quinta-feira, 31 de março de 2016

Uma pergunta... (frase)

"Há uma pergunta que me parece dever ser formulada e para a qual não creio que haja resposta: que motivo teria Deus para fazer o universo? 
Só para que num planeta pequeníssimo de uma galáxia pudesse ter nascido um animal determinado que iria ter um processo evolutivo que chegou a isto?" (José Saramago)


José de Sousa Saramago (16/11/1922 - 18/06/2010) Foi um renomado escritor português, premiado com Nobel de Literatura, no ano de 1998 e no ano de 1995, recebeu o Prêmio Camões, o mais importante prêmio literário da língua portuguesa.

Fonte: https://pt.wikipedia.org

quarta-feira, 30 de março de 2016

Sistema planetário Kepler-37 e o menor planeta já conhecido...

Um sistema planetário contendo três planetas (Kepler-37b, Kepler-37c e Kepler-37d), que está localizado a cerca de 210 anos-luz de distância do nosso planeta, na constelação de Lyra, foi descoberto por cientistas da missão Kepler da Nasa, no dia 20 de fevereiro de 2013.

Esse novo sistema é chamado de Kepler-37, e ele abriga o menor planeta já conhecido, orbitando em volta de uma estrela similar ao nosso astro rei, o Sol.

O menor planeta é  denominado de Kepler-37b, que mede aproximadamente um terço do planeta Terra, sendo um pouco maior que a nossa Lua e menor que o planeta Mercúrio. Ele não possui atmosfera e na sua composição é mais provável que seja rochoso.

O planeta Kepler-37c, é o mais próximo da Terra, é um pouco menor que o planeta Vênus, e mede aproximadamente três quartos do tamanho do nosso planeta.

Já o planeta  Kepler-37d, é o mais distante do nosso planeta, com um tamanho chegando a ser aproximadamente o dobro do planeta Terra.

A estrela de Kepler-37, é um pouco mais fria e menor que o Sol, mas pertence a mesma classe do nosso astro rei.

O planeta Kepler-37b, tem sua órbita 10 vezes mais perto de sua estrela, em comparação a Terra em relação ao Sol, sendo assim, é pensado que a temperatura de sua superfície chega a mais de 427 graus Celsius. E a cada 13 dias, ele faz a órbita em sua estrela, com uma distância menor a de um terço do planeta Mercúrio em relação ao Sol.

Os planetas  Kepler-37c e Kepler-37d, fazem a órbita na estrela, a cada 21 dias e 40 dias, nesta ordem. 

 Este sistema planetário, foi batizado de Kepler-37, em homenagem a sonda Kepler, que é um observatório espacial projetado pela Nasa, com a missão de encontrar zonas habitáveis em planetas extrassolares.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 29 de março de 2016

A maior estrela já conhecida...

Até o momento, a maior estrela conhecida, se chama Estrela da Pistola (Pistol Star, em inglês), ela está localizada na Nebulosa da Pistola, e está a cerca de 25.000 anos-luz de distância do nosso planeta, rumo a constelação de Sagitário, ficando perto do centro da Via Láctea.

Ela tem um brilho tão poderoso que chega a ter aproximadamente 10 milhões de vezes mais luz do que o nosso astro rei, o Sol, e chegando ser em torno de 100 vezes mais massiva.

Para você ter uma noção do poder desta estrela, o que ela emite em 6 segundos de energia, é o que o nosso Sol, emite em um ano inteirinho.
Se fosse ela no meio do nosso Sistema Solar, engoliria no mínimo os planetas Mercúrio, Vênus e a Terra.

No ano de 1995, foi proposto que esta estrela enorme, com 3 milhões de anos, tinha 200 vezes a massa do nosso Sol, mas ao longo do tempo, foi perdendo sua massa, devido as gigantescas erupções a cerca de 4.000 até há 6.000 anos, e assim expelia sua matéria (gases e poeira - nuvem vermelha) para o espaço, e através desse fenômeno, se deu a origem na Nebulosa da Pistola, que por sinal é enorme, possuindo um tamanho com aproximadamente  4 anos-luz,  ou 38 trilhões km.

Os astrônomos ainda são indecisos de como uma estrela desse tamanho significativo se formou e também como será que ela irá se comportar no futuro.

Fonte:
http://apod.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
http://apod.nasa.gov
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 28 de março de 2016

Uma nave espacial com reator nuclear...

A Companhia Estatal de Energia Nuclear (Rosatom) da Rússia, tem um projeto com o uso de energia nuclear, que possivelmente irá fazer uma nave espacial chegar até o planeta Marte em 45 dias.

Rosatom, tem um orçamento de aproximadamente 15 bilhões de rublos no projeto, que começou no ano de 2010 e está previsto para ter um veículo de lançamento pronto até o ano de 2025.

Este projeto é inspirado, em um plano do passado da Rosatom, quando tinham interesse em colocar sondas espaciais, movido a energia nuclear.

O novo plano para uma nave espacial movida por energia nuclear, tem um diferencial muito importante, pois  desta vez vai haver uma tripulação humana, e não seria uma viagem só de ida ao planeta vermelho, mas também teria a volta.

Funcionário da Rosatom, falou para o site Wired, “Estima-se que um veículo equipado com um motor nuclear tenha 30 vezes a reserva de energia de espaçonaves convencionais”, e continuou “Os designs que nós estamos desenvolvendo permitirão que a humanidade construa espaçonaves que poderão lidar com todos os desafios espaciais do século XXI, como o transporte de carga, remoção de detritos espaciais, anulação do impacto de asteroides, etc”.

Um membro senior do Centro James Martin para Estudos de Não Proliferação, na Califórnia (EUA), Dr. Nikolai Sokov, falou “Uma engenhoca nuclear é algo do qual não estamos tão longe, não seria tão complicado, a parte realmente cara, seria desenhar uma espaçonave ao redor destas coisas”.

A Rosatom, não comentou como vai funcionar a nave movida por energia nuclear, mas estudiosos acreditam que os cosmonautas, seriam lançados até o planeta Marte, por uma aparelhagem com aquecimento de hidrogênio em um reator de fissão nuclear (quebra do núcleo de um átomo instável em dois átomos menores pelo bombardeamento de partículas como nêutrons).

Agora só nos restar saber, se a Rússia vai pagar por um projeto tão audacioso.

Fonte:
https://br.noticias.yahoo.com
http://www.wired.com
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

domingo, 27 de março de 2016

Uma nebulosa com uma estrela empoeirada...

A Nebulosa do Ovo (Egg Nebula, em inglês), também conhecida como RAFFL 2688 e CRL 2688, fica aproximadamente à uma distância do nosso planeta em 3.000 anos-luz, está localizada na direção da constelação de Cygnus.

Seu tamanho é cerca de um ano-luz, ela é uma rápida evolução pré-planetária nebulosa (protonebulosa planetária), ou seja, a Nebulosa do ovo, existe durante um curto acontecimento da evolução estelar.

A estrela central da Nebulosa do Ovo, está expelindo conchas de gás e poeira para o espaço, e desta forma, ela vai vagarosamente se transformando em uma estrela anã branca.

Um aglomerado de poeira grossa, é visto no centro da estrela, e ao mesmo tempo conchas de poeira que estão mais distantes, e refletem a luz desta estrela.

É observado uma vibração de luz  que se efetua em plano definido por cada um dos grãos de poeira na estrela central, esse efeito é chamado de polarização (feixe de luz no qual todos os raios vibram paralelos a um mesmo plano, também é conhecida como luz plano polarizada).

Avaliar aproximadamente o direcionamento da luz polarizada para a Nebulosa do ovo, vai fornecer indicações sobre o local onde se encontra esta fonte, ainda desconhecida.

Observem a Nebulosa do Ovo, logo abaixo na imagem capturada pelo Advanced Camera for Surveys, que está abordo do Telescópio Espacial Hubble, da Nasa.
Foram usadas cores falsas codificadas, para poder destacar o direcionamento da polarização.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 26 de março de 2016

Conheça a Nebulosa do Esquimó e um estudo...

No ano de  1787, o astrônomo e compositor alemão naturalizado inglês William Herschel, encontrou pela primeira vez esta nebulosa planetária (assim classificada).

Esta nebulosa planetária é denominada de NGC 2392, e apelidada de Nebulosa do Esquimó, pela aparência, que lembra uma cabeça toda coberta por um capuz de pele.

Localizada na constelação de gêmeos, fica numa distância de aproximadamente 4.200 anos-luz do nosso planeta.

Nebulosa planetária:

Uma nebulosa planetária, se origina quando uma estrela gasta todo o hidrogênio do seu núcleo, e um vento solar, circulará em aproximadamente 5 bilhões de anos; quando ocorre esse fenômeno, a estrela inicia a fase de esfriamento e de expansão, ampliando o seu raio em dezenas à centenas de vezes de sua verdadeira dimensão.

