de 74.500 a 92.000 km, e sua largura é de 17.500 km.

Divisão Coulomb, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 77.800 km, e sua largura é a cerca de 100 km, e seu descobridor foi Charles Augustin de Coulomb.

Divisão Maxwell, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 87.500 km, e sua largura é a cerca de 270 km, e seu descobridor foi James Clerk Maxwell.

Anel B, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 92.000 a 117.500 km, e sua largura é a cerca de 25.500 km.

Divisão Cassini, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 117.500 a 122.200 km, e sua largura é a cerca de 4.700 km, e o seu descobridor foi Giovanni Cassini.

Divisão Huygens, tem uma distância do centro de Saturno em aproximadamente 117.680 km, e sua largura é a cerca de 285 a 440 km, e o seu descobridor foi Christiaan Huygens.

Anel A, tem uma distância do centro de Saturno em aproximadamente 122.200 a 136.800 km, e sua largura é a cerca de 14.600 km.

Divisão Encke, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 133.570 km, e sua largura é a cerca de 325 km, e o seu descobridor foi Johann Encke.

Divisão Keeler, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 136.530 km, e sua largura é a cerca de 35 km, e o seu descobridor foi James Keeler.

R/2004 S 1, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 137.630 km, e sua largura, não informada.

R/2004 S 2, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 138.900 km, e sua largura, não informada.

Anel F, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 140.210 km, e sua largura é a cerca de 30 a 500 km.

Anel G, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente, 165.800 a 173.800 km, e sua largura é a cerca de 8.000 km.

Anel E, tem uma distância do centro de Saturno, em aproximadamente 180.000 a 480.000 km, e sua largura é a cerca de 300.000 km.

As sondas em Saturno;

- sonda espacial Pioneer 11, da Nasa: chegou em Saturno, no dia 1 de setembro de 1979, registrou as primeiras imagens em curta distância do planeta, onde foi descoberto as novas luas e os anéis.

- sonda espacial Voyager 1, da Nasa: passou por Saturno no ano de 1980, onde fez avaliações apuradas dos anéis e de alguns satélites naturais, principalmente da lua Titã e sua atmosfera. As imagens capturadas das luas de Saturno, mostraram sua natureza, e também a localização de novos satélites.

- sonda espacial Voyager 2, da Nasa: chegou ao planeta Saturno, 9 meses após a sonda Voyager 1. Ela passou sobre a posição dos anéis e próximo de alguns satélites naturais, como Hipérion, Encélado e Tétis, onde capturou imagens bem detalhadas. Consegui uma observação conveniente da estrutura fina dos anéis, com mais detalhes do que a sonda que a antecedeu.

- sonda espacial Cassini-Huygens, projeto cooperativo da Nasa, Agência Espacial Européia (ESA) e a Agência Espacial Italiana: no dia 1 de julho de 2004, sonda espacial entrou em órbita do planeta Saturno, e o orbitador Huygens, no ano de 2005, desacoplou de Cassini e pousou na maior lua de Saturno, que é a lua Titã.
Na superfície de Titã, a Huygens, ficou capturando imagens, coletando dados e enviando para a Terra. Essa foi a primeira vez em que um instrumento feito pelo ser humano, posou em um corpo celeste do Sistema Solar exterior.
A sonda Cassini através de observações e imagens capturadas, informou a respeito da evolução dos vórtices de tempestades no planeta Saturno, a velocidade dos ventos nos lados de circulação global e ainda as tempestades permanentes nos polos, também mandou informações da composição dos anéis e sua interação com as luas. Foi descoberto algumas luas menores na órbita de Saturno.
Cassini, também observou, uma cadeia de montanhas equatorial da lua Japeto e a atividade de vulcões que expelem substâncias inconstantes como água, amoníaco ou metano em vez de lava (Criovulcão), no polo sul da lua Encélado, e a aparência porosa (absorvente) da lua Hipérion, além de diversos detalhes.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://pt.wikipedia.org

sexta-feira, 29 de abril de 2016

E por falar em flores...

"As flores refletem bem o que é o amor.
Quem deseja possuir uma flor, irá vê-la murchar.
Mas quem olhar uma flor no campo, terá esta beleza para sempre". (Paulo Coelho)


Maior flor do mundo:

A Rafflesia arnoldii, é nativa das ilhas de Sumatra e Bornéu, na Indonésia, e é famosa por gerar a maior flor do mundo, que pode chegar a ter 106 cm de diâmetro e pesar até 11 kg, devido ao seu tamanho, ela é chamada de "flor-monstro".
Rafflesia, é uma parasita que consegue sua existência extraindo nutrientes das raízes de uma árvore chamada Tetrastigma, e sendo assim, a flor não possui folhas, caule, raiz, e nem realiza fotossíntese. Ela exala um cheiro, igual a de carne podre, atraindo assim, insetos como as moscas, que fazem a polinização.

Menor flor do mundo:

A pequenina Wolffia arrhiza, é uma planta aquática, encontrada flutuando em águas em vários continentes da Terra. Ela é tão pequena que pode ser comparada com o tamanho da cabeça de um alfinete.
Essa flor não possui raiz, e o seu talo tem a cor verde ou verde-amarelo, e a flor é gerada no topo da planta, em uma superfície de depressão.
Na aparência desta planta se assimila a algumas esferas moderadamente alongadas de aproximadamente de 1 mm de diâmetro.

Flores mais cheirosas do mundo:

Camélia: também chamada japoneira em Portugal, é da espécie da Camellia, essa espécie tem por volta de 80 variedades nativas nas florestas da China, Índia, Japão e Sudeste Asiático.

Dama-da-noite: bem conhecida pelo odor exalado de sua flor. A época de floração é a primavera e o verão.

Gardênia: essa planta ornamental de origem chinesa, relacionada com a família das rubiáceas e que exibe grandes e belas flores brancas. No decorrer do tempo, as suas pétalas ganham uma tonalidade creme.

Flores mais bonitas do mundo:

Flor da Cerejeira: No Japão, quando é a primavera as cerejeiras florescem. A cerejeira fica pouco tempo florida, e por isso as flores representam a fragilidade da vida.

Dália: É originária  do México, possui  cores bem vivas. Existem aproximadamente 30 espécies, e mais de 20 mil cultivadores.

Papoula Oriental: É uma florífera anual de flores grandes, normalmente simples, com pétalas muito finas e delicadas. Florescem durante os períodos mais secos e normalmente são brancas, rosas, vermelhas ou multicoloridas. Ela não veio do oriente, mas sim da Turquia.

As orquídeas: Possui mais de 30 mil espécies, com mais de mil variedades, e é facilmente de se adaptar ao ambiente dela, basta um cantinho iluminado. Ela é encontrada em quase todo o mundo.

Flores mais estranhas do mundo:

Orquídea que lembra um macaco: é incrivelmente rara, encontrada nas florestas altas do Peru e Equador. Ela pode florescer durante todo o ano, e cheiram laranjas maduras.

Chiranthodendron pentadactylon: conhecida como Mão do Diabo, é oriunda do México. Na civilização dos astecas, era usada para fins religiosos.

Amorphophallus titanum: é uma flor rara, nativa somente no oeste de Sumatra. Essa palnta é chamada de flor-cadáver ou planta cadáver, pois quando floresce, exala um odor forte e atrai inseto. As vezes é considerada a maior flor do mundo, devido ter o maior não ramificado inflorescência (parte da planta onde se localizam as flores) do mundo. Ela é cultivada por jardins botânicos e colecionadores particulares ao redor do mundo.


Flor Espacial:

Flor de cor laranja, tem o nome botânico de Zinnia, mas popularmente é chamada de zínia, ela é própria da família Asteraceae. O cuidado do cultivo, foi do astronauta americano Scott Kelly.
Fonte:
http://ambientalistasemrede.org
http://aquarists.ru
http://revistacasaejardim.globo.com
https://en.wikipedia.org
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

* Imagens foram reproduzidas do Google.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Um deserto de sal...

Salar de Uyuni, é o maior deserto de sal do mundo, com aproximadamente 10.582 mil km², sua localização fica ao sudoeste da Bolívia, perto da margem da Cordilheira dos Andes, próximo da fronteira com o Chile, e sua altitude tem cerca de 3.656 metros acima do nível médio do mar.

No local onde está situado esse deserto de sal, há 40 mil anos atrás havia um lago chamado Michin, que era um gigantesco lago que evaporou.

O sal, possivelmente foi gerado devido a uma enorme quantidade de vulcões que está ao seu redor, já que o Salar de Uyuni, se encontra localizado sobre um planalto elevado acima do nível médio do mar, e essa grande centralização de sal, é também proporcionada pelo fato dessa região ser muito árida.

Hoje o Salar de Uyuni, tem aproximadamente 25 mil toneladas de sal, e a sua profundidade é calculada em aproximadamente 120 metros.

Esse deserto de sal, tem uma enorme reserva de lítio, chegando a cerca de 50% a 70% das reservas mundiais, e também possui uma quantidade expressiva de potássio, boro e magnésio. 

Essa região é muito visitada por turistas.

Veja na imagem abaixo, quando o Sol nasce, e a luz solar é refletida na superfície de Salar de Uyuni,  produz um lindo efeito de luminosidade na cor rosa.


Curiosidade:
Devido ser uma grande área, o céu claro e tendo uma superfície extremamente nivelada, o Salar de Uyuni, é um ponto perfeito para a calibragem dos altímetros de satélites de observação do nosso planeta.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br
http://viajeaqui.abril.com.br
http://planejoviajar.com.br
https://pt.wikipedia.org

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Misterioso planetoide Sedna...

No dia 14 de novembro de 2003, dr. Chad Trujillo do Observatório Gemini, no Havaí e dr. David Rabinowitz, da Universidade de Yale, New Haven, EUA, utilizando o  Telescópio Samuel Oschin de 1,22 metros (48 polegadas)  no Observatório Palomar de Caltech, em San Diego, nos EUA, financiado pela Nasa, descobriram um planetoide misterioso que orbita o nosso Sol.

Devido uma pequena mudança de direção, Sedna, assim denominado, pôde ser observado em três tomadas de fotografia, tiradas em instantes diferentes.

Sedna, fica aproximadamente, três vezes mais distante da Terra do que Plutão, tornando-se assim, o corpo celeste mais longe do Sistema Solar.

O Telescópio Espacial Spitzer da Nasa, observou esse planetoide, que está situado a cerca de 13 bilhões km (8 bilhões de milhas) do nosso planeta, e está  muitíssimo distante do nosso astro rei, na região mais fria conhecida do Sistema Solar, onde a temperatura jamais sobe acima de menos 240 graus Celsius (menos 400 Fahrenheit).

O planetoide no seu normal, é ainda mais frio, pois quando se aproxima do Sol, é muito rápido, durante a sua órbita de 10.500 anos ao redor do nosso astro rei, no seu mais distante.

Para se ter uma ideia, Sedna, está a cerca de 130 bilhões km (84 mil milhões de milhas) de distancia do Sol, explicando melhor, está  aproximadamente 900 vezes a distância da Terra em relação ao Sol.


O Telescópio Espacial Spitzer, teve a capacidade de constatar o calor do Sednia, no local que é intensamente distante e frio, e definiu que o tamanho deste planetoide, que possivelmente não passa de 1.700 km (1.000 milhas) de diâmetro aproximadamente, sendo estimado em três quartos do tamanho de Plutão.

Sua cor é avermelhada, ficando como o segundo objeto celestial mais vermelho do Sistema Solar, perdendo só para o planeta Marte.

Planetoide:
Chamados de asteroides, eles são pequeno planetas que orbitam ao redor do Sol,  sendo que maioria possui órbitas localizadas entre a órbita do planeta Marte e a órbita do planeta Júpiter.

Fonte:
http://www.nasa.gov
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terça-feira, 26 de abril de 2016

Primeiro teste realizado da missão tripulada para o planeta vermelho...

No dia 22 de abril de 2016, foi feita o primeiro teste de missão tripulada para o planeta Marte.

A simulação foi realizada no sul da Espanha, mais precisamente nas minas do Rio Tinto em Huelva, na Espanha.

É uma antigo local de mineração, e possui na sua formação geológica e química, uma grande semelhança com Marte.

"Nós temos um mineral aqui chamado jarosita, que é exatamente idêntico ao que existe em Marte'', falou Gernot Groemer, que é pesquisador da Universidade de Innsbruck da Áustria.

Nesta área inóspita, semelhante a Marte, estão sendo realizados vários testes, como: tecnologia robótica e instrumentais, traje espacial, coletas de materiais e módulo  habitável.

O que está sendo testado, poderá ser utilizados para futuras missões tripuladas.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br
http://webcache.googleusercontent.com
http://www.bbc.com
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segunda-feira, 25 de abril de 2016

Estações do ano nos planetas do Sistema Solar...

No nosso planeta temos quatros estações no ano, denominadas como primavera, verão, outono e inverno, nos planetas do Sistema Solar também há estações.

As denominações das estações em outros planetas do Sistema Solar, são as mesma, mas apenas os nomes são iguais, pois as estações em cada planeta são bem diferentes.

No planeta Vênus, as estações são curtas, em Saturno, as estações podem durar por até 7 anos, já no planeta Mercúrio, não se pode dizer quando uma estação acaba e a outra se inicia.

Existem diversos fatores que influenciam o clima nos planetas, podendo ser a inclinação do eixo do planeta, a forma da sua órbita ao redor do Sol, a presença ou ausência de uma atmosfera considerável, a sua distância média do Sol, e a dimensão do seu dia.

Na tabela abaixo, você pode observar o tempo que leva as estações dos 8 planetas do Sistema Solar:

* Estes dados são do ano de 2003.