Às vezes, as camadas exteriores das estrelas, são removidas por um vento de 50 mil km/h, largando para trás um núcleo quente, com uma temperatura de superfície de aproximadamente 50 mil graus Celsius, que nessa momento, já está expelindo suas camada exteriores, devido a um vento que faz uma trajetória de 6 milhões km/h.

A radiação da estrela quente, com a ação do vento veloz e mais o vento moroso, dão origem a uma concha embaraçada e com filamentos de uma nebulosa planetária. Às vezes, o que restou da estrela, ingressará em um colapso para dar origem a uma estrela anã branca.

Astrônomos utilizando telescópios espaciais, estão mais preparados para observar nebulosas planetárias como NGC 2392.


Na imagem de raio-X, do Observatório de raios-X Chandra, da Nasa, indica que o roxo demonstra a localização do gás com milhões de graus, próximo do núcleo da nebulosa planetária.

O Telescópio Espacial Hubble, forneceu registro, da cor vermelha, verde e azul, um complexo modelo de camadas mais externas da estrela, que foram expelidos, ou seja, os filamentos com aparência de cometas, se originam quando os ventos forte e a radiação da estrela central, fazem uma interação com a concha mais fria de poeira e gás, que já foram expelidos pela estrela.


Sobre o Estudo:

Observações feitas na nebulosa planetária NGC 2392, faziam parte de uma análise de três nebulosas planetárias, que possuem gás quente no núcleo.

A NGC 2392, em dados coletados, indicaram que ela tem um alto nível, que chega ser anormal de emissão de raios-X, em relação as outras duas nebulosas planetárias (IC 418 e NGC 6826).

Os pesquisadores, deduziram que a NGC 2392, possui uma companheira oculta, na estrela central quente; o que poderia explicar esse alto índice de raio-X, seria uma interação de um par de estrelas binárias.

Já nas outras duas nebulosas plenárias, o fraco índice de raio-X, provavelmente é devido as frentes de choque (como estrondo sônico, que é muito similar a uma explosão) no vento da estrela central.

Este estudo, foi publicado no The Astrophysical Journal, no dia 10 de abril de 2013. O seu principal autor é Nieves Ruiz, do Instituto de Astrofísica de Andalucía (IAA-CSIC), em Granada, na Espanha.


Informação:

- O nosso astro rei, o Sol, vai se tornar uma nebulosa plenária, por volta de 5 bilhões de anos.

- A NGC 6826, já está com sua imagem composta, já incluída na galeria de nebulosas plenária, que foi lançada no ano de 2012.


Fonte:
http://chandra.harvard.edu
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

Estrelas binárias...

É um sistema estelar, formado de um par de estrelas orbitando um centro de massa comum; sendo que a estrela mais iluminada é conhecida como primária, enquanto a estrela menos iluminada é conhecida de estrela companheira ou secundária.

Se duas estrelas orbitam uma em volta da outra, mas mantendo uma grande distância entre as duas, elas evoluem de maneira independente, e desta forma, elas são denominadas de par separado.

Mas se as duas estrelas estão próximas o bastante para que aconteça transferência de matéria entre elas por causa da forças de maré, são denominadas de par próximo ou de contato.


É acreditado que uma grande parte das estrelas da Via-Láctea, não são como o Sol, solitário, e sim parte de sistemas como as binárias.


Tipos de sistemas binários:

- Binárias Visuais: é um par de estrelas associadas gravitacionalmente que podem ser avistadas pelo telescópio como duas estrelas.

- Binárias Astrométricas: quando um dos objetos do sistema é muito fraco para ser avistado, mas é notado pelas ondulações no movimento da companheira primária, a mais iluminada.

- Binárias Espectroscópicas: quando a natureza binária da estrela é conhecida pela variação de sua velocidade radial, medida através das linhas espectrais da estrela, que variam em comprimento de onda com o tempo.


Na história:

A primeira vez que foi dito o termo binária, foi em um texto de William Herschel, no ano de 1802, onde ele diz:

"Se, ao contrário, duas estrelas estão realmente situadas bem próximas uma da outra e, ao mesmo tempo, isoladas de tal jeito que não são afetadas materialmente pela atração de estrelas próximas, tais estrelas compõem um sistema à parte e permanecem unidas pela ligação gravitacional mútua. Este sistema deve ser chamado de um sistema binário real; e quaisquer duas estrelas assim conectadas formam um sistema sideral binário".

Fonte:
https://www.nasa.gov
http://astro.if.ufrgs.br
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 25 de março de 2016

Blog ZM. deseja a todos uma Feliz Páscoa!!!

                       
                                               
                                       Blog ZM. Wishes everyone a Happy Easter !!!

                                       Blog ZM. Desea a todos una feliz Pascua !!!

                                       Blog ZM. Souhaite à tous de Joyeuses Pâques !!!

                                       Blog ZM. Wenst iedereen een Happy Easter !!!

                                       Blog ZM. Wünscht allen ein frohes Osterfest !!!

                                       Blog ZM. Augura a tutti una Buona Pasqua !!!

                                        Log ZM. Ønsker alle en riktig god påske !!!

                                        Blogg ZM. Önskar alla en glad påsk !!!
                     
                                        Блог ZM. Желает всем Пасхой !!!

                                        ブログZM。みんなハッピーイースターウイッシュ!

                                         About ZM. A Felix Pascha Wishes omnes !!! 

                                         Blogo ZM. Deziroj ĉiuj Feliĉan Pasko !!!

Leques aluviais na cratera em Marte...

No dia 23 de janeiro de 2016, a imagem logo abaixo, foi capturada pela câmera High Resolution Imaging Science Experiment, que está a bordo da Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa, que alcançou duas crateras de impacto, e retratou uma estratigrafia de leques aluviais. Esta imagem será utilizada para medir a profundidade do ventilador e descrever a sua história de deposição (processo sedimentar que consiste na acumulação de matéria), assim como uma observação mais aproximada de algumas dessas camadas.

A imagem mostra a estratigrafia de leques aluviais, que está na cratera Saheki, no quadrângulo de Iapygia (uma série de 30 quadrângulos em Marte estabelecidos pelo Programa de Pesquisa de Astrogeologia do Serviço Geológico dos Estados Unidos), no planeta Marte. A cratera está localizada na região de Hellas Planitia (Bacia de Impacto Hellas), no hemisfério Sul, do planeta vermelho.

É acreditado que os leques aluviais na cratera, foram gerado por água corrente, e são os mais conservados, ou melhor dizendo, os mais preservados em Marte, estão na cratera Saheki.


Leques aluviais (alluvial fan):

Depósitos em forma de leque ou cones compostos de sedimentos soltos em rochas, decorrente de águas correntes de um "riacho". Se formam na parte inferior das montanhas.

Um ventilador é formado por fluxo de detritos, o modo correto é cone de detritos ou fan colluvial, Os fans são geralmente achados em um canyon de drenagem, a partir da parte plana onde emerge a montanha.

Fonte:
https://en.wikipedia.org
http://www.nasa.gov
https://translate.google.com.br

Você sabe o que é estratigrafia?...

A palavra estratigrafia, tem sua origem do latim: stratum e do grego: graphia

É um campo da geologia que estuda os estratos ou camadas de rochas, visando definir as maneiras e fenômenos em que foram geradas.

Seguindo principalmente o conceito da sobreposição das camadas:

Os estratos depositados na superfície da Terra, vem sendo depositados em camadas horizontais, e estas rochas seguem em cadeias laterais ao longo do tempo.

Existe um seguimento cronológico, onde as rochas mais antigas ficam por baixo na base, as mais novas acima, e assim por diante até ao topo.

Onde se dá as três leis:

1- Lei da horizontalidade original
2- Lei da continuidade lateral
3- Lei da superposição

Estas leis tiveram uma grande importância para o estudo geológico do desenvolvimento das rochas sedimentares.

Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://www.geologia.ufpr.br

quinta-feira, 24 de março de 2016

Como é visto do espaço um equinócio...

No ano de 2011, uma imagem capturada pelo satélite Meteosat-9, demonstra como é visto do espaço a mudança de estação, ou seja, o equinócio.

Nesta matéria, é o equinócio da primavera, onde esse ano começou no hemisfério Norte, no domingo, dia 20 de março.

O equinócio da primavera, é uma marca, que está localizada na órbita do nosso planeta onde o nosso astro rei, o Sol, brilha diretamente acima da linha do Equador, gerando fases quase iguais de dia e de noite em todo o globo.

Greg Redfern, embaixador do sistema solar no Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, disse "Só nos equinócios obtemos que terminator (é a linha divisória entre a parte iluminada e a sombra de um corpo celeste, ou seja, a linha divisória entre o dia e a noite) exatamente em linha reta".

Esta linha está sempre em mudança devido a inclinação da Terra que é de  23,5 graus sobre seu eixo.


"Se a Terra não tivesse essa inclinação, a gente sempre tem o terminador straight-up-and-down (para cima e para baixo) e não teríamos temporadas", esclareceu Greg Redfern.