Planetas:                                  Duração da estação:

Mercúrio------------------------ não se sabe quando começa e termina as estações
Vênus----------------------------55 até 58 dias
Terra------------------------------90 até 93 dias
Marte-----------------------------7 meses
Júpiter----------------------------3 anos
Saturno--------------------------aproximadamente 7 anos
Urano----------------------------aproximadamente 20 anos
Netuno--------------------------acima de 40 anos


Estações planetárias são produzidas ​​por duas condições, a inclinação axial e a distância variável do Sol (excentricidade orbital).

Quando o pólo Norte de um planeta é inclinado em direção ao Sol, os astrônomos chamam de Solstício de Verão; quando o pólo Sul está inclinado em direção ao Sol é chamado o solstício de Inverno, porém as estações são sempre opostas nos dois hemisférios.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

domingo, 24 de abril de 2016

O que são os Plutóides?...

São uma classe especial de corpos celestes que orbitam ao redor do Sol, sendo mais longe que o planeta Netuno (transnetuniano), em uma comparação seria, 30 vezes a distância da Terra em relação ao Sol.

Os plutóides, possuem uma massa satisfatória para que a sua auto-gravidade vença as forças rígidas do material que o seu corpo foi gerado, assim eles assumem uma forma quase esférica (equilíbrio hidrostático).

Então os plutóides, são planetas anões, e os três conhecidos são: Plutão, Eris e Makemake (MAH-kee-MAH-kee).

Os primeiro a serem classificados como plutóides, foram Plutão e Eris.

A União Astronômica Internacional, em uma nova classificação, determinou que pequenos corpos celestes similares a Plutão, ou que tenham seus tamanhos pequenos demais para serem denominados de planetas, passarão a ser classificados como plutóides.

É pensado que ao longo do tempo com novas descobertas e com os avanços científicos, outros corpos celeste, serão denominado plutóides.

O planeta anão Ceres, por estar localizado no cinturão de asteroides entre os planetas Marte e Júpiter, não é denominado um plutóide.
Ceres, possui o corpo mais maciço (um terço da massa total do cinturão de asteroides) que se encontra nesta região do Sistema Solar.

A União Astronômica Internacional, na atualidade, não pondera a criação de uma nova categoria de planetas anões equivalentes a Ceres, devido ele ser único corpo celeste de seu padrão, avaliado assim pelo atual conhecimento científico.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://solarsystem.nasa.gov
https://es.wikipedia.org
https://gl.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 23 de abril de 2016

Estudo sobre voos supersônicos...

Pesquisadores da Nasa em conjunto com a indústria da aviação, estão estudando uma forma de trazer de volta voos supersônicos.

A ideia deste estudo é que seja reduzido os ruídos, as vibrações e as chacoalhadas, pois quando os aviões supersônicos quebram a barreira do som, geram ondas de choque e isso faz com que produzem ruídos sônicos.

No mês de abril de 2016, foram realizados testes, um destes teste foi com um caça T-38C da Escola de Pilotos de Testes da Força Aérea dos Estados Unidos, e foi registrado a imagem no momento que o caça de teste, estava em uma velocidade supersônica, quando passa na frente do Sol, quebrando a velocidade som e gerando onda de choque, assim produzindo estrondo sônico. (ver imagem abaixo).


Para captar a passagem da aeronave na velocidade supersônica, foi utilizada uma técnica mais aperfeiçoada pela a Nasa, da versão que foi criada no ano de 1864 pelo físico alemão August Toepler, que permite visualizar o fluxo supersônico em aviões de grande escala em voo, essa técnica é denominada fotografia Schlieren.

O Objetivo deste estudo, é para que os engenheiros consigam  projetar um transporte de voo comercial supersônico, sem o incômodo das vibrações, ruídos e chacoalhadas, ou seja, projetar uma aeronave de alta velocidade, com um estrondo sônico tranquilo ("Quiet sonic Boom").

Um entendimento mais nítido da localização e força referente as ondas de choque, é primordial para a geração de aviões comerciais de alta velocidade para o futuro.


"Esperamos que a introdução do primeiro avião supersônico low-boom (baixo-tranquilo), poderá ser talvez por volta de 2025..." , disse um dos engenheiro da Nasa, envolvido neste estudo.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Estrela Monocerotis...

Conhecida também por V838 Mon ou V838 Monocerotis, ela está localizada na extremidade da Via Láctea, mais precisamente na constelação do Unicórnio, chamada Monoceros, esta estrela fica aproximadamente 20.000 anos-luz do Sol.

No mês de janeiro de 2002, foi captado uma inesperada explosão nesta estrela, o clarão de luz, ecoou através de envoltório de poeiras antecedentes que circundam a V838 Mon, mudando sua aparência radicalmente, se expandindo.

A explosão pode aparentar um estágio de passagem, sendo visto anteriormente na evolução de uma estrela.

V838 Monocerotis, possui algumas similaridades com as estrelas muito inconstante no decurso do envelhecimento, isto é de chamado "variáveis, então a estrela V838 Mon, é uma variável.

Descoberto no mês de fevereiro de 2002, por uma câmera do Telescópio Espacial Hubble, que uma parte do envoltório de poeira possui aproximadamente 6 anos-luz de diâmetro (na imagem).

É acreditado pelos astrônomos, que a estrela V838 Mon, com sua expansão e o ecoar de luzes, vão continuar iluminando seus ambientes empoeirados, possivelmente por esta década.

Os especialistas ainda não chegaram a uma conclusão, onde se encaixa a V838 Mon, no quadro da evolução estelar.


Desde o ano de 2002, esta estrela é considerada a mais brilhante da Via Látea.

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://heritage.stsci.edu
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Disco celeste de Nebra...

É a mais antiga exibição de uma imagem do cosmos conhecida na atualidade, datado em aproximadamente 3.600 anos. Este artefato segundo as análises, é originário da Idade do Bronze.

Especialistas alemães, estudaram o disco celeste de Nebra, e diante de evidências, foi proposto de que se tratava de um relógio astronômico para a sincronização dos calendários solar e lunar.

A descoberta:

No ano de 1999, em Mittelberg, próximo da cidade de Nebra em Sachsen-Anhalt, na Alemanha, três ladrões de túmulos, procuravam na floresta com detectores de metal, algo de valor, pois naquela área, pessoas viveram e morreram  há milhares de anos. 
E durante esta escavação ilegal, eles descobriram uma pequena lacuna próximo de um monte, foi quando seus detectores de metal, indicaram que havia algo enterrado, eles cavaram a terra, e logo depois encontraram o disco celeste de Nebra. Eles não faziam a ideia que  haviam desenterrado um dos achados arqueológicos mais importantes do século. 

Os ladrões de túmulos, foram apreendidos por policiais, em um porão do hotel Hilton em Basel, da Suíça ano de 2002, e entregue ao arqueólogo Harald Meller do Museu do Estado de Pré-História em Halle, na Alemanha.

A floresta onde a área que o disco foi localizado, é considerado um dos sítios arqueológicos mais importantes da Europa.

Como era utilizado o relógio astronômico:

É um calendário lunar, que é bem diferente do calendário solar, que mostra a posição da Terra em sua órbita ao redor do Sol.