                                                                   ****
No vídeo que está logo abaixo, você vai observar como o terminator, tem mudanças no decorrer das quatros estações anuais.

Este vídeo é do satélite Meteosat-9, inicia-se no mês de setembro, próximo da hora do equinócio do mês de outono. Conforme o hemisfério Norte, o inverno se aproxima, há a inclinação para longe do Sol e recebe menos luz do dia.

Depois do equinócio da primavera no hemisfério norte, inicia progressivamente inclinando-se no rumo dos raios de Sol, fazendo os dias mais longos e mais quentes.


Meteosat, é ao nome de uma família de satélites meteorológicos geoestacionários, criados para a Agência Espacial Europeia (ESA) e operados pela EUMETSAT (European Organisation for the Exploitation of Meteorological Satellites, em inglês), em português, Organização Européia para a Exploração de Satélites Meteorológicos.

Fontes:
https://www.youtube.com
http://www.nytimes.com
https://pt.wikipedia.org
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 23 de março de 2016

Eclipse lunar penumbral - 23 de março...

No dia 23 de março de 2016, ocorrerá o eclipse lunar penumbral, o primeiro do ano. Ele será visível em quase todo o extremo leste da Ásia, leste da Austrália, no Oceano Pacífico, e na costa oeste da América do Norte incluindo o Alasca.

Um eclipse lunar penumbral é mais difícil de avistado, pois ocorre quando a Lua passa pela penumbra da Terra, sendo assim, faz um leve escurecimento da luz da Lua. Não há um completo escurecimento da Lua, devido a penumbra não ser escura o suficiente para bloquear a luz do Sol.

Curiosidade:
Quando ocorre um eclipse solar, um eclipse lunar terá ocorrido em duas semanas anteriores, ou ele irá ocorrer após duas semanas.

Fonte:
http://global.britannica.com
https://translate.google.com.br

terça-feira, 22 de março de 2016

Observe a Estação Espacial Internacional...

Se você quiser saber onde e quando a Estação Espacial Internacional (EEI) vai estar voando, visite no Spot the Station, neste site você poderá digitar a sua localização, e assim você vai saber quando a EEI, vai passar voando em cima do local que você se encontra.

A EEI voando no céu, lembra um avião em movimento com grande velocidade, mas muito maior e viaja a milhares de quilômetros (milhas) por hora mais veloz.

A Estação, é o terceiro objeto mais brilhante no céu (depois da Lua e do Sol), assim fica mais fácil de ser observada, se você saber qual o momento de olhar para o céu.

No site, você também pode se inscrever para receber e-mail de aleta ou mensagens de texto, avisando quando você conseguirá observar a EEI, voando no céu da sua localização.

Então fica a dica para aos interessados.


                                                 Crédito de imagem: Nasa/EEI


Fonte:
http://nasa.tumblr.com
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 21 de março de 2016

A evolução... (frases)

“Durante milhões de anos, a humanidade viveu exatamente como os animais.
Então aconteceu alguma coisa que desencadeou o poder da nossa imaginação.
Nós aprendemos a falar e aprendemos a ouvir”. (Stephen Hawking)



“Nós somos apenas uma espécie avançada de macacos em um planeta pequeno de uma estrela mediana.
Mas nós conseguimos entender o Universo. Isso nos torna muito especiais”. (Stephen Hawking)


Stephen William Hawking (18/01/1942), é um físico teórico e cosmólogo britânico, e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.

Fonte:
https://www.google.com.br

domingo, 20 de março de 2016

Dois cometas se aproximam com órbitas semelhantes...

Dois cometas iram passar próximos do nosso planeta, amanhã e depois, o interessante é que eles tem órbitas similares, podendo ser gêmeos, da mesma linhagem.

No dia 22 de janeiro de 2016, o cometa P/2016 BA14, foi encontrado pela Universidade de telescópio Pan-Starrs do Havaí em Haleakala, na ilha de Maui.

No começo, foi acreditado que seria um asteroide, mas um monitoramento e análises da Universidade de Maryland e equipe de Lowell Observatory com o Telescópio Discovery Channel (DCT), demonstrou que realmente é um cometa, devido sua cauda em evidência.

O cometa que foi a pouco achado (Cometa P/2016 BA14), curiosamente tem a órbita anormal e semelhante ao cometa Cometa 252P/Linear, que foi descoberto no dia 7 de abril de 2000, pelo projeto Lincoln Near-Earth Asteroid Research (Linear), do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Esta provável casualidade, possivelmente é um indicativo de característica gêmea dos cometas.

O cometa P/2016 BA14, tem acerca da metade do tamanho do cometa 252P/Linear, provavelmente é um fragmento que teve se originado em algum lugar distante em algum período no passado, do cometa maior.

"Cometa P/2016 BA14, é possivelmente um fragmento de 252P/Linear. Os dois podem estar relacionados porque suas órbitas são tão notavelmente semelhante", falou Paul Chodas, gerente da Center da Nasa de Estudos NEO (CNEOS), no Laboratório de Propulsão a Jato em Pasadena, na Califórnia (EUA). e continuou, "Sabemos que os cometas são coisas relativamente frágeis, como em 1993, quando o cometa Shoemaker-Levy 9 foi descoberto e seus pedaços ligado a um sobrevoo de Júpiter. Talvez durante uma passagem anterior através do sistema interno solar, ou durante uma aérea distante de Júpiter; um pedaço que agora sabemos como BA14 poderia ter quebrado e saído de 252P.".

Na segunda feira, dia 21 de março de 2016, o cometa 252P/Linear, que tem aproximadamente  230 metros (750 pés) de tamanho, vai passar pela Terra, à uma distância de  5,2 milhões/km (3,3 milhões/milhas) aproximadamente, e sua a maior aproximação será por volta das 05h14 PDT (08h14 EDT).

Na terça feira, dia 22 de março de 2016, por volta das 07h30 PDT (10h30 EDT), o cometa P/2016 BA14, vai passar pela Terra, em segurança, e acerca de 3,5 milhões/km (2,2 milhões/milhas). Este será o 3º sobrevoo, com maior aproximação da história, estando ao lado de Dcometa/1770 L1 (Lexell) no ano de 1770 e cometa C/1983 H1 (IRAS-Araki-Alcock) no ano de 1983.

Ambos os cometas, vão passar em segurança pelo nosso planeta, e vão estar em uma distância, "consideradamente perto", mas para serem observados, só através de um potente telescópio profissional de grau.

Paul Chodas, também disse, "22 de março será o mais próximo que o cometa P / 2016 BA14 ficará para nós, pelo menos nos próximos 150 anos", e finaliza, "Cometa P/2016 BA14 não é uma ameaça. Em vez disso, é uma excelente oportunidade para o avanço científico no estudo de cometas.".

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://noticias.uol.com.br
https://translate.google.com.br

sábado, 19 de março de 2016

Robôs da ficção...

BB8:

Quando ele tem uma missão muito importante, e tem que ser realizada, ele utiliza sua personalidade e sua timidez.

É um robô esférico com uma cabeça redonda imóvel. É branco, com laranja e prata, e uma lente óptica preta em sua parte principal (cabeça).

No filme, o robô é o dróide (robôs inteligentes) e astromecânico (é um de uma série de robôs de utilitário versátil geralmente utilizados para a manutenção e reparação de naves espaciais e tecnologia relacionada).

Ele usa do seu jeito simpático, para obter sucesso em sua missão.



R2-D2, ou apenas R2:

Um dróide astromecânico de série R2, fabricado pelas Indústrias Autômato (fabricação de dróides e componentes).

Ágil e corajoso, o dróide, desenvolveu uma personalidade aventureira durante suas muitas décadas de operação.

Dentro de sua armação cilíndrica estão muitas armas, sensores, e outras ferramentas que podem ser utilizadas para atender as situações de necessidades diversas, como computadores de fatiamento, extintores de incêndio, projetores de hologramas, reparador de naves estelares, e propulsores. Juntamente com o seu correspondente, o dróide circunstancial.

No filme,  R2 também participou de um esquadrão apenas de dróides, mas comandado por um Coronel. Este esquadrão era chamado de Esquadrão D.


C-3PO

Um dróide de relações humanas e fluente em 6 milhões de línguas e falas de comunicações diversas e diferentes.

Sua principal função como dróide, é ajudar a explicar os costumes de outras culturas e sua tradução. Sempre muito leal a seus proprietários, e, a partir de sua criação, serviu a cima de quarenta donos.

Ele desenvolveu uma personalidade exigente e tendência com a preocupação ao longo de suas muitas décadas de trabalho.

Depois de ser destruído e descartado no planeta Tatooine, C-3PO foi reconstruído; com sua estrutura alterada, ele recebeu qualidades especiais que o distinguia de outros dróides semelhantes.

Junto com seu amigo, R2, o C-3PO constantemente se via-se envolvido em momentos importantes da história galáctica.



B9:

Robô B9, da série Perdidos no Espaço, acompanhava uma família em suas trajetórias pelo espaço.

O doutor Zachary Smith, um agente de um governo inimigo, é enviado para sabotar a missão de lançamento da nave Júpiter 2, nada deu certo e ele acaba preso na nave, assim o robô B9 se torna amigo do sabotador.

B9, é amigo e não gosta de trapassas, e sempre ajuda a família em momentos cruciais, e sempre está ao lado do doutor Smith (sabotador) e do menino Will.

O robô possuía computadores que lhe permitia fazer cálculos complexos e deduzir muitos fatos,  tinha diversos sensores que detectavam vários fenômenos e perigos, possuía também um vasto programa de conhecimento sobre muitos assuntos, incluindo a forma de operar a nave Júpiter 2, foi construído para adversidades em ambientes extremos e no vácuo do espaço, muito forte, suas garras podiam disparar feixes de laser fazendo uma arco protetor, igualmente um arco elétrico.


Fonte:
https://en.wikipedia.org
https://www.google.com.br
https://translate.google.com.br

Primeira caminhada no espaço por um ser humano...

No dia  18 de março de 1965, o cosmonauta russo Alexey Leonov Arkhipovich, fez a primeira atividade extraveicular (EVA), ou seja, a primeira caminhada no espaço, realizada por um ser humano. Ontem fez 50 anos desse dia histórico.

Era uma missão soviética, com uma nave espacial tripulada, tendo como tripulação a bordo da nave espacial Vostok 2, dois cosmonautas russos Pavel Belyayev e Alexey Leonov.

A missão era a caminhada no espaço, então o cosmonauta Alexey Leonov, saiu da nave espacial usando um traje espacial específico, para fazer um marco na corrida espacial. A caminhada levou um tempo de 12 minutos.


Alguns meses depois, no dia 3 de Junho de 1965, o astronauta Edward Higgins White I, fez a segunda caminhada no espaço, sendo o primeiro astronauta norte-americano, a deixar a neve.

Fonte:
https://en.wikipedia.org
https://cnes.fr
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 18 de março de 2016

A Princesa e a Rainha... (trecho)

"A dança foi uma guerra diferente de qualquer outra já travada na longa história dos Sete Reinos.

Embora os exércitos marchassem e se reunissem em batalhas selvagens, muito do que ocorreu foi sobre a água, e … especialmente … no ar, dragão contra dragão com dentes e garras e chamas.

Foi uma guerra marcada pela discrição, assassinato e traição, uma guerra travada nas sombras e escadarias, câmaras e pátios do castelo com facas, mentiras e veneno.

Uma batalha:

O ataque veio súbito como um raio. Caraxes mergulhou para baixo em cima de Vhagar com um grito agudo que foi ouvido a uma dúzia de quilômetros de distância, envolto pelo brilho do sol no lado cego do príncipe Aemond.

O Sangrento Wyrm bateu no dragão mais velho com uma força terrível."

(George RR Martin)


Título original em inglês: The Princess and The Queen. Liberada no dia 03 de dezembro de 2013.
Novela escrita pelo americano autor e roteirista de fantasia: horror, ficção e científica
George Raymond Richard Martin.

A princesa e a Rainha está atualmente disponível apenas na coletânea Mulheres Perigosas.

Fonte:
http://awoiaf.westeros.org
https://translate.google.com.br

Cientistas estudam a lua Phobos...

A missão de voo com a nave espacial não tripulada Marven, vai fazer análises do centro da lua Phobos, a sua atmosfera e sua evolução. Segundo o site da Nasa, os cientistas estão cada vez mais próximo de solucionar, como Phobos, a lua de Marte se formou.

A Marven, observa o centro da lua Phobos, por meio de ultravioleta, a nave, já vez várias aproximações da lua do planeta vermelho, recolhendo dados, em aproximadamente 300 km
(186 milhas) de distância da lua, isso aconteceu no final do mês de novembro e início do mês de dezembro de 2015.

Dentro dos registros enviados por Marven, foram as imagens espectrais(é aquela que reproduz a figura de um objeto em função do comprimento de onda que ele está a refletir ou emitir) de Phobos em ultravioleta. Essas imagens dará condições para os especialistas que operam a sonda Maven, ter uma avaliação melhor sobre a composição desta lua misteriosa, que tem sua origem desconhecida.

A lua Phobos, observada pela sonda Marven e o ultravioleta espectrógrafo que está abordo, revela através de imagens capturadas, a superfície sendo mostrada de forma irregular e muitas crateras. A cor azul detectado pelo o azul do ultravioleta, detecta gás hidrogênio espalhado na atmosfera superior e fora dela que está alongando até Marte.



Cientistas farão comparações das imagens e espectros da superfície da lua Phobos, com dados iguais de asteroides e meteoritos. Esta comparação ajudará os especialistas planetários, compreender a origem desta lua. Se foi um asteroide capturado ou se formou em órbita ao redor de Marte.

Quando os registros da Maven, forem totalmente analisados, ajudará também aos estudiosos, na procura por moléculas orgânicas na superfície de Phobos, pois tais moléculas já foram registradas e relatadas por medições anteriores do espectrógrafo ultravioleta, sobre a nave espacial Mars Express.


Mars Atmosphere and Volatile evolution of mission ( Marven):

É uma sonda espacial projetada para analisar a atmosfera do planeta Marte,enquanto em órbita do planeta vermelho. Objetivos da missão incluem, determinar como o planeta, atmosfera e água, foram perdidos; sendo uma suspeita.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 17 de março de 2016

Telescópio Espacial Hubble detecta estrelas imensas...

No R136 (aglomerado de estrelas), que possui somente alguns anos-luz de diâmetro, está situado na  Nebulosa da Tarântula, dentro da Grande Nuvem de Magalhães, em aproximadamente 170.000 anos-luz de distância do nosso planeta.

O Telescópio Espacial Hubble da Nasa / ESA, usando ultravioletas, revelou nove estrelas gigantes com massas superior de 100 vezes a massa do Sol, neste aglomerado de estrelas. Então esta revelação, faz com que seja o maior tipo de estrelas extremamente maciças (definição normalmente dada a estrelas com massa superior a oito massas solares), até o presente momento.

Será publicado no Monthly Notices da Royal Astronomical Society, a conclusão deste estudo, que levanta interrogação a respeito da formação das estrelas massivas.

Um grupo de especialistas, usaram o Telescópio Hubble, e pegaram as imagens capturadas com a câmera de campo largo e compararam as imagens ultravioletas capturadas pelo Telescópio Espacial de Imagem Espectrográfica (Telescope Space Imaging Spectrograph - DST) a bordo do Hubble, e analisaram com sucesso, o grupo de estrelas deste novo aglomerado R136, vistos pela primeira vez em ultravioleta.

Este jovem aglomerado, acolhe muitas estrelas imensamente maciças, quentes e  brilhantes, foi por esse motivo, que os especialistas analisaram com a sonda, o grupo de estrelas, com emissão de ultravioleta.

Da mesma maneira, encontraram dezenas de estrelas superiores a 50 massas solares. O RMC 136a1 ou R136a1 é uma estrela Wolf-Rayet (normalmente chamada como estrelas WR), descoberta no ano de 2010, que pertence ao superaglomerado estelar RCM 136, que possui uma massa estimada de 265 vezes a massa solar, não mantém o seu lugar de estrela mais massiva conhecida, pois as estrelas encontradas não são somente extremamente massivas, mas também extremamente luminosas. Estas nove estrelas juntas, ofuscam o Sol, em um nível de massa de 30 milhões.

Os especialistas estudaram facilmente a perda de material expelido para fora, da massa dessas gigantes, através do ultravioleta, e observaram que em um mês da Terra, chegam a 1% a velocidade da luz. é uma perda extremamente grande, ao longo do tempo de uma vida curta.

Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, e principal autor do estudo, explica, "A capacidade de distinguir luz ultravioleta a partir de uma região tão excepcionalmente lotada... só foi possível com os instrumentos a bordo do Hubble".

Os resultados recolhidos desde o  R136 e de outros aglomerados, também levantam muitas novas perguntas sobre a formação de estrelas massivas, e como se deu a origem dessas gigantes, essas indagações ainda ficam sendo pouco conhecidas.

Estes estudos ainda continuarão, pois a equipe de cientistas estão determinados a prosseguir e e desvendar o mistério da origem de formação destas gigantes massivas, utilizando os recursos do Hubble.

"Mais uma vez, o nosso trabalho demonstra que, apesar de estar em órbita por mais de 25 anos, existem algumas áreas da ciência para o qual o Hubble ainda é o único capaz", finaliza Paul Crowther.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 16 de março de 2016

Enigmática emissão de rádio foi descoberta por astrofísicos...

Especialistas, descobriram rajadas rápidas de radio (FRB, Sigla em inglês), que é um fenômeno cósmico, que tem sua origem vinda muito além da Via Láctea. São rajadas de explosões rápidas de rádio que duram  apenas uma fração de segundo.