Já o calendário lunar, tem como base as fases da Lua. Um ano lunar é 11 dias mais curto que o ano solar, porque 12 meses sinódicos (tempo que um astro leva a reaparecer no mesmo local em sucessiva conjunções com o Sol), ou 12 retornos da Lua para a fase nova, levam somente 354 dias, no tempo em que a Terra encerra seu movimento de translação em 365 dias.

O disco celeste de Nebra, era usado para determinar se haveria e quando seria um décimo terceiro mês, denominado mês intercalar. 

O mês intercalar, possivelmente era incorporado ao ano lunar, com o propósito de manter uma simultaneidade com as estações do ano.

Segundo o arqueólogo  Harald Meller, "O funcionamento deste relógio foi provavelmente conhecido por um grupo muito pequeno de pessoas".

Descrição do disco celeste de Nebra:

- Um disco de bronze, com 32 cm (7 polegadas) de largura 

- Adornos folheados de ouro, representando o Sol, a Lua e as estrelas

-  Um composto de sete pontos, para elucidar a constelação Plêiades, de como era a visão de 3.600 anos atrás. 


A explicação do objetivo do disco, indicam os conhecimentos astronômicos e a capacidade dos indivíduos da Idade do Bronze, ao utilizarem um entendimento dos calendários solar e lunar, como precursores importantes para estações agrícolas e passagem do tempo.

"A sensação reside no fato de que as pessoas da Idade do Bronze conseguido harmonizar os anos solares e lunares. Nós nunca pensamos que teria conseguido isso", falou o arqueólogo Harald Meller.


Interpretação do disco:

Há uma divergência quanto a interpretação do disco, ainda não se tem absoluta certeza, o significado real de cada elemento nele representado.

Uma das interpretações:

Pequenos círculos de ouro, provavelmente indicam as estrelas, onde um aglomerado de 7 círculos pode vir a ser o aglomerado estelar das Plêiades, situado na constelação de Taurus. Outra estrelas, são possivelmente meramente ilustrativas, dando a entender um céu estrelado.

Na esquerda há um círculo maior que representa do Sol, ou podendo ser a Lua na fase cheia, e na direita, é interpretado como a Lua na fase quarto-crescente.

Duas curvatura laterais, é interpretado como os locais onde há o nascer e o pôr do sol, no decorrer do ano. O ângulo que é compreendido em 82º graus, corresponde ao ângulo que geram o nascer e o ocaso solar (momento que o sol se põe no horizonte, na direção oeste), no meio dos solstícios de Inverno e de Verão  na latitude em que o disco foi achado.

Já a barca solar, indica ser mais de caráter religioso, do que com a astronomia, pois é achada por toda Europa em sítios arqueológicos, que indicam a Idade do Bronze, e também encontrada nas pinturas rupestres escandinavas.


O disco celeste de Nebra, está aos cuidados do Museu do Estado de Pré-História, em Halle, na Alemanha


Idade do Bronze:

É uma época da civilização, quando aconteceu a evolução dos materiais com propriedades metálicas, tendo como resultado a combinação do cobre com estanho (bronze). Isto começou no Oriente Médio, por volta de 3300 a.C. sucedendo o Calcolítico (aproximadamente 2500 a 1800 a.C.), apesar que em outras regiões, esta última idade seja não conhecida, e a Idade do Bronze tenha substituído de uma forma direta, a Idade da Pedra (período neolítico).

Fonte:
http://www.bibliotecapleyades.net
http://www.bbc.co.uk
http://yugioh.wikia.com
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Origem das nuvens na Terra...

A Terra, era demasiadamente quente quando se originou em aproximadamente 5 milhões de anos, era circundada por vapor, pois era incrivelmente impossível existir alguma coisa em estado líquido, e desta forma, era irrealizável a formação gotículas de água que dão origem as nuvens.

Conforme com o passar do tempo, em que o nosso planeta ia se esfriando, é pensado que as primeiras nuvens se formaram em aproximadamente 2 a 3 bilhões de anos.

A composição das nuvens, eram bem diferente, da composição que conhecemos na atualidade.


Na atualidade as nuvens são formadas por gotículas de água, e também por elementos impuros, devido a poluição.

A composição da nuvens naquela época, segundo estudos geológicos, realizados em rochas, eram compostas por água e diversos tipos de gases, os elementos químicos presentes eram: metano, amônia, hidrogênio, hélio e gás carbônico, e se mantinham estagnados no ar.

Pelo fato das nuvens serem bem pesadas, as chuvas eram abundantes, e caiam de forma bem fortes, ou seja,  eram grandes tempestades, e sendo assim, ao longo do tempo, foram gerando os rios e oceanos, e o planeta Terra, foi se esfriando.

Fonte:
http://www.ecology.com
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sobre extraterrestres...

No ano de 2011, uma mulher russa chamada Marta Yegorovnam, que reside na cidade ocidental da Petrozavodsk na Russia, revelou que tinha guardado em sua geladeira, um 'suposto corpo de extraterrestre', envolvido em um saco de polietileno, por dois anos.

Ela revelou que 'cadáver do extraterrestre', foi recolhido no ano de 2009, quando houve uma queda de um objeto não identificado, próximo da sua moradia.

Quando o objeto caiu, estava "insuportavelmente quente", e avistou o corpo, perto dos destroços e metais amassados estavam em chamas.

O 'cadáver do extraterrestre', aparentava ter aproximadamente 60 centímetros, uma grande cabeça, olhos grandes e salientes e sua aparência era algo em torno de um animal aquático e um humanoide, e que tinha membros finos que se assemelhava com braços.

A sra. Marta Yegorovnam, reclamou que dias antes da reportagem, dois homens do Centro de Pesquisa Karelian da Academia de Ciências da Rússia, foram até sua residencia e retiraram o corpo do extraterrestre, "para fins de investigação".

Ela não sabe como descobriram a respeito do 'cadáver do extraterrestre', mas desconfia que pode ser o cheiro, pois estava dois anos na geladeira, e poderia começar a exalar cheiro.

As imagens, foram localizadas pelo famoso escritor paranormal e especialista Michael Cohen, que falou, "Este poderia ser uma fraude elaborada, no entanto, a possibilidade de que isso pode ser um verdadeiro extraterrestre, não deve ser descantado".

                   'Suposto corpo do extraterrestre' na geladeira da Sra. Marta Yegorovnam


No mês de abril de 2011, dois estudantes Timur Hilall, e Kirill Vlasov, postaram um vídeo no YouTube, onde  afirmaram terem recuperado um 'cadáver de extraterrestre', no local onde houve um acidente de objeto não identificado, tiveram 700 mil acessos.

Mas depois de serem interrogados pelas autoridades policiais, admitiram a farsa sobre esse suposto extraterrestre, e que nada mais era uma criatura feita de pão.

                                        Farsa sobre descoberta de extraterrestre

A repercussão do vídeo foi muito forte, pois até o  Kremlin se envolveu, colocando o Ministério do Interior russo confirmando a farsa.