Usando o poderoso rádio telescópio de Arecibo , localizado  na ilha de Porto Rico, especialistas, descobriram esta curiosa emissão de ondas de rádio que durou uma fração de segundo, significando uma novidade importante de uma evidência de misteriosos pulsos que parecem vir do espaço profundo exterior.

O que pode estar desencadeando estas enigmáticas liberação de energia sob forma de ondas de rádio, reproduz um grande quebra-cabeça para os astrofísicos.

As possibilidades do que pode estar acontecendo incluem uma série de objetos astrofísicos incomum, como buracos negros, fusões das estrelas de nêutrons, ou erupções de magnetares, que são estrelas de nêutrons que possuem um campo magnético de um quatrilhão de vezes maior do que o campo magnético da Terra.

Os cientistas concluíram que FRB, vem além da Via Láctea, com base na medição de um efeito conhecido como dispersão de plasma, que são pulsos que viajam através do cosmos podendo ser distinguidos de interferências provocadas pelo homem, pelo efeito dos elétrons interestelares que fazem com que ondas de rádio viajem mais lentamente em frequências de rádio mais baixas.

A explosão descoberta pelo telescópio de Arecibo, tem três vezes a medida máxima de dispersão que seria de se esperar de uma fonte de dentro da Via Láctea.

Os cientistas, vão continuar pesquisando as FRBs, através de telescópios de rádios que possam explorar maiores regiões do céu. Os telescópios em construções na Austrália e na África do Sul, assim como o telescópio CHIME, já em uso no Canadá, possuem capacidade de encontrar estas rajadas, desta forma, chegando a um melhor entendimento deste fenômeno cósmico enigmático.

Fonte:
http://www.msn.com
https://pt.wikipedia.org

terça-feira, 15 de março de 2016

Einstein...

Albert Einstein, nasceu no dia 14 de março de 1879 e faleceu no dia 18 de abril de 1955, foi um físico teórico alemão, desde o ano de 1933 estava estabelecido nos Estados Unidos, onde naturalizou-se no ano de 1940.

Gênio:
-  teoria da relatividade geral, ao lado da mecânica quântica
- fórmula de equivalência massa-energia, E=mc²  (equação mais famosa do mundo)
-  Prêmio Nobel de Física de 1921, por contribuições à física teórica e pela descoberta da lei do efeito fotoelétrico.

Reconhecimento:
No ano de 1999 foi eleito por 100 físicos renomados, o mais memorável físico de todos os tempos. No mesmo ano a revista TIME, em uma coletânea com as pessoas mais importantes e influentes, o classificou a pessoa do século XX.

Frase:
"Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito".


Fonte:
https://pt.wikipedia.org
http://postagenszm.blogspot.com.br

Rio some em menos de 48 horas...

O rio Atoyac, que está localizado em uma área montanhosa, na cidade de Atoyac, do estado de Veracruz, no sudeste do México, sumiu em menos de 48h, depois que uma enorme cratera se abriu cruzando o leito do rio, a 3 km de sua nascente, próximo ao povoado de Rancho San Fermin.

O serviço ambiental local, explicou que uma falha geológica abriu uma cratera de 30 metros (98 pés) de comprimento e 20 metros (65,5 pés) de largura, dragando as águas e deixando o local do rio seco

Moradores da região, relataram que ouviram um estrondo, um barulho na terra, como se o chão estivesse se abrindo.

 Depoimento de uma moradora da região: "Na segunda-feira, vimos que a água tinha desaparecido e fomos ver o que estava acontecendo, e quando chegamos à margem do rio, vimos um grande buraco lá que estava bloqueando o rio".


O porta-voz da Defesa Civil do estado de Veracruz, disse: “Entendermos o que aconteceu levará tempo e avaliar o impacto também”; pois estudiosos, ainda não conseguiram concluir se essa seca do rio, será permanente ou não.

Segundo o prefeito do município, 10 mil famílias podem ser prejudicadas com a falta de água potável, e falou para a mídia local, "Precisamos resgatar o rio, pois não apenas a fauna e a flora estão morrendo, mas também a alma e a vida da região".

O rio nasce na cidade de Amatlán de Los Reyes, em uma área montanhosa, onde há o vulcão Monte Orizaba, que é o segundo maior vulcão do México.

A bacia hidrográfica do rio Atoyac, sobe para a cidade de Amatlán dos Reis, e se prolonga até a fenda do canal, na cidade de Boca del Rio, na costa do Golfo do México,  passando pelas cidades de Atoyac, Yanga, Cuitlahuac, Carrillo Puerto, Cotaxtla, e Medellín.

O rio já estava com suas águas poluídas, devido aos dejetos domésticos, resíduos dos engenhos de açúcar, plantações e das fazendas de pecuárias. E com a seca das águas do rio, isso torna mais um problema, pelo fato das águas não levarem para longes todas essas coisas.

As autoridades do meio ambiente, acreditam que irão encontrar alguma solução, pois a nascente do rio, ainda não sofreu nenhum dano. De acordo o procurador estadual para o Meio Ambiente Dalos Rodríguez Vargas, uma das soluções é de fazer mudança na trajetória do rio

"Precisamos reorientar o curso, mas que a água continue correndo por onde corria, pois o rio é uma fonte importante de abastecimento" disse Dalos Rodríguez Vargas.

O nome do rio Atoyac, significa na língua indígena nahuatl, "água que derrama".

Fonte:
http://ultimosegundo.ig.com.br
http://thewatchers.adorraeli.com
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segunda-feira, 14 de março de 2016

Campos paralelos em estudo...

Com uma intensa Investigação do começo do universo, este curioso campo paralelo de observação do Telescópio Espacial Hubble da Nasa / ESA, mostrou milhares de galáxias coloridas que flutuam no breu do espaço. Algumas estrelas que estão à frente das demais, na nossa galáxia, a Via Láctea, também podem ser vistas.

No mês de outubro de 2013, utilizando o Hubble, com suas câmeras precisas, teve o início da observação desta área no céu, como parte do Frontier Fields program, em inglês, e em português significa programa Campos de Fronteira (a Nasa e grandes observatórios, formam um projeto para trabalharem em conjunto para desvendar os mistérios do universo).

A imagem abaixo, foi registrada no decorrer da observação do gigante aglomerado de galáxias, conhecido por Abell 2744, e também é chamada por Caixa de Pandora. No momento que uma das câmeras do Hubble está atenta em Abell 2744, outra câmera avistou próximo e ao lado em um trecho, um aglomerado.

Este aglomerado, abrange inúmeras galáxias de várias idades, formas e tamanhos, esta análise de campo paralelo, é quase tão surpreendentemente como o Campo Ultra Profundo do Hubble (uma pequena região do espaço, na constelação da Fornalha).

Estas pesquisas demonstram, as belezas do universo dos campos paralelos, comparados com outros campos do universo profundo. Estes estudos auxiliaram os astrônomos na compreensão do universo conhecido e semelhantes, parecerem diferentes em outras direções.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

domingo, 13 de março de 2016

Manual do Guerreiro da Luz... (trecho)


"Um guerreiro sabe que um anjo e um demônio disputam a mão que segura a espada.

Diz o demônio: Você vai fraquejar. Você não vai saber o momento exato. Você está com medo.

Diz o anjo: Você vai fraquejar. Você não vai saber o momento exato. Você está com medo.

O guerreiro fica surpreso. Ambos disseram a mesma coisa.

Então o demônio continua: Deixa que eu te ajudo.

E diz o anjo: Eu te ajudo.

Nesta hora, o guerreiro percebe a diferença.

As palavras são as mesmas, mas os aliados são diferentes. Então ele escolhe a mão de seu anjo." 

(Livro de Paulo Coelho)


Esse livro foi publicado pela primeira vez, no ano de 1997, seu autor é o renomado escritor brasileiro Paulo Coelho.

Fonte:
http://www.uol.com.br
https://pt.wikipedia.org

Nave espacial Giotto e o Cometa Halley...

Hoje, dia 13 de março de 2016, fazem 30 anos da passagem do cometa Halley pelo nosso planeta.

Giotto, era o nome da nave espacial não tripulada, da Agência Espacial Européia (ESA), que tinha por missão, estudar o cometa Halley, na sua passagem pela Terra.


No dia 13 de março de 1986, a nave espacial Giotto, teve sua maior aproximação com o cometa Halley, e fez uma captura de imagem do núcleo, em uma distância de aproximadamente 600 km
(373 milhas).


A imagem que você pode observar acima, é o núcleo do cometa Halley, e foi registrada pela Câmara Halley Multicolour (HMC), que estava abordo da nave espacial.

Depois de 6 anos, no dia 02 de julho de 1992, a nave Giotto, também registrou a passagem do cometa Grigg-Skjellerup, mas desta vez a sua aproximação foi maior, em aproximadamente
200 km (124 milhas).


Esta nave espacial da ESA, foi batizada com o nome de Giotto, em homenagem ao pintor e arquiteto medieval italiano Giotto di Bondone; ele  observou o Cometa Halley, quando ele passou pela Terra no ano de 1301, e possivelmente, isso lhe deu inspiração para retratar em tela, A Estrela de Belém, em sua pintura sobre a História do Natal.

Fonte:
http://www.esa.int
https://es.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 12 de março de 2016

Comunicado de aposentadoria do astronauta Scott Kelly...

"As mil milhas começa com um único passo."

  Nasa, astronauta Scott Kelly - sexta, 11 de março de 2016

Em 1º de abril, vou me aposentar da NASA. Enquanto eu estou deixando NASA, a viagem ainda não acabou.

Eu recentemente devolvido para o nosso planeta depois de viajar cerca de 143.846.525 milhas (231.498.542 km) em torno do nosso planeta, em uma missão espacial de um ano que tem o objetivo de empurrar os nossos limites como exploradores.

Nosso universo é um lugar grande, e nós temos muitos milhões de milhas ainda a explorar. Minha saída da NASA é o meu próximo passo nessa jornada.

Vou permanecer sempre empenhado e dedicado ao serviço de exploração humana e avanço se no espaço ou na Terra.

Na sequência da minha aposentadoria, eu vou continuar a participar na investigação em curso relacionado com a missão de um ano da NASA durante o tempo que for necessário. Vou fornecer amostras médicas periódicas e apoiar outros testes, da mesma forma que meu irmão gêmeo, o ex-astronauta Mark Kelly, que se fez disponível para o Estudo Twins ao longo desta missão passado.

Este ano, em missão espacial era um profundo desafio para todos os envolvidos, que também me deu uma perspectiva única e um monte de tempo para refletir sobre o que meu próximo passo, deve ser na nossa contínua viagem, para ajudar ainda mais as nossas capacidades no espaço e na Terra. Estou muito orgulhoso do que os meus colegas da Nasa e seus parceiros ao redor do mundo têm conseguido juntos.

Estou grato pelas notáveis ​​vinte anos passados ​​como um astronauta com esta agência e profundamente honrado por ter servido quatro vezes no lugar humilde, mas original fora do planeta: no espaço.

A minha carreira com a Marinha e a NASA me deu uma chance incrível para mostrar serviço público para o qual eu sou dedicado e que podemos realizar sobre os grandes desafios do nosso tempo.

Sinto-me humilde e animado por novas oportunidades para me apoiar e compartilhar o trabalho incrível NASA está fazendo para nos ajudar a viajar mais para dentro do Sistema Solar e trabalhar com a próxima geração de líderes de ciência e tecnologia. Estou ansioso para continuar meus 30 anos de serviço público em um novo papel.

Para continuar em direção a qualquer viagem, devemos sempre desafiar-nos a dar o próximo passo.

-Scott J. Kelly, Capt. US Navy (Ret.)

Fonte:
NASA - National Aeronautics and Space Administration
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Discos ao redor das estrelas velhas, possivelmente poderão dar origem a uma geração de planetas...

O Interferômetro do Very Large Telescope ((VLTI) instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, capturou uma imagem mais nítida do que muitas capturadas até o dia de hoje. A imagem é de um disco de poeira ao redor de uma estrela moribunda.

Este achado nos diz que até mesmo as estrelas velhas, podem ser a origem de  uma segunda geração de planetas.

É sabido pelos pesquisadores, que quando as estrelas estão chegando ao final de sua vida, gera discos de poeira e gás, resultado de materiais expelidos por ventos solares, ainda quando elas estão em desenvolvimento para uma gigante vermelha. Estes discos, aparentam ser parecidos aos que desenvolvem os planetas ao redor de jovens estrelas.

Apesar de haver perto do nosso planeta, satisfatoriamente diversos discos ao redor de estrelas jovens, para serem observados, ao mesmo tempo, há ausência de estrelas moribundas com discos, e desta forma, não há como fazer comparações e estudos detalhados.

Segundo os astrônomos, liderados por Michel Hillen e Hans Van Winckel do Instituto de Astronomia, KU Leuven, da Bélgica, o VLTI, está sendo utilizado no seu máximo poder, e já tendo como mira, uma estrela dupla idosa, que é chamada de IRAS 08544-4431, que está localizada aproximadamente 4.000 anos-luz de distância da Terra, na constelação austral da Vela.


Esta estrela dupla idosa, resume-se, em uma gigante vermelha, que ejetou o seu material para um disco de poeira ao seu redor, e uma estrela menos desenvolvida, porém normal, orbitando a gigante vermelha.

O físico e astrônomo Jacques Kluska da Universidade Exeter, do Reino Unido, e também um integrante da equipe, explicou "Ao combinar a radiação coletada pelos vários telescópios do Interferômetro do Very Large Telescope, obtivemos uma imagem com nitidez surpreendente, o equivalente ao de um telescópio com um diâmetro de 150 metros conseguiria ver. A resolução é tão elevada que, em termos de comparação, poderíamos determinar o tamanho e a forma de uma moeda de 1 euro, vista a uma distância de 2.000 quilômetros!"

Devido a grande nitidez das imagens capturadas pelo VLTI, e também um novo recurso que consegue retirar das imagens, as estrelas centrais,e desta forma, dá para ver o que há ao redor, assim a equipe de especialistas, vão conseguir estudar todas as matérias e componentes da velha estrela IRAS 08544-4431.

“Ficamos surpresos ao descobrir um brilho mais fraco que vem muito provavelmente de um pequeno disco de acreção que se encontra em torno da estrela companheira. Sabíamos que esta estrela era dupla, mas não esperávamos ver a companheira de forma direta. É realmente graças ao imenso salto em desempenho fornecido pelo novo detector PIONIER, que conseguimos ver as regiões mais internas deste sistema distante,”comentou o autor principal da pesquisa Michel Hillen.

Foi descoberto pela equipe, que os discos que estão em volta das estrelas moribundas, são muito parecidos com os discos que estão em volta das estrelas jovens, que originam os planetas. Ainda os cientistas terão que definir, se de fato, será formado uma segunda geração de planetas, ao redor da estrela idosa. Este será um mistério a ser revelado.

“As nossas observações e modelos, abrem uma nova janela no estudo da física destes discos, assim como na evolução estelar de estrelas duplas. Pela primeira vez as complexas interações entre sistemas binários próximos e o meio empoeirado ao seu redor, podem ser resolvidas no espaço e no tempo,” finalizou o cientista Hans Van Winckel.


Este trabalho foi descrito no artigo científico intitulado: “Imaging the dust sublimation front of a circumbinary disk”, de M. Hillen, e será publicado na revista especializada Astronomy & Astrophysics Letters.

Fonte:
https://www.eso.org
https://fys.kuleuven.be
http://www.sciencealert.com
https://translate.google.com.br

sexta-feira, 11 de março de 2016

Aglomerados...

Aglomerado globular: é a designação concedida a uma forma de aglomerado estelar, da qual  a sua característica é esférica e o seu interior tem uma estrutura compacta e rica em estrelas antigas, chegando a ter inclusive aproximadamente 1 milhão de estrelas, que permanecem unidas devido a influência da gravidade.

Um exemplo de aglomerado globular:

- O Grande Aglomerado Globular de Hércules (Messier 13, NGC 6205) é um aglomerado globular de estrelas na constelação de Hércules.

Aglomerado aberto: são um grupo de estrelas ou ajuntamento de corpos celestes que possuem um formato irregular e reúnem centenas de estrelas.

Um exemplo de aglomerado aberto :

- O aglomerado das Plêiades, ou M45, é um aglomerado aberto de estrelas, que pode ser observado no hemisfério norte, na constelação de Touro.

                                       
                                            Um grupo de estrela em movimento:

Aglomerados de estrelas, são um enxame de movimentos complexos.  As estrelas que integram os aglomerados globulares e muitos aglomerados abertos, todas orbitam o centro do grupo, as vezes, relacionam-se gravitacionalmente com uma estrela que está de passagem na proximidade.

As órbitas das estrelas em volta do grupo, não possuem caracteristicamente um formato circular, como as órbitas dos planetas em nosso Sistema Solar.

As estrelas do aglomerado, constantemente adequam sem desvio, e em sentido direto ao centro e muitas vezes, traçam ligações incomuns e complexas.

O grande espaço que há dentro de um grupo, tem por consequência, somente raras colisões entre as estrelas.

 A animação feita por computador que vocês podem ver logo abaixo, é originário de um modelo de código de computador, conhecido como uma simulação N-corpo. Ele demostra 100 estrelas iguais, em um filme com intervalo de tempo, em que centenas de anos se passam em um segundo.

                                      Crédito de animação: Adam Block (NOAO)

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

Museu com objetos da história espacial...

O Museum National do Ar e do Espaço do Instituto Smithsonian, é um museu que está localizado em Washington, D.C.(EUA), e é o mais popular dos museus do Smithsonian.

Ele contém o maior acervo de aeronaves e naves espaciais de todo o mundo, contendo um total de aproximadamente 17.000 objetos espaciais em toda sua coleção.