Fonte:
http://www.dailymail.co.uk
http://g1.globo.com
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Pequena ervilha azul...(frase)

"De repente eu notei que aquela pequena e bela ervilha azul era a Terra. Eu levantei meu dedão e fechei um olho, e meu dedão cobriu totalmente a Terra. 
Eu não me senti um gigante. Me senti muito, muito pequeno". 
(Neil Armstrong)


Neil Alden Armstrong, foi um astronauta dos Estados Unidos, o primeiro homem a pisar na Lua.

domingo, 17 de abril de 2016

O que na real é a Zona Del Silencio?...

No português se diz Zona do Silêncio, é uma área que está situada na parte central da área Bolsão de Mapimí (é uma bacia fechada, onde a água do rio não tem saída para o oceano), localizado entre os estados mexicanos de Chihuahua , Coahuila e Durango, uma parte do deserto de Chihuahua, no México.

A Zona do Silêncio, contém muitas histórias cheias de mistérios, que possivelmente não passa de mito, que começou no ano de 1970.

No dia 2 de julho de 1970, um teste do míssil Athena, lançado de uma base militar americana, perto de Green River (Utah), em direção ao polígono WSMR (campo de foguete do exército dos EUA), saiu do controle e foi cair em um local de Chihuahua; no míssil havia elemento radioativo (cobalto 57).
Uma equipe de especialistas foi ao local para encontrar o míssil, houve procura por terra e ar, em um período de três semanas, e o míssil foi encontrado. Abriram um caminho para transporta o míssil e também uma parte de solo que foi contaminado.

Devido a operação de resgate do míssil, pela  Força Aérea dos Estados Unidos, surgiram muitas histórias, uns dizem que foram inventadas para atrair turistas, e outros garantem que é real o mistério que ronda esta área.

Uns dos mistérios são:

- criaturas estranhas, humanoides

-  luzes estranhas no céu, queimando arbustos e chuva de fogo
-  fauna e a flora com mutações

-  transmissões eletromagnéticas não funcionam e  bússolas desorientadas, não apontam para o norte.

Uma de muitas história:

O casal, Ernesto e Josefina Diaz, no dia 13 de Outubro de 1975, entraram em sua caminhonete e foram para a Zona do Silencio para recolher amostras de rochas e fósseis, mas no local eles foram pegados de surpresa por uma tempestade que alagou o chão, onde ficaram com a caminhonete atolada, mas durante o esforço de desatolar o veículo, surgiram dois seres bem altos, usando capas de chuva amarelas se aproximaram deles, e pediram para que o casal entrassem na caminhonete.
Eles empurraram e com muita facilidade e desatolaram a caminhonete, mas quando o casal olhou para atrás, os dois seres já haviam desaparecidos.

Não há nenhuma imagem ou registros que podem comprovar até o momento, os mistérios que cercam esta área chamada Zona Del Silencio (em espanhol).


O que pode ter acontecido na verdade:

- A queda do míssil, gerou  fogo no céu e queimou arbustos e  voos de helicópteros: luzes estranhas e fogo

- criaturas estranhas, humanoides: invenção para atrair turistas

-  fauna e a flora com mutações: queda do míssil, matou animais desfigurando, assim com as plantas

-  transmissões eletromagnéticas não funcionam e  bússolas desorientadas e não apontam para o norte: devido ao componente radioativo.

A área:

Na real, esta área tão cogitada por vários mistérios, é uma zona árida, e de proteção ambiental, ou seja, uma reserva ecológica, onde há plantas e animais.

Em relação todas as plantas, um que chama a atenção, são os cactos peras espinhoso roxo, que assumem essa coloração na época de estação seca.

Os animais encontrados por lá são os coelhos, tartarugas do deserto, lebres, camundongos, corujas e coiotes, entre outros.

Essa reserva ecológica, é para a proteção das espécies, tanto da fauna como da flora, pois vivem nas rígidas condições dessa região, onde o clima do deserto, por ser em alguns casos, a única e ameaça de extinção.


Na Zona do Silêncio, possui áreas, com alta centralização de fragmentos de meteoritos e também são relatados muitos avistamentos de OVNIs.

Fonte:
http://i1.wp.com
http://www.lamentiraestaahifuera.com
https://es.wikipedia.org
https://translate.google.com.br
https://www.google.com.br/maps

sábado, 16 de abril de 2016

Mar Mediterrâneo em imagem da EEI...

No dia 17 de Outubro de 2013, um membro da tripulação da Expedição 37, a partir da Estação Espacial Internacional (EEI), capturou uma imagem da Terra, durante a passagem do período do dia para o período da noite. A EEI, estava em uma altitude de 411 km (222 milhas) náuticos.

A imagem capturada, se trata do norte do Mar Mediterrâneo, algumas cidades e ilhas costeiras italianas.

O luar refletido na superfície do Mar, indica:
- que o reflexo mais forte é perto do centro do disco da Lua, que clareia a água em volta da ilha de Elba.
-  as áreas escuras da superfície do Mar, às vezes consegue mostrar as ilhas de Montecristo e a de Pianosa, ambas no arquipélago Toscano, mas é complicado de serem observadas.

Observe na imagem:

Os reflexos nas superfícies marinhas, constatam diversos fenômenos naturais diferentes, mas há também uns realizados pelo o homem:

Ao norte da ilha de Elba, as ondas arrastadas atrás dos navios, tornam o padrão habitual em forma de V, que obedece uma mesma ordem, deixando um sulco a partir da ilha.

Na imagem é evidenciado que um vento nordeste soprava nesta noite. Uma curva normal do vento mais curto está sendo jogado no continente para fora da cidade de Punta Ala.

Os melhores reflexos do luar, são de superfícies mais lisas, protegidas dos ventos, que são normalmente mais brilhantes

Diversos redemoinhos poucos espaçosos, conhecido como giros, são expostos na superfície do Mar.

A vasta faixa de linhas paralelas à esquerda na imagem, mostra uma parte da maior circulação do mar, que normalmente passam correntes fluindo do norte ao redor da ilha de Elba. Também pode ser observado uma agitação de grandes redemoinhos do Mediterrâneo.


* Para esta imagem, foi utilizada uma câmera digital Nikon D3S, usando uma lente de 180 milímetros. Após ter sido capturada esta imagem, ela foi aumentada para um melhor contraste, e dispositivos de lentes foram retirados, para também deixar a imagem mais aperfeiçoada.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://www.google.com.br
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Nebulosa com formato de morcego...

A delicada nebulosa, conhecida como NGC 1788, é uma nebulosa de reflexão empoeirada (nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas), está localizada, e escondida em uma região escura na constelação de Órion.

A nuvem empoeirada e seu formato:

As estrelas brilhantes de Órion, propagaram fortes ventos que dissiparam o pó e luz, sendo assim, foi moldado um formato de 'um morcego de asas abertas' (reminiscência).

Esses ventos fortes das estrelas, possivelmente também desencadearam a formação de jovens estrelas no seu interior.

Na imagem capturada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), você pode observar a similaridade com um 'morcego de asas abertas'; a imagem foi matizada (uso de cores falsas), observe abaixo.