De todo o acervo, 3.500 objetos são de procedência da história da missão Apollo, sendo que 400 objetos são da Apollo11, que foi um sucesso total, do homem ter pisado na Lua pela primeira vez, no dia 20 de julho de 1969, com os astronautas Neil Armstrong (comandante), Dr. Edwin Aldrin (piloto do módulo lunar) e Michael Collins (piloto do módulo de comando).

Um dos exemplos do acervo, é o Módulo de Comando, Apollo 11:

O módulo de comando da Apollo 11, "Columbia", foi o alojamento para a tripulação de três pessoas durante a maior parte da primeira missão de pouso lunar tripulada em julho de 1969.

Fonte:
http://airandspace.si.edu
http://www.postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

quinta-feira, 10 de março de 2016

Primeira função operacional da antena da ESA...

Na manhã do dia 09 de março de 2016, o foguete Ariane V voo VA229, teve seu lançamento às 05h20 GMT (02h20 hora local, 06h20 CET), a partir do Porto Espacial Europeu em Kourou, na Guiana Francesa.

Seu lançamento teve como missão, entregar um satélite de telecomunicações em órbita geoestacionária (quando esta órbita é circular e está no curso preciso sobre o equador da Terra, nos pontos de latitude zero e a sua rotação acompanha com precisão a rotação).

Após 40 minutos, em sua primeira função operacional, a antena de observação terrestre do espaço profundo, da Agência Espacial Européia (ESA), que fica localizada em New Norcia, a 150 quilômetros ao norte de Perth, na Austrália Ocidental, fez contato de sinais com o lançador, lá no alto circular.

O satélite Eutelsat-65 West A, foi  para a sua órbita de transferência esperada, e entregue na sua posição calculada.

A antena, instalada em 2015, e que teve sua inauguração no mês passado, conservou um link até que o foguete Ariane V voo VA229, voou para fora do alcance de visão, a uma distância de aproximadamente  22.000 km (13.700 milhas), e a cerca de 80 minutos mais tarde.

Tudo saiu como planejado, desde o lançamento, o uso da antena e a entrega do satélite.

Fonte:
http://www.esa.int
http://postagenszm.blogspot.com.br
https://translate.google.com.br

quarta-feira, 9 de março de 2016

Eclipse solar é captado pelo satélite da ESA...

No dia 08 e 09 de março de 2016, aconteceu o eclipse solar total no decorrer do Oceano Pacífico, sendo em partes da Indonésia, Sumatra, Bornéu e Sulawesi e no Pacífico central.

Os  horários foram: 23h19 UTC, no dia 8 de março de 2016, e seu auge maior, foi às 1h59 UTC, no dia 9 de março de 2016.

Grande parte do Sudeste da Ásia, Alasca e Austrália testemunharam o eclipse solar parcial. O percurso no seu total, tinha uma largura a cerca de 155 km (96 milhas) e uma duração de aproximadamente 4 minutos e 9 segundos, o auge maior do eclipse, foi quando estava sobre as águas do Oceano Pacífico.

O pequeno satélite PROBA2, da Agência Espacial Européia, que observa o Sol continuamente, captou a imagem do eclipse parcial do nosso astro rei, ver a imagem capturada logo abaixo.

 O satélite PROBA2, tem uma órbita de apenas 90 minutos, e passou pela sombra da lua pode observar o eclipse solar parcial, por duas vezes, no dia 9 de Março, nos horários que foram entre 00h40 UT e 00h54 UT e novamente entre 02h58 UTC e 03h13 UTC .

Fonte:
http://proba2.oma.be
http://www.timeanddate.com
https://en.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

terça-feira, 8 de março de 2016

Nebulosa do Jato Gêmeo...

No ano de 1947, esta nebulosa foi descoberta pelo astrônomo alemão-americano, estudioso de supernovas, Rudolph Minkowski.

Esta nebulosa, recebeu o nome de Minkowski 2-9 (M2-9), mas é conhecida também como o borboleta de Minkowski, asas de uma nebulosa da borboleta, ou simplesmente nebulosa da borboleta, como também Nebulosa do Jato Gêmeo.

Ela é uma nebulosa planetária, que está localizada em aproximadamente 2.100 ano-luz de distância do nosso planeta, rumo a constelação de Ophiuchus.

Na imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, você pode notar  que as cápsulas brilhantes e em ampliação do gás, reproduzem as etapas finais da vida de uma velha estrela de baixa massa intermediária.

A estrela não só tem expelido suas camadas exteriores, mas como o resto do seu núcleo exposto, está iluminando estas camadas, o resultado é um espetáculo de luzes, contudo, esta nebulosa, não é uma mera nebulosa planetária, mas sim uma nebulosa bipolar (caracterizada por ter simetria axial e pelo seu aspecto com dois lóbulos).

As nebulosas planetárias comuns,têm uma estrela no seu núcleo, já as nebulosas bipolares têm dois, em um sistema estelar binário.

Os astrônomos descobriram que estas duas estrelas, tem por volta, a quantidade de massa idêntica do Sol, apenas variando seu tamanho, uma maior e outra menor. A estrela maior, está se aproximando do seu final, e expele gás das suas camadas exteriores para o espaço, quanto a estrela menor, já tem uma maior evolução, sendo uma anã-branca.

O formato da asas, é provavelmente, pelo movimento das duas estrelas centrais em volta de si mesmas. É acreditado que a estrela moribunda, está orbitando a estrela anã-branca, em volta de seu núcleo e massa comum, o gás expelido da estrela que está morrendo, é esticado em dois lóbulos, ao invés de aumentar em uma esfera uniforme.

Os astrônomos estão discutindo se todas as nebulosas bipolares, são originadas por estrelas binárias, enquanto isso, as asas da nebulosa estão crescendo; medindo seu aumento, os astrônomos, calcularam que a nebulosa foi gerada somente 1.200 anos atrás.

Dentro das asas, desde do sistema de estrelas, que se prolonga para fora como as veias, observem na imagem, são duas manchas azuis fracas, parecem inofensivas em uma comparação com as cores do arco-íris da nebulosa, na real são jatos duplos violentos que são ejetados para o espaço, em uma velocidade superior de 1 milhão km/h (621,400 milhas/h). Este evento é mais um resultado do sistema binário, no núcleo da nebulosa. Estes jatos mudam vagarosamente da influência exercida sobre ele mesmo, entre os lobos, como eles são administrados pelos movimentos indomados do sistema binário.

As duas estrelas no coração da nebulosa, se circundam, uma na outra a cerca de cada 100 anos.  Esta rotação não só gera as asas da borboleta e os dois jatos, como também ela consente que a anã-branca se alimente do gás da estrela moribunda, que dão o formato de um grande disco de material ao redor das estrelas, que se expande para fora tanto quanto 15 vezes a órbita do planeta Plutão.
Mesmo que esse disco é de um tamanho notável, é exageradamente pequeno para ser observado na imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://www.flickr.com
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

segunda-feira, 7 de março de 2016

Impressão digital da estrela-line...

A estrela-line (linha de estrela) de emissão, conhecida como IRAS 12196-6300, situa-se na constelação Crux, mais conhecida como Cruzeiro do Sul, no hemisfério celestial sul, e a distância desta estrela em relação a Terra é de aproximadamente 2.300 anos-luz.

A estrela, exibe linhas de emissão que se sobressai, isso quer dizer que a luz da estrela se dissipa em feixe de energia radiante (espectro), aparentando como um arco-iris, com cores fortes de um modelo característico de linhas escuras e brilhantes.

As linhas características, quando em comparação com as "impressões digitais" deixadas por átomos e moléculas particulares, podem ser usadas para desvendar a formação química da IRAS 12196-6300.

Esta estrela, com menos de 10 milhões de anos, ainda está na fase da infância, pois ainda não faz a queima de hidrogênio em seu núcleo, ao contrário do Sol.

Outra certificação que esta estrela, ainda está na juventude, é que ela ainda é alimentada pela presença de uma Nebulosa de reflexão (nuvens de poeira que simplesmente refletem a luz de uma ou mais estrelas vizinhas).

Na imagem, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, vocês podem observar as nuvens escuras, que estão flutuando para cima e para baixo da estrela  IRAS 12196-6300, estas nuvens, são geradas quando a luz de uma estrela reflete em uma alta concentração de poeira nas proximidades, por exemplo a sobra de material empoeirado na criação da estrela-line.

Fonte:
http://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://astronomynow.com

domingo, 6 de março de 2016

Resgate do motor que impulsionou o homem a Lua...

No ano de 2013, a expedição organizada pelo presidente e fundador da empresa Amazon, Sr. Jeff Bezos, recolheu do fundo do mar, um dos motores do foguete Saturn V, que impulsionou a nave Apollo 11, que levou o astronauta Neil Armstrong e sua equipe à Lua, no ano de 1969.

O motor se encontrava submerso no oceano Atlântico, a 4.267 metros de profundidade, a cerca de 40 anos. Foram utilizados para localizar o motor, sofisticados equipamentos de tecnologia sonar.