Fonte:
http://nasasearch.nasa.gov
https://en.wikipedia.or
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Primeira bicicleta de material reciclável é do Brasil...

A empresa brasileira MuzziCycle, está produzindo uma bicicleta ecologicamente correta.

A bicicleta é de plástico reciclável, e sua patente pertence ao artista plástico e criador Juan Muzzi, que é uruguaio e que se radicou brasileiro.

A bicicleta é feita de plásticos reciclados, como por exemplo garrafas PET, entre outros. Após 12 anos de estudos, ela está sendo desenvolvida e produzida em São Paulo (Brasil), com uma produção que chega a 10 mil bicicletas recicláveis mensais, e a procura é tão intensa que existe até lista de espera de compradores, e além disso já foi aberta até filiais na Holanda e na Argentina, devido a grande procura.

A empresa tem planos para que no futuro, possa construir cadeiras de rodas com plásticos recicláveis, sendo que o comprador não pague por ela, mas que forneça a matéria prima, pois atualmente os plásticos são fornecidos por uma ONG, que recolhe materiais recicláveis.


Vantagens da bicicleta de plástico:

- Reaproveitamento de plástico descartável.
- Ecologicamente correta.
- Não enferruja.
- Elimina solda (peça única).
- Não precisa de amortecedor.
- Injetada na cor, eliminando a pintura.
- Design orgânico.
- Andar confortável e macio.
- Feita com mescla de resina termoplástica.
- Feitas com fonte renováveis de energia proveniente da fotossíntese.
- Projeto autossustentável.
- Não utiliza minério de ferro nem bauxita.
- Beneficio em CO².
- Diminui o efeito estufa.
- PDL (Processo de Desenvolvimento Limpo).
- Aditivada com UV.
- Sensação de leveza para o corpo e a mente.
- Diminui a pressão na próstata.
- Menos esforço na coluna vertebral.
- Absorve a trepidação do chão.
- Economia de 90% de energia com relação a outros quadros.
- Quadro com garantia vitalícia.

Fonte:
http://www.thegreenestpost.com
http://www.muzzicycles.com.br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Nebulosa Jellyfish...

Oficialmente conhecida como IC 443, é o resto de uma supernova, que possivelmente ocorreu a explosão de uma estrela massiva, entre 3 mil a 30 mil anos atrás.

Ela se encontra à uma distância de aproximadamente 5 mil anos-luz do nosso planeta e está localizada na constelação de Gêmeos, nas proximidades da estrela Eta Geminorum.

Seu tamanho é de aproximadamente 70 anos-luz de diâmetro, e é popular por acomodar uma estrela de nêutrons.

Os astrônomos têm buscado estrela de nêutrons de fiação (corpos celestes supermassivos, ultracompactos e com gravidade extremamente alta), ou pulsar (emite um fluxo de energia constante), desde a explosão que gerou a nebulosa IC 443.

Estudos realizados pelo novo Chandra (telescópio espacial - Observatório de raios-X Chandra) possivelmente descobriu um pulsar no extremo sul da Nebulosa Jellyfish.

O registros feitos pelo raio-X, também vão conceder novas particularidade a respeito da estrutura e as propriedades deste pulsar.

Fonte:
http://www.bbc.com
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 12 de abril de 2016

Interior humano...(frase)

"Entre as imagens que mais profundamente marcaram minha mente, nenhuma excede a grandeza das florestas primitivas, poupadas da mutilação pela mão do homem. 
Ninguém pode passar por essas solidões intocado, sem sentir que existe mais dentro do homem do que a mera respiração do seu corpo".  Charles Darwin


Charles Robert Darwin (1809 - 1882), Foi um naturalista inglês e criador da teoria da evolução natural. Escreveu o livro "A Origem das Espécies".



Fonte:
http://postagenszm.blogspot.com.br

segunda-feira, 11 de abril de 2016

MIR...

Foi a primeira Estação Espacial habitada, e estava localizada na órbita baixa da Terra, em aproximadamente 400 km (248 milhas) de altitude e foi operante entre os anos de 1986 e 2001.

Ela pertencia a antiga União Soviética, que hoje é Rússia, foi lançada no dia em 20 de fevereiro de 1986, e montada em órbita até o ano de 1996.

A Estação fazia uma órbita em volta da Terra a cada 90 minutos, e fez na sua totalidade 82 mil voltas ao redor do nosso planeta.

 No mês de março de 1986, a Estação Mir, recebeu a sua primeira expedição, que eram os cosmonautas Leonid Kizim e Vladimir Soloviev.

A MIR, servia como um laboratório de estudo de microgravidade, onde as equipes faziam experimentos a respeito de biologia, biologia humana, física, astronomia, meteorologia e sistemas da naves espaciais, tendo por objetivo de criar tecnologias essenciais para conquistar a permanência do homem no espaço.

Realizações:
- Aproximadamente  25 missões russas e 30 internacionais
- 103 visitantes
- 14 mil experimentos científicos.
- 66 passeios no espaço, realizados por cosmonautas.

A Estação Espacial Mir, da Agência Espacial Russa, foi substituída pela Estação Espacial Internacional (EEI), que teve o início de sua montagem no ano de 1998 e acabou oficialmente em 08 de junho de 2011.

Curiosidade:

- Entre outros, a MIR, recebeu o ônibus espacial Atlantis, ver na imagem, ele acoplado na MIR.

- Mir, em russo significa Paz no Mundo.


Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

domingo, 10 de abril de 2016

Projeto Morpheus...

Se trata de um programa produzido pela Nasa, para gerar um veículo de teste com decolagem de aterragem vertical.

No dia 28 de maio de 2014,  foi testado em voo livre, e pela primeira vez foi totalmente automatizado, sendo controlado por sistemas e sem nenhuma interferência humana no controle das atividades realizadas.

A nave não tripulada, teve a capacidade de transportar durante o teste, 499 kg (1.100 libras) de carga, e atingiu uma altura de 244 m (800 pés), durante a noite a partir do Kennedy Space Center da NASA, na Flórida (EUA),  utilizando somente Autonomous Landing and Hazard Avoidance Technology (ALHAT), que é um sistema de detecção de perigo e de orientação.

Projeto Morpheus, testou ALHAT da Nasa e utilizou um motor que funciona com oxigênio líquido e metano, que são propulsores verdes.

O ALHAT, possui uma série de raios com partículas de luz e também outros sensores que servem para mapear a superfície e optar a melhor área de aterragem; e no teste, o terreno estava inteiramente coberto por crateras e rochas, um terreno rude, cheio de "ameaças reais".


Objetivo:

- Desempenho de novas tecnologias de propulsão.

- Sistema de controle e navegação e orientação autônoma.

- Sustentação de capacidade tecnológica e conceitos operacionais indispensáveis de elementos para o transporte tripulado, para uma jornada além da órbita da Terra.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://es.wikipedia.org
http://oglobo.globo.com
https://translate.google.com.br

sábado, 9 de abril de 2016

Imagens da nebulosa de Órion...


Na imagem acima, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, da Nasa, você observa na nebulosa de Órion, uma caverna com poeira turva e gás, onde há movimento de formação de milhares de estrelas. São mais de 3 mil estrelas de diversos tamanhos, e algumas delas nunca foram avistadas na luz visível. Quatro estrelas centrais, provocam a luz ultravioleta, e com isso, estão modelando uma cavidade na nebulosa, e assim, atrapalham o crescimento de centenas de estrelas menores.


Já nesta imagem acima, capturada pelo Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, no dia 15 de janeiro de 2014, com o auxilio de raios infravermelhos, você pode Observar a nebulosa de Órion.
Os pontos vermelhos, mostram estrelas em formação, já a parte mais brilhante expõe o Trapezium Cluster (um apertado aglomerado aberto de quatro estrelas no centro da nebulosa de Orion: Betelgeuse (Alpha Orionis) - Rigel (Beta Orionis) - Bellatrix (Gamma Orionis) - Saiph (Kappa Orionis)).


No ano de 2013, o Telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, no Observatório de La Silla, no Chile. utilizando a câmera Wide Field, capturou a imagem acima da Nebulosa de Órion,


Sobre a Nebulosa de Órion:

No ano de 1610,  foi encontrada pelo astrônomo e botânico francês Nicolas-Claude Fabri de Peiresc.

Também chamada como M42 ou NGC 1976, é uma nebulosa difusa que se encontra a uma distância de aproximadamente 1.500 anos-luz de distância, e está localizada ao sul da Constelação de Órion, no centro da região da Espada, próxima do cinturão de Órion. 

A nebulosa de Órion, tem um tamanho aproximado em 25 anos-luz de diâmetro, e faz parte de uma grande nuvem de gás e poeira, que é conhecida como Nuvem de Órion, e que contém outras nebulosas, como: M43, M78 e a Nebulosa Cabeça de Cavalo, e outras.

A nebulosa de Órion oferece uma das melhores oportunidades para estudar como as estrelas nascem, porque é a região mais próxima, e também é  um "berçário" de estrelas, ou seja, é uma região de grande formação estelar.

A Nebulosa de Órion, que está na Constelação de Órion, é muito fácil de ser observada no céu, basta procurar as famosas Três Marias.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O interior da Lua...

Em um projeto de observação chamado O Experimento Apollo passiva Seismic, possuindo quatro sismógrafos implantados em solo lunar, entre os anos de 1969 e 1972, registrou atividade sísmica contínua da Lua, até o final do ano de 1977.

Na terceira vez em que houve aterrissagem lunar, foi com a Apollo14, durante sua primeira atividade extraveicular, os astronautas tiveram como missão, implantar na superfície da Lua, um aparelho chamado de Apollo Lunar Experimentos de superfície Package, conhecido como ALSEP. Com esse dispositivo poderiam ter mais dados sismológicos.

O estudo com os dados colhidos:

Segundo o estudo, o nosso satélite natural, possui um núcleo similar ao do nosso planeta, e neste estudo realizado por especialistas, indicou que possivelmente a evolução de um dínamo lunar (um gerador de energia magnética), em um seguimento natural, criou e manteve a Lua  em seu próprio campo magnético forte.

Os dados indicam que a lua tem um sólido núcleo interno, rico em ferro, com um raio de aproximadamente 240 km (150 milhas) e um núcleo exterior (camada entre o núcleo interno e o manto lunar), rico em ferro líquido com raio a cerca de 330 km (205 milhas). A diferença com a Terra, é uma camada limite em volta do núcleo, parcialmente derretida, que é pensado ter um raio de aproximadamente 480 km (300 milhas).

Os estudos apontam que o núcleo possui um pequeno percentual de elementos leves como o enxofre, a diferença é que em uma recente pesquisa da nova sismologia na Terra, por indícios , é acreditado a presença de elementos leves, o enxofre e oxigênio, em uma camada em volta do próprio núcleo.

Todos os dados da pesquisas foram tirados pelos aparelhos fixados na superfície da Lua, em missões lunares Apollo-era. E também com ajuda de satélites, com imagens capturadas em alta resolução.

A equipe que está estudando e analisando a sismologia lunar, projetou e criou um aparelho chamado de pilhas de sismômetros digitais, onde facilitou diferenciar sinais recolhidos dos sismógrafos, de "barulhos"capturados das estruturas lunares.

O estudo é fundamental para o desenvolvimento de modelos precisos de formação do nosso satélite natural.


Este estudo foi publicado na revista Science, e o autor principal do estudo, é o perito Dr. Renee Weber, que é um cientista planetário da NASA Marshall Space Flight Center.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://noticias.terra.com.br
https://es.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Suposta criatura no Rio Thames...

Um internauta publicou no YouTube, um vídeo onde mostra uma suposta criatura no Rio Thames, que chamou a atenção, pois a lembrança veio logo do monstro do Lago Ness.

O vídeo foi divulgado no dia 27 de março de 2016, pelo internauta denominado Penn Plate, onde o mesmo se expressa "algo grande estava se movendo sob a água e, em seguida, brevemente à tona. Há baleias no Thames?? Ou é algum submarino estranho".

No dia 26 de março de 2016, Penn estava em no teleférico em Greenwich, o Emirates Air Line, onde filmava o Rio Thames, e filmou a suposta criatura gigantesca e bem misteriosa.


Se você quiser ver o vídeo e tirar sua própria conclusões, é só clicar em Monstro do Rio Thames.

Sobre o rio:
O Rio Thames, é um rio do sul da Inglaterra, que possui 346 km (215 milhas) de extensão, é o maior rio totalmente do território inglês, sendo o segundo maior do Reino Unido.

Fonte:
http://www.theguardian.com (imagem)
https://www.youtube.com

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Você sabe o que acontece se o núcleo da Terra esfriar?...

Se o núcleo do nosso planeta esfriar, ocorreria mudanças bem significativas.

A Terra hoje em dia, possui um calor interior na casa de 5.000ºC, e esse calor faz com haja o movimento tectônico; com o esfriamento, esses movimentos parariam. 

Quando os movimentos das placas tectônicas cessarem, os vulcões seriam extintos e os furacões e terremotos acabariam, pois o núcleo se solidificaria, e com a ausência do magma, as saliências ficariam planas, as águas não teriam para onde escorrer e tomariam conta, e depois aconteceria a evaporação (exposição direta à radiação solar), colocando assim a extinção em massa nos oceanos .

O campo magnético do nosso planeta, é gerado pelo movimentos de materiais das rochas no núcleo, que provocam correntes elétricas; e com a ausência dos movimentos, o planeta ficaria sem esse campo magnético, que é um escudo contra a radiação solar (partículas carregadas por prótons e elétrons lançadas pelo Sol), sem essa proteção a atmosfera terrestres será danificada. Entre outras coisas, o campo magnético, auxiliar a preservar a órbita terrestre. 

A extinção da vida do planeta ocorrerá, pois a água se tornará escassa, até acabar; a atmosfera danificada, altos índices de radiação solar, com uma temperatura elevada, ou seja, com o decorrer do tempo, a Terra vira uma esfera rochosa, sem água, sem ar e com uma temperatura de nível super alto, não havendo condições do planeta ser habitado, 

Fonte:
http://www.abril.com.br
http://www.terra.com.br
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 5 de abril de 2016

Imagem em alta resolução do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko...