Um restaurador que trabalhou nas peças resgatadas, encontrou o número 204 em uma delas, onde foi possível fazer a identificação, como sendo do motor número 5, mas foi preciso utilizar luz negra e lentes especiais, pois a identificação numérica se encontrava embaixo de diversas camadas de metal corroído.

“Este é um grande marco para o projeto e todo o time, não poderia estar mais animado em compartilhar isso com vocês todos”. disse Jeff Bezos, na época.

"Esse é um achado histórico. Parabenizo a equipe por sua determinação na recuperação destes importantes artefatos de nossos primeiros esforços para enviar seres humanos além da órbita da Terra", falou na época, o atual administrador da Nasa, Charles Bolden, e continuou, "Esperamos ansiosamente a restauração do motor por parte da equipe de Bezos e aplaudimos o desejo de fazer com que este artefato histórico seja exposto ao público".

Não sei dizer onde, quando, ou se foi exposto o motor, mas o Sr. Jeff  Bezos, tinha a pretensão de expor o achado, no Museu do Ar e do Espaço do Instituto Smithsoniano, em Washington, nos Estados Unidos.

Fonte:
http://g1.globo.com
http://veja.abril.com.br
http://noticias.terra.com.br
http://noticias.uol.com.br

Conheça a Galáxia Olho Negro...

Esta galáxia NGC 4826,  que também é conhecida de Bela adormecida, por aparentar semelhança de pálpebras pesadas em observações telescópicas, foi descoberta pelo astrônomo Edward Pigott, no dia 23 de março de 1779. O astrônomo independente Johann Elert Bode, também encontrou esta galáxia, após 12 dias de Edward Pigott.
NGC 4826, foi catalogada como M64, no catálogo astronômico do astrônomo francês Charles Messier, que redescobriu esta galáxia, no dia 1 de março de 1780.

É uma galáxia espiral, e está aproximadamente 17 milhões de anos-luz de distância e se encontra na constelação Coma Berenices.

Olho Negro, é uma galáxia muito interessante e intrigante, devido as suas atividades internas, enquanto os braços externos se movimentam em uma direção, a parte interna se movimenta para o lado oposto, ou seja, a galáxia é composta por dois sistemas concêntricos em contra-rotação. Este é um evento que os especialistas tem uma certa dificuldade em explicar, mas é acreditado na suposição de que a galáxia NGC 4826, seja uma consequência de 1 bilhão de anos de idade, na fusão entre duas galáxias desiguais (uma maior e outra menor), assim também é a explicação para "o olho empoeirado".

 As imensas nuvens de poeira que enevoam quase lado da região central da galáxia NGC 4826, são contidos, com o brilho avermelhado significativo de hidrogênio agregado nas áreas de formação estelar.

Sistemas concêntricos em contra-rotação:
Enquanto todas as estrelas na Olho Negro, giram na mesma direção, como o gás interestelar na região central desta galáxia, o gás nas regiões exteriores se estende aproximadamente 40.000 anos-luz, girando na direção oposta.

Esta galáxia, é bem famosa e também bem conhecida dos Astrônomos amadores, devido o seu aspecto em pequenos telescópios.

Fonte:
https://www.nasa.gov
https://pt.wikipedia.org
https://translate.google.com.br

sábado, 5 de março de 2016

Um asteroide vai passar...

O asteroide 2013 TX68, segundo os cientistas, vai passar próximo da Terra, com uma distância de 5 milhões km (3 milhões milhas), e não há possibilidade de colisão com o nosso planeta, e também segundo os especialistas, ele nunca se aproximará mais do que 24 mil km (15 mil milhas) da Terra.

O tamanho deste asteroide é de aproximadamente 30 metros (100 pés) de diâmetros, seria o tamanho de um iate. Este asteroide é um pouco maior do asteroide que caiu na Rússia na cidade de Chelyabinsk,no ano de 2013, onde feriu aproximadamente 1.500 pessoas, e causando danos a centenas de prédios.

É incerto ainda a distância exata, pois ele poderá passar com uma maior aproximação a cerca de 30.000 km (19.000 milhas), no anel de comunicações geoestacionários e satélites GPS estacionados acima do equador. ou com um distância de aproximadamente 15.000.000 km (9.300.000 milhas), 40 vezes a distância da Terra à Lua.

Após o encontro do asteroide com a Terra, que poderá ser analisado o tempo exato e distância da aproximação máxima. Está previsto esse encontro para o dia 8 de março de 2016, mas poderá ser de um ou dois dias fora do previsto. Os especialistas acreditam que ele vai fazer a sua aproximação com a Terra no domingo, dia 06 de março de 2016.

Sean Marshall, doutorando da Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova Iorque (EUA), que observa asteroides próximos da Terra, disse, "Se este asteroide chegar mais perto do que os satélites geoestacionários, seria uma ocorrência rara, que só acontece uma vez por década para grandes asteroides." e disse mais, "O que sabemos com certeza é que ele não vai colidir com a Terra neste mês, por isso não entre em pânico."

E em relação a Estação Espacial Internacional, poder ser atingida, Sean Marshall também comentou, "absolutamente nenhuma chance."

O asteroide 2013 TX68, foi descoberto há três anos por astrônomos dos EUA, procurando nos céus objetos potencialmente ameaçadores próximos da Terra (NEOs).

Fonte:
https://www.theguardian.com
http://www.nytimes.com
http://www.dailymail.co.uk
https://translate.google.com.br

A Rosa de Saturno...

No dia 27 de novembro de 2012, a sonda espacial Cassini da Nasa, utilizando  uma combinação de filtros espectrais sensíveis aos comprimentos de onda de quase luz infravermelha, registrou a imagem que está logo abaixo, que lembra uma rosa.

Se trata de um vórtice da tempestade polar norte de Saturno, que são "partículas emaranhadas", que basicamente é, uma luz sobre as partículas que estão intimamente ligadas.

Usando filtros e  nanômetros, as cores falsas indicam: o vermelho mostra nuvens baixas e verde indica as nuvens altas.

A rosa vermelha de proporções profundas e gigantescas, está rodeada pela folha verde nesta imagem, e esta observação foi adquirida a uma distância de aproximadamente 419.000 km (61.000 milhas) de Saturno.
As medições obedeceram um a sequência lógica de dimensionamento: 2.000 km (1.250 milhas) de diâmetro, com uma velocidade muito rápida das nuvens em aproximadamente 150 metros por segundo (330 milhas por hora).

Esta imagem é uma das primeiras observadas com Sol, do pólo norte de Saturno e captadas por câmeras de imagem da Cassini.

Fonte:
http://www.nasa.gov
http://indiatoday.intoday.in
https://translate.google.com.br

Observação terrestre do espaço profundo...

Hoje, dia 05 de março de 2016, foi oficialmente inaugurada uma de uma série de Estações Terrestres do Espaço profundo, da Agência Espacial Européia (ESA); sua localização fica em New Norcia, 150 quilômetros ao norte de Perth, na Austrália Ocidental.

A estação será de grande valia para a ESA, em missões no espaço profundo, Rosetta e Mars Express, a última previsão de lançamento em maio deste ano (2016).

Uma das peças mais importantes, é a enorme antena, que possui um peso acima de 600 toneladas e uma altura de 40 metros. com uma base que sustenta movimento de 540 toneladas e mais a estrutura que tem projeção para fora e o prato com 35 metros.

A ESA, tem pretensão de construir ao redor do mundo todo, diversas estações como essa, no decorrer dos próximos anos, sendo assim, uma rede de observação do espaço profundo Européia.

No últimos meses de 2002, foram realizados teste dos dispositivos de comunicação; após o começo de uso, vai ter um período de comando no local, mas depois ela será controlada remotamente, a partir do Centro Europeu de Operações Espaciais da ESA em Darmstadt (Alemanha) e do Centro de Telecomunicações Internacionais, em Perth, na Gnangara (Austrália Ocidental).

O diretor de ciência da ESA, professor David Southwood, falou, que New Norcia, foi escolhida entre diversos locais do hemisfério Sul, devido não apresentar interferência.

"Este local, tem excelentes condições meteorológicas, ficando na latitude perfeita para operações espaciais profundas e é suficientemente distantes das áreas urbanas de modo a que nenhum outro dispositivo de transmissão irá perturbar as transmissões do satélite".

"Austrália Ocidental, também tem infra-estrutura de telecomunicações de alta qualidade e estamos a trabalhando em estreita colaboração com Xantic, por causa de sua experiência na manutenção e operação de estações de monitoramento.

"Trabalhar com os australianos neste projeto tem sido uma experiência muito gratificante. Os empreiteiros locais trabalharam com o apoio de especialistas internacionais de fabricação do satélite e um desempenho muito bom. Muitos da equipe atualmente estão operando a antena, também australianos, que votaram a trabalhar, após estarem fora de suas posições na industria".

Fonte:
http://www.esa.int
https://translate.google.com.br