A sonda Philae da missão Rosetta, da Agência Espacial Européia (ESA), no dia 12 de novembro de 2014, quando descia para o solo da superfície do cometa  67P / Churyumov-Gerasimenko, capturou imagens da superfície, quando estava aproximadamente 40 metros (130 pés).

A imagem capturada, que você pode observar logo abaixo, demonstra que a superfície do cometa 67P, é forrada por poeira e detritos que vai desde partículas com grãos finos, até blocos com mais de 1 metro ou jarda. No canto superior direito, você pode observar um bloco maior que mede aproximadamente 4,5 metros (5 jardas) de diâmetro, no mesmo canto, repare que o módulo de aterragem da sonda Philae, é aparente.


A imagem capturada e enviada para a Terra, foi registrada através um sistema de imagem chamado por ROLIS (Rosetta Lander Imaging Sistema). É um dispositivo gerador de imagem de alta resolução, para registrar imagens na descida de aterragem, opera como uma câmera  multiespectral (imagens de um mesmo objeto, tomadas com diferentes comprimentos de ondas eletromagnéticas), e o objetivo desta câmera, é analisar a microestrutura e textura de superfície do cometa. Foi criada pelo Centro Aeroespacial Alemão, (Deutsches Zentrum für Luft- und Raumfahrt - DLR, em alemão), em Berlim Alemanha.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Brasil com projeto de usina solar flutuante...

É isso mesmo, o Brasil, tem um projeto piloto e  vai por em prática a primeira usina solar flutuante, utilizando flutuadores de tecnologia francesa.

O projeto pensado pelo Ministério de Minas e Energia, e vai ter a capacidade de gerar uma economia na utilização de energia, preservação do meio ambiente e fontes de energias renováveis.

Na Europa e nos Estados Unidos, já fazem o uso de flutuadores com placa solar; na Europa não há grandes hidrelétricas.  “Estão fazendo isso em pequenos reservatórios de água para usos múltiplos”. disse o Ministro de Minas e Energia Sr. Eduardo Braga.

Esse projeto piloto da primeira usina solar flutuante, vai ter o potencial de gerar 5 megawatts, tendo um significado de nove mil casas abastecidas de energia.

O primeiro local onde será construída e deverá ser testada, será na Usina Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas (Brasil), e a empresa  brasileira de geração fotovoltaica e híbrida, a Sunlution, será a responsável pela construção.

Segundo o site pensamento verde, o ministro das Minas e Energia, Sr. Eduardo Braga, relatou que  'objetivo é reaproveitar os reservatórios e infraestrutura das hidrelétricas brasileiras, baixando, assim, sua capacidade de geração de energia'.

Em uma conversação com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) , o ministro Sr. Eduardo Braga, explicou que em Balbina, tem uma subestação que é capaz de emitir até 250 MW, mas hoje só é utilizada 50 MW. “Portanto, há 200 MW de ociosidade, que vamos poder suplementar com energia solar, com custo muito reduzido, fazendo com que tenhamos eficiência energética, segurança energética, melhor gestão hídrica dentro dos nossos reservatórios e, ao mesmo tempo, baratear a energia para que a tarifa de energia elétrica seja mais barata em nosso país”. disse o Sr.Eduardo Braga, Ministro das Minas e Energia no Brasil.



Serão duas etapas para que o projeto fique pronto:

A primeira etapa, ainda será no ano de 2016, com a primeira com a instalação de 1 MW.

Na segunda epata, instalação de 4 MW, que falta, e isso levará um período de 36 meses.

É esperado que essa usina seja finalizada e inaugurada até o primeiro trimestre de 2017, quando serão realizados testes e considerações a respeito do desempenho desta usina solar flutuante.

Fonte:
http://www.ebc.com.br
http://www.pensamentoverde.com.br
https://www.ambienteenergia.com.br

domingo, 3 de abril de 2016

Uma aterragem de última hora em um asteroide, que deu certo...

Era apenas para entrar na órbita do asteroide e estudá-lo, mas depois veio a decisão de uma aterragem, que deu certo.

433 Eros, um dos maiores dos asteroides que atravessou próximo do nosso planeta, foi explorado pela Nasa, em uma missão de estudá-lo próximo da órbita estreita, po um período de um ano.

A missão chamada de Near Earth Asteroid Rendezvous - Shoemaker (NEAR), tinha como objetivo de estudar a composição  mineralogia, morfologia, distribuição de massa interna e campo magnético de 433 Eros, e como objetivo secundário: estudos de propriedades regolito (camada solta de material heterogêneo e superficial que cobre uma rocha sólida), as interações com o vento solar, possível atividade (poeira ou gás), e a sua situação: como os giros.

No dia 17 de fevereiro de 1996, a nave NEAR Shoemaker, teve seu lançamento a partir do complexo LC-17 em Cabo Canaveral, e o foguete lançador foi Delta II 7925-8.

E no dia 14 de Fevereiro de 2000, a nave não tripulada, entrou na órbita do asteroide Eros, a missão estava praticamente completa, quando veio a decisão de uma aterragem na superfície do asteroide. A nave não foi projetada para tal missão, mas deu certo, ela desceu e aterrou na superfície do asteroide.

Embora, a nave não foi projetada para uma aterragem, a NEAR Shoemaker, prosseguiu normalmente com a parte operacional e com a sua comunicação. 

O espectrômetro de raios gama da nave, continuou a operar por duas semanas depois da aterragem, o registro de dados inéditos sobre a composição de elementos sobre e abaixo na superfície do asteroide, foram um grande ganho para os estudos das propriedades em massa, sua composição, e além de capturas imagens.


Veja o gráfico das medições do espectrômetro de raios gama, da Nasa, é só clicar em cima: gráfico.

A nave NEAR Shoemaker, fez a sua última comunicação com a Terra, no dia 28 de fevereiro de 2001.

Esta missão da Nasa, foi a primeira a orbitar um asteroide e também foi a primeira a pousar na superfície de um asteroide. 

Curiosidade:

Em homenagem ao cientista planetário americano Gene Shoemaker, a nave não tripulada NEAR Shoemaker, foi batizada com este nome.

Sobre o asteroide Eros:

Recebeu o nome em uma homenagem ao deus da mitologia grega Eros, é um asteroide do tipo S, que quer dizer que ele é composto por silicatos de magnésio e ferro.

Ele é um dos mais comuns do cinturão de asteroides, é o segundo maior asteroide que passa próximo da Terra, com um tamanho a cerca de 34 km (21 milhas) de largura, o que faz com que ele possa ser observado por telescópios comuns.

                                                   Crédito de animação: Nasa

Sua próxima passagem pelo o nosso planeta, está previsto para o ano de 2056, e apesar de 433 Eros, ser um grande asteroide, ele não fornece risco algum de colisão com a Terra, segundo a Nasa.

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://science.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
